segunda-feira, 10 de setembro de 2012

A receita para um grande casamento

casamento Introdução:
1. O que faz a diferença entre um bom casamento e um grande casamento?
1. Deus deve estar no seu casamento.
- Não é por acaso que este é o primeiro da lista, o casamento não pode ser verdadeiramente grande sem Deus.
- Casais que se esforçam para construir um lar com Cristo como o centro usufrui de vantagens enormes em relação àqueles que não fazem. Eclesiastes 4:9-12.
2. Lembre-se de seus votos.
- Marido, vocês prometeu, amar, honrar, dar carinho, e proteger o seu cônjuge, na saúde e na doença na riqueza e na pobreza?
- Esposa, você prometeu, amar, honrar, dar carinho, e ser submissa a seu esposo, em todos os momentos? Mateus 19:9 - Hebreus 13:4.
3. Aproveitem a vida juntos.
- Enquanto a vida é cheia de altos e baixos, não devemos permitir que os "baixos" nos impeça de gozar a vida.
- A ênfase deve ser colocada em ambos "desfrutar" e "juntos". Observe Provérbios 5:18 - Eclesiastes 9:9.
4. Apreciem um ao outro.
- Quando você parar para contar suas bênçãos, não se esqueça de incluir o seu cônjuge.
- Uma atitude de ingratidão acabará por manifestar-se no egoísmo e desrespeito. Provérbios 18:22 - Provérbios 19:14.
5. Trate o outro como a pessoa mais importante do mundo.
- Afinal, quem neste mundo é mais importante para você do que o seu cônjuge?
- Em termos de seus relacionamentos com os outros, ninguém deve ser mais significativo do que o seu relacionamento com seu cônjuge. Gênesis 2:24.
Conclusão:
1. Seu casamento não tem que ser apenas bom, ele pode ser grande.


A hora da decisão (O casamento de Isaque)

casamento   Gênesis 24:1-10; 61-67
A Bíblia recomenda cuidado na hora de escolher namorado (a)
É dito que Sócrates, o filósofo grego, ensinou aos seus discípulos o seguinte:
De todo jeito, casem-se. Se vocês conseguirem boas esposas, vocês serão duplamente abençoados. Se conseguirem más esposas, vocês tornar-se-ão filósofos... O que é bom para qualquer homem.
Observem que, segundo esta filosofia de vida, a pessoa com quem você se casa não importa tanto assim, porque o resultado final vai ser bom de qualquer jeito – Se você acertar com a escolha da esposa, você será feliz e abençoado; Se você errar, você será virtuoso. Porém, o que encontramos na Bíblia é o oposto deste conceito. Por exemplo, a maneira como Abraão abordou este assunto é oposta à maneira de Sócrates encarar a questão do matrimônio.
Contrário de Sócrates, o cuidado do Patriarca com a tentativa de encontrar a esposa certa para Isaque seu filho, reflete o valor que ele dava ao casamento. Se não, observe.
Não sei se você já notou, mas o capítulo mais longo de Gênesis não é o da criação (Gn 1 – com apenas 31 versículos!), por exemplo, mas o do casamento de Isaque (Gn 24 – com 67 versículos! – mais que o dobro de versículos de Gn 1). Por quê?
Como na Escritura Sagrada nada é por acaso, penso que a explicação fundamental é teológica. É que desde o Livro dos Princípios, Deus quer deixar claro o valor do casamento aos seus olhos. Mas, por quê? -- O casamento reflete a imagem do amor de Deus em Cristo pelo seu povo! (Ef 5.22-33)
Cf. Mt 22.1-14; 2Co 11.2-3; Rm 7.4
O namoro é o caminho para o casamento. Por isso ele não pode ser banalizado nem menosprezado. É exatamente isto que Abraão procura pontuar aqui no capítulo 24 de Gênesis.
Porém, o que mais vemos são as pessoas usando de métodos aleatórios para escolher um namorado (a). São basicamente três os métodos mais usados pelas pessoas:
a) O MÉTODO CARNAL – Forma, tamanho, aparência, sex appeal (apelo sexual), personalidade – ou seja, neste método, a imagem é a consideração mais importante. A marca registrada desta abordagem é usar de astúcia e manipulação a fim de se obter o que se quer, às custa do discernimento e do amor.
b) O MÉTODO SUPER ESPIRITUAL – Esta abordagem deixa tudo na mão de Deus, abandonando toda e qualquer responsabilidade e iniciativa pessoal. As pessoas envolvidas veem até segundos de “coincidência” como “sinais” de Deus. Elas raramente passam junto tempo suficiente para se conhecerem a fim de tomarem decisões racionais. Elas simplesmente “rompem em fé”
c) O MÉTODO NATURAL – Poderíamos chamar este método de “namore quem você conseguir
namorar”. Isto geralmente acontece em comunidades pequenas, cidades pequenas, igrejas pequenas, onde não há muitas pessoas. Porém, “escolher” o que está disponível, por falta de opção, não é necessariamente escolher o melhor.
Princípios confiáveis na hora de decidir
Há três decisões fundamentais na vida de qualquer ser humano:
ð Sobre a salvação (diz respeito à vida eterna)
ð Sobre a relação (diz respeito à vida a dois e à família)
ð Sobre a vocação (diz respeito ao serviço)
Graças a Deus que na Escritura nós podemos encontrar respostas e diretrizes abundantes para cada uma dessas áreas. Aliás, a Bíblia foi escrita para nos dar respostas relativas a todas elas, especialmente no que diz respeito à primeira – a nossa salvação.
Por ora, iremos nos concentrar nos princípios que Abraão nos deixou sobre como decidir na hora de escolher com quem namorar e casar.
A juventude (e também seus pais) ganharia muito se estudasse cuidadosamente este capítulo de Gênesis em busca de princípios norteadores, visando a preparação para o namoro e o casamento, à medida que contemplam estas possibilidades. É o que faremos agora.
Antes de cairmos nos princípios propriamente ditos, faremos bem em entender a estrutura deste capítulo tão longo de Gênesis.
Gênesis 24
Há cinco atos neste episódio:
1) O pedido solene de Abraão ao seu servo de confiança (v. 1-9);
2) A viagem do servo pelo deserto e o seu encontro com Rebeca (v. 10-27);
3) A explicação do servo sobre sua missão aos pais de Rebeca e a resposta positiva (v. 28-53);
4) O pedido do servo de voltar imediatamente com Rebeca e o seu consentimento (v. 54-58);
5) A partida de Rebeca, a bênção de seus familiares, o encontro e o casamento com Isaque
(v. 59-67)
Com isso em mente, vejamos quais são os princípios que nós podemos aprender na hora de decidir sobre namoro e casamento. Destaco 7!
1. Ouça e acate os conselhos piedosos de seus pais (v. 1-9)
Aqui está um ancião (com seus 120 / 135 anos de idade). Ele acabou de sepultar a sua esposa (Gn 23). Ele sabe que o próximo grande acontecimento de sua vida será a sua partida para estar com o SENHOR (Gn 25).
ð Logo, ele se preocupa em ajudar seu filho a encontrar a sua outra metade (Gn 24).
Só que neste caso, o casamento é mais importante do que o normal. A descendência de Isaque abençoaria as nações. Dela nasceria o messias (Gn 3.15). É por isso que ele destaca o seu mais importante e confiável servo para esta importantíssima tarefa. Veja o texto (v. 1-9):
Abraão tinha ouvido e visto a mão de Deus (Gn 22.20-24) preservando a sua descendência. Ele sabia que era Deus agindo em favor de Isaque e sua descendência!
Ouça as palavras piedosas e de sabedoria de seus pais. Isto é mandamento do SENHOR: (Pv 4.1-6)
Os conselhos piedosos dos pais são joias de sabedoria com as quais Deus presenteia os filhos. Precisamos valorizar esses tesouros.
Não siga a tendência dos últimos dias: 1 Sabe, porém, que nos últimos dias haverá tempos difíceis; 2 pois os homens amarão a si mesmos, (...) arrogantes, (...) desobedientes aos pais, (...),
4 orgulhosos, (...) 5 com aparência de religiosidade” (2Tm 3.1-5).
2. Encharque o processo com oração (v. 10-14)
O servo fiel de Abraão partiu para a sua missão e, a postos, pôs-se a orar!
NOTA: Observe que, com exceção da intercessão de Abraão por Sodoma (Gn 18), esta é a primeira oração registrada na Bíblia. Impressionante! Ele aprendeu a orar com Abraão e colocou em prática o que aprendeu na ora de achar a esposa de Isaque!
Ele ora buscando o discernimento do SENHOR. Sua oração é cheia de questões que ele levanta.
3. Procure por qualidades que revelem caráter (v. 15-20)
A beleza e a formosura passam, mas a qualidade do caráter permanece para sempre. É por isso que o servo de Abraão se concentra na beleza do caráter de Rebeca (quando ele orou).
E foi exatamente o que ele viu, enquanto ele ainda orava de olhos bem abertos...
Essa jovem vem de berço e, além de bonita, ela é de um belíssimo caráter:
ð Sensível às necessidades dos outros;
ð Serva solícita, sempre pronta a ir além do que os outros pediam;
ð Determinada, diligente, hospitaleira, compassiva, delicada; esforçada;
ð Trabalhadora (1 camelo bebe em média 75,5 litros; 10 camelos juntos bebem 755 litros; ela com um balde de 12 litros deve ter feito mais ou menos 63 viagens!).
4. Reflita cuidadosamente sobre as evidências (v. 21-27)
É muito importante notar a forma como o servo de Abraão está procedendo a esta altura. Ele não se precipita em dizer que Deus o respondeu! Ele para e reflete nas evidências. (Gn 24.21)
Faltava-lhe ainda mais uma evidência. Ela tinha de ser da descendência de Abraão. Não podia ser de outro lugar! (Fica aqui o princípio de que não pode haver jugo desigual – aquela história de que fulano (a) só falta ser crente, não serve para ele 2Co 6.14-18!).
Rebeca tinha todas as qualidades, mas precisava ser descendente de Abraão. Era isso que o servo queria ouvir. Por isso pergunta...
23 e perguntou: De quem tu és filha? Dize-me, peço-te, se há lugar na casa de teu pai onde se possa passar a noite. 24 Ela lhe respondeu: Eu sou filha de Betuel, filho de Milca, que ela deu a Naor. 25 E prosseguiu: Temos bastante palha e forragem, e lugar para o pernoite. (Gn 24.23-25)
Esse servo orou, buscou, esperou, avaliou, refletiu e agora ele está certo de que Deus o dirigiu; por isso ele louva:
26 Então o homem inclinou-se e adorou o SENHOR, 27 dizendo: Bendito seja o SENHOR, Deus de meu senhor Abraão, que não retirou do meu senhor a sua bondade e a sua fidelidade; quanto a mim, o SENHOR me guiou no caminho à casa dos irmãos de meu senhor. (Gn 24.26-27)
ð Reflita cuidadosamente sobre as evidências, aja em obediência a Deus e na hora certa você haverá de louvar ao SENHOR. Tenha Fé!
5. Observe as relações entre os membros da família (v. 28-32)
Rebeca corre para contar toda a história à sua família. É a chance de o servo conhecer a forma como os familiares de Rebeca se relacionavam.
28 A moça correu e relatou essas coisas aos da casa de sua mãe. 29 Rebeca tinha um irmão chamado Labão, que saiu correndo ao encontro daquele homem até a fonte, 30 pois tinha visto o pendente e as pulseiras nos braços de sua irmã, e ouvido as palavras de sua irmã Rebeca, que disse: Assim me falou aquele homem. Ele foi encontrar o homem, que estava em pé junto aos camelos, ao lado da fonte. 31 E disse: Entra, bendito do SENHOR. Por que estás aqui fora? Pois já preparei a casa e o lugar para os camelos. 32 Então o homem foi a casa e descarregou os camelos; deram palha e forragem para os camelos e água para lavar os pés dele e dos homens que o acompanhavam.
Qualidades e defeitos de família geralmente são carregados para os lares que formamos.
Essa atitude interesseira vista em Labão, será reproduzida na família de Rebeca e Isaque! (Gn 25.27-28)
Observe as relações entre os membros da família! Pense e pondere. Não se precipite.
6. Veja se há compromisso espiritual em ambas as partes (v. 33-60)
À mesa, na casa dos familiares de Rebeca, o servo de Abraão não comeu até contar o que lhe fazia estar ali (v. 33-38). Ele repete toda a história nos seus mínimos detalhes (v. 39-48).
Ao terminar a sua história ele lhes faz uma pergunta penetrante:
Portanto, se agora haveis de tratar com bondade e com fidelidade o meu senhor, dizei-o; se não, também dizei-o, para que eu vá para a direita ou para a esquerda. (Gn 24.49)
A resposta deles é positiva. Eles entenderam que era a mão do SENHOR:
50 Então Labão e Betuel responderam: Isso procede do SENHOR; nada podemos dizer, nem de mal nem de bem. 51 Rebeca está diante de ti, toma-a e vai; que ela se torne a mulher do filho de teu senhor, como disse o SENHOR. 52 Quando o servo de Abraão ouviu as palavras deles, prostrou-se em terra diante do SENHOR. (Gn 24.50-52)
Chegara o momento de Rebeca discernir por ela mesma (Gn 24.53-60):
53 Então o servo tirou joias de prata, joias de ouro e vestidos, e deu-os a Rebeca; também deu presentes de valor ao irmão e à mãe dela. 54 Então ele e os homens que estavam com ele comeram, beberam e passaram a noite. Quando se levantaram de manhã, o servo disse: Deixai-me ir de volta ao meu senhor. 55 E o irmão e a mãe da moça disseram: Deixa que ela fique conosco alguns dias, pelo menos dez dias, e depois ela irá. 56 Porém ele lhes respondeu: Não deveis me deter, visto que o SENHOR tem dado sucesso à minha missão; deixai-me partir, para que eu volte ao meu senhor. 57 E eles disseram: Chamaremos a moça e perguntaremos a ela mesma. 58 Então chamaram Rebeca e lhe perguntaram: Tu irás com este homem? Ela respondeu: Irei. 59 Então se despediram de sua irmã Rebeca, de sua ama, do servo de Abraão e dos homens que estavam com ele; 60 e abençoaram Rebeca, dizendo-lhe: Nossa irmã, sê tu a mãe de milhares de milhares, que a tua descendência domine a cidade de seus adversários!
Rebeca também entendeu o propósito e a mão de Deus por traz de tudo e, por isso, estava pronta a se submeter (e se submeter rapidamente, sem rodeios) à vontade do SENHOR.
Compromisso e sensibilidade espiritual são essenciais em ambas as partes.
7. Estabeleça um fundamento sólido para o casamento (v. 61-67)
Namoros saudáveis são importantes. Portanto, cultive hábitos santificadores que farão toda a diferença hoje e sempre, enquanto você se relaciona com alguém em potencial.
Há cinco elementos que eu gostaria de destacar nestes versos finais, que estabelecem um fundamento sólido para o casamento, e que são importantes ainda no tempo de namoro:
a) ANTECIPAÇÃO SAUDÁVELOlhando para a história de Rebeca e Isaque nós percebemos que ambas as partes estavam esperando com expectativa pelo grande momento do encontro e da consumação.
Rebeca (Gn 24.58, 61)
58 Então chamaram Rebeca e lhe perguntaram: Tu irás com este homem? Ela respondeu: Irei. (...) 61 Assim Rebeca se levantou com as suas servas e, montando nos camelos, seguiram o homem; e o servo partiu, levando Rebeca.
Isaque (Gn 24.62-63)
62 Isaque tinha vindo do caminho de Beer-Laai-Roi, pois habitava na terra do Neguebe. 63 Isaque havia ido ao campo numa tarde para meditar e, levantando os olhos, viu que camelos se aproximavam.
Deve haver o desejo de unir a vida em matrimônio e desfrutar a vida na plenitude da vida a dois, como Deus planejou que fosse. Sem obsessão e pecado, é claro.
b) RELAÇÃO SANTIFICADAAcho linda a forma tão decorosa como Rebeca aproximou-se de seu futuro marido (Gn 24.64-65):
64 Rebeca também levantou os olhos e, quando viu Isaque, desceu do camelo 65 e perguntou ao servo: Quem é aquele homem que vem pelo campo ao nosso encontro? O servo respondeu: É o meu senhor. Então ela pegou o véu e se cobriu.
Rebeca era linda (Gn 24.16), mas ela não queria explorar os seus contornos, ela queria revelar o seu caráter. É assim que uma mulher de Deus (e também um homem de Deus) deve se portar e se revelar.
c) PARTICIPAÇÃO SIMULTÂNEAObservem que tanto Isaque como Rebeca partem para encontrarem-se um com o outro. É participação mútua e simultânea. Um relacionamento saldável envolve as duas partes contribuindo para o bem do outro e dos dois. Alguma coisa está errada quando uma parte só toma iniciativas. Essas iniciativas de participação simultânea devem começar e ser cultivadas no namoro.
d) COMUNICAÇÃO SINCERA Quando Isque e Rebeca finalmente se encontraram, eles ouviram tudo o que o servo tinha para contar (v. 66). Saber ouvir começa no namoro.
e) EMOÇÕES SARADASSe há algo que o relacionamento de Rebeca e Isaque começa a nos mostrar nesse ponto da história é que as suas emoções começam a ser saradas no momento em que eles se conhecem. Principalmente as emoções dele.
Isaque levou Rebeca para a tenda de Sara, sua mãe; tomou-a, e ela se tornou sua mulher; e ele a amou. Assim Isaque foi consolado depois da morte de sua mãe. (Gn 24.67)
Intimidade, conforto, consolo e amizade compõem o ambiente certo para que haja confronto que produz crescimento. No namoro isso deve ser cultivado. Sem relacionamento sexual, é claro; mas com diálogo, afeto e Palavra de Deus.
Oito entre dez namorados transam pela primeira vez fazendo as pazes. Não estou inventando. O IBGE tem as estatísticas. (Luís Fernando Veríssimo)
Temo que Luís Fernando Veríssimo esteja correto em seu diagnóstico. E se estiver, arrisco dizer que esses oito entre dez namorados que transam para fazer as pazes, não aprendem a dialogar, não aprendem a curar as feridas emocionais uns dos outros, e não terão um bom relacionamento sexual, caso venham a se casar (já que é exatamente o diálogo e a saúde emocional que proporcionam sustentação para a vida sexual). É no namoro que se começa a lutar pela cura das emoções.
Algumas questões práticas
ð Não entra em jugo desigual (Isaque e Rebeca são descendentes de Abraão).
ð Rebeca foi conhecida em um local de respeito (não foi no “Bar-Zeado”).
ð Ela não era uma moça “folgada” (trabalhava pesado e era de muita iniciativa).
ð Ela não ficava de insinuação por aí; era modesta, apesar de muito bonita (subiu o véu).
ð Ela não ficou enrolando; quando o servo chamou, ela foi logo.
Procurando a sua metade
Adote os princípios ensinados neste capítulo da vida de Abraão. Eles não estão aqui por acaso. Sim, eles são custosos. Mas valerão a pena.
ð Abandone o método carnal (fazer como todo mundo, apelando para a sensualidade)
ð Não se escore no método super espiritual (deixar tudo com Deus)
ð Não espere no método natural (agir pressionado pela falta de opção)
1 Portanto, irmãos, exorto-vos pelas compaixões de Deus que apresenteis o vosso corpo como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. 2 E não vos amoldeis ao esquema deste mundo, mas sede transformados pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. (Rm 12.1-2)


Maioria dos cristãos não entende o que é ser membro de uma igreja


Um novo estudo do Instituto de Pesquisas Grey Matter mostra que existe grande confusão e ignorância entre os cristãos sobre o significado de ser membro de uma igreja.
A pesquisa foi realizada entre adultos que afirmaram participar de uma igreja local. O estudo perguntou se essas pessoas foram convidadas ou não a fazer “qualquer tipo de adesão oficial à organização”. Apenas 48% disseram que foram convidados a fazer algum tipo de adesão oficial, 33% acreditam que isso não é importante, e 19% são não têm certeza.
A maioria das grandes organizações religiosas faz esse tipo de convite. As dez maiores denominações cristãs dos EUA oferecem algum forma de adesão oficial: Igreja Católica Romana, Convenção Batista do Sul, Igreja Metodista Unida, Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Igreja Evangélica Luterana, Assembleia de Deus, Igreja Presbiteriana, Igreja Luterana – Sínodo de Missouri, Igreja Episcopal e Convenção Batista Nacional dos EUA.
Mesmo assim, entre os fieis dessas 10 denominações, apenas 44% dizem que sua igreja lhes pediu para serem membros, enquanto 39% disseram não terem sido convidados, e 17% não tem certeza.
A importância de uma “membresia oficial” é muito mais comum entre evangélicos do que entre os católicos romanos. Entre os membros de uma igreja protestante, 56% dizem que sua igreja exige que o fiel se torne um membro. Apenas um terço dos católicos acredita que isso é necessário.
Entre as pessoas que frequentam as nove maiores denominações não católicas dos EUA, 69% dizem que um convite para adesão oficial é oferecido, 9% afirmam não há necessidade de adesão oficial, e 21% não tem certeza.
Por outro lado, os evangélicos são particularmente propensos a acreditar na exigência que sua igreja faz de o fiel ser membro (72% contra 44% entre todas as outras confissões de fé).
Entre as pessoas entrevistadas, 78% afirmam serem membros de sua igreja, enquanto 21% frequentam, mas nunca se tornaram membros e 1% não tem certeza se é ou não membro.
Ron Sellers, presidente do Instituto de Pesquisa Grey Matter observa que muitas denominações continuam a medir seu tamanho segundo o número de membros, mas isso nem sempre é verdade.
“Menos de metade de todas as pessoas que frequentam templos religiosos acreditam que podem ser membros de sua igreja ou lugar de culto. Mesmo quando olhamos apenas para as maiores denominações protestantes que oferecem essa possibilidade, cerca de um terço dos que frequentam a igreja desconhecem que isso é uma opção. Quase quatro em cada dez pessoas que frequentam essas igrejas não pretendem ser membros. Temos que repensar o quão relevante são as estatísticas de membresia para medir a força de uma igreja nos dias de hoje?”.
Na análise de Sellers, muitos grupos religiosos não se preocupam tanto em estimular as pessoas a se tornarem membros ou enfatizar o quanto isso é importante. “As igrejas  locais  muitas vezes falam sobre os benefícios ou a importância de a pessoas que frequenta se tornar um membro, mas aparentemente as pessoas simplesmente não veem isso como algo necessário para a sua própria vida espiritual. Os grupos religiosos precisam entender o porquê isso acontece e começar a explicar a importância  dessa decisão. ”
“Não é de admirar que tantas pessoas estejam confusas. Algumas instituições religiosas têm várias maneiras de ver o fiel, falam em visitantes, frequentadores,  participantes, congregados, contribuintes, etc, mas não explicam muitas vezes com clareza o que é um ‘membro’  e algumas denominações não deixam claro  como pode ser feita essa adesão oficial”, conclui.

Traduzido de Greymatterresearch.com


A maioria dos fiéis não lê a Bíblia diariamente, afirma estudo


Enquanto a maioria dos fiéis o desejo de honrar a Cristo com suas vidas, um estudo recente descobriu que poucos realmente se dedicam à leitura e estudo pessoal das Escrituras.
“Leitura da Bíblia” é um dos oito atributos do discipulado investigado no estudo “Discipulado Transformador” realizado pelo Instituto LifeWay Research. A avaliação proposta visa medir o crescimento espiritual de um indivíduo em cada uma dessas áreas de desenvolvimento. A pesquisa constatou que 90% dos fiéis afirma que desejam “agradar e honrar a Jesus em tudo o que faço”, e 59 % concordam com a declaração: “Durante o dia eu penso em algum momento sobre as verdades bíblicas.”
Embora a maioria concorde com ambas as declarações, existe uma diferença significativa na intensidade disso. Quase dois terços dos fiéis (64 %) concordam fortemente com a primeira afirmação, mas apenas 20 % concordam com a segunda. No entanto, quando perguntado quantas vezes lê a Bíblia pessoalmente (não durante um culto):
  • 19 % respondeu “todos os dias.”
  • 26 % dizem que fazem isso “algumas vezes por semana”
  • 14 % dizem que leem a Bíblia “uma vez por semana”
  • 22 % dizem que “uma vez por mês” ou “algumas vezes um mês”
  • 18 % dizem que “raramente/nunca”
O pastor Ed Stetzer, presidente da LifeWay Research afirmou: “A leitura da Bíblia causa impacto em praticamente todas as áreas de crescimento espiritual. Você pode seguir a Cristo e ver o cristianismo como fonte da verdade, mas se essa verdade não permeiam seus pensamentos, aspirações e ações, você não está totalmente envolvido com a verdade. A Palavra de Deus é a verdade, por isso ler e estudar a Bíblia ainda são as atividades que têm o maior impacto sobre a maturidade espiritual. Você simplesmente não vai crescer na fé se não conhecer a Deus e passar tempo com a Sua Palavra”.
A pesquisa também revela seis ações que impactam positivamente a fé dos cristãos:
  1. Confessar que tem falhado e pedir perdão a Deus.
  2. Acreditar em Jesus Cristo como o único caminho para o céu
  3. Tomar a decisão de obedecer ou seguir a Deus com a consciência de que essa escolha  pode ser dolorosa. Sessenta e três por cento dos entrevistados dizem ter feito isso pelo menos uma vez nos últimos seis meses.
  4. Orar pela salvação das pessoas que eles conhecem e que ainda não são cristãos.
  5. Ler algum livro que contribua para seu crescimento espiritual. Sessenta e um por cento  dos fiéis dizem ter feito isso no último ano.
  6. Ser discipulado individualmente por um cristão mais maduro espiritualmente. Menos da metade dos fiéis (47 %) dizem que foram discipulados assim.
O pastor Stetzer entende que quase todos os fiéis querem honrar a Deus, porém mais de um terço indicam que essa obediência não ocorre quando existe um preço a pagar. Essas descobertas sobre a leitura da Bíblia ou falta desse hábito são parte do maior estudo sobre discipulado dos últimos tempos. Os resultados dessa extensa pesquisa sobre a maturidade espiritual continuarão a ser publicados ao longo dos próximos meses.
O objetivo da LifeWay Research com essas entrevistas entre pastores, igrejas e indivíduos visando medir a maturidade espiritual através de um questionário online é preparar material de estudo que supra as carências detectadas nessas entrevistas. Foram preenchidas 2.930 avaliações por cristãos que frequentam regularmente uma igreja evangélica.

Traduzido e adaptado de Baptist Press


Maioria dos cristãos não entende o que é ser membro de uma igreja


Um novo estudo do Instituto de Pesquisas Grey Matter mostra que existe grande confusão e ignorância entre os cristãos sobre o significado de ser membro de uma igreja.
A pesquisa foi realizada entre adultos que afirmaram participar de uma igreja local. O estudo perguntou se essas pessoas foram convidadas ou não a fazer “qualquer tipo de adesão oficial à organização”. Apenas 48% disseram que foram convidados a fazer algum tipo de adesão oficial, 33% acreditam que isso não é importante, e 19% são não têm certeza.
A maioria das grandes organizações religiosas faz esse tipo de convite. As dez maiores denominações cristãs dos EUA oferecem algum forma de adesão oficial: Igreja Católica Romana, Convenção Batista do Sul, Igreja Metodista Unida, Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Igreja Evangélica Luterana, Assembleia de Deus, Igreja Presbiteriana, Igreja Luterana – Sínodo de Missouri, Igreja Episcopal e Convenção Batista Nacional dos EUA.
Mesmo assim, entre os fieis dessas 10 denominações, apenas 44% dizem que sua igreja lhes pediu para serem membros, enquanto 39% disseram não terem sido convidados, e 17% não tem certeza.
A importância de uma “membresia oficial” é muito mais comum entre evangélicos do que entre os católicos romanos. Entre os membros de uma igreja protestante, 56% dizem que sua igreja exige que o fiel se torne um membro. Apenas um terço dos católicos acredita que isso é necessário.
Entre as pessoas que frequentam as nove maiores denominações não católicas dos EUA, 69% dizem que um convite para adesão oficial é oferecido, 9% afirmam não há necessidade de adesão oficial, e 21% não tem certeza.
Por outro lado, os evangélicos são particularmente propensos a acreditar na exigência que sua igreja faz de o fiel ser membro (72% contra 44% entre todas as outras confissões de fé).
Entre as pessoas entrevistadas, 78% afirmam serem membros de sua igreja, enquanto 21% frequentam, mas nunca se tornaram membros e 1% não tem certeza se é ou não membro.
Ron Sellers, presidente do Instituto de Pesquisa Grey Matter observa que muitas denominações continuam a medir seu tamanho segundo o número de membros, mas isso nem sempre é verdade.
“Menos de metade de todas as pessoas que frequentam templos religiosos acreditam que podem ser membros de sua igreja ou lugar de culto. Mesmo quando olhamos apenas para as maiores denominações protestantes que oferecem essa possibilidade, cerca de um terço dos que frequentam a igreja desconhecem que isso é uma opção. Quase quatro em cada dez pessoas que frequentam essas igrejas não pretendem ser membros. Temos que repensar o quão relevante são as estatísticas de membresia para medir a força de uma igreja nos dias de hoje?”.
Na análise de Sellers, muitos grupos religiosos não se preocupam tanto em estimular as pessoas a se tornarem membros ou enfatizar o quanto isso é importante. “As igrejas  locais  muitas vezes falam sobre os benefícios ou a importância de a pessoas que frequenta se tornar um membro, mas aparentemente as pessoas simplesmente não veem isso como algo necessário para a sua própria vida espiritual. Os grupos religiosos precisam entender o porquê isso acontece e começar a explicar a importância  dessa decisão. ”
“Não é de admirar que tantas pessoas estejam confusas. Algumas instituições religiosas têm várias maneiras de ver o fiel, falam em visitantes, frequentadores,  participantes, congregados, contribuintes, etc, mas não explicam muitas vezes com clareza o que é um ‘membro’  e algumas denominações não deixam claro  como pode ser feita essa adesão oficial”, conclui.

Traduzido de Greymatterresearch.com


Suicídio é a segunda maior causa de morte entre jovens no mundo


O periódico especializado em medicina Lancet publicou uma série de três estudos que chamam a atenção para um assunto considerado tabu: o suicídio.
De acordo com um desses artigos, assinado por M R Phillips e H G Cheng, essa é a principal causa de morte entre garotas de 15 a 19 anos. Já entre os homens, o suicídio fica em terceiro lugar, após os acidentes de trânsito e a violência urbana.
Aqui no Brasil, estima-se que o suicídio é a terceira causa de morte entre jovens, logo atrás de acidentes e homicídios. Alexandrina Meleiro, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, afirma que “Antes as taxas eram maiores na terceira idade. Hoje a gente observa que, entre os jovens, elas sobem assustadoramente”. Estima-se que entre os jovens, a taxa multiplicou-se por dez de 1980 a 2000: de 0,4 para 4 a cada 100 mil pessoas.
O estudo conduzido por Keith Hawton mostra que os adolescentes geralmente evitam procurar ajuda por temerem a opinião dos outros uma vez que seus pensamentos suicidas se espalham pela escola. Também indica outra mudança no perfil dos suicidas. O risco, que sempre foi maior entre homens, está aumentando entre as meninas.
O doutor Howton diz que os efeitos da mídia também são importantes, mas que o assunto só parece ter relevância quando afeta uma celebridade. Ele afirma ainda que há poucas evidências de eficácia de qualquer tratamento psicossocial ou farmacológico, existindo uma grande controvérsia sobre o resultado e a utilidade de antidepressivos.
Já Meleiro acredita que isso se deve a gestações precoces e não desejadas, além de prostituição e abuso de drogas.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que os casos de suicídio aumentaram 60% nos últimos 45 anos e que mais de 1 milhão de pessoas no mundo morrem dessa forma todo ano. Mesmo assim, o problema, não é tratado abertamente.
Para a OMS, pouco é feito na área de prevenção. Pesquisadores da Universidade de Oxford, Inglaterra e da Universidade Stirling, na Escócia, dizem que mais pesquisas são necessárias para se compreender quais são os fatores de risco e melhorar a prevenção. Uma das estratégias apontada por eles seria limitar o acesso a meios que facilitem o suicídio, como armas.
Estima-se que no Brasil, ocorram 24 suicídios por dia. Por outro lado, o número de tentativas é até 20 vezes maior que isso. “O suicídio é uma epidemia silenciosa”, acrescenta Meleiro. Ela diz que as pessoas costumam dar sinais antes de uma tentativa.
Cerca de 90% dos suicídios estão ligados a transtornos mentais.”O preconceito em torno das doenças mentais faz com que as pessoas não procurem ajuda. Acredita-se que perguntar se a pessoa tem pensamentos suicidas vai estimulá-la, mas isso pode levá-la a procurar ajuda”, diz Meleiro.

Com informações de Folha de São Paulo e The Lancet


Uma pessoa comete suicídio a cada 40 segundos, aponta OMS



Uma pessoa comete suicídio a cada 40 segundos, aponta  OMS
Uma pessoa comete suicídio a cada 40 segundos, aponta OMS
Segundo os dados de um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), apresentado  nesta sexta-feira (7), a cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio no mundo.
Um milhão de indivíduos acaba tirando a própria vida anualmente, Cerca de 55% têm menos de 45 anos idade. Para efeitos de comparação,  em 1950, estima-se que 60% dos suicidas eram mais velhos que isto.
O suicídio ocupa a terceira posição entre os principais motivos da morte de pessoas entre 15 e 44 anos. Entre os jovens de 10 a 24 anos, o suicídio hoje é a segunda maior motivo. Como esses índices entre os jovens aumentaram muito, em um terço desses países, esta faixa de idade já é considerada a de “maior risco”.
Alexandra Fleischmann, do departamento de Saúde Mental da OMS, afirma que “As causas exatas do porquê desta mudança de tendência não sabemos. É um fenômeno que afeta todos os países e que está aumentando, mas as razões principais não as conhecemos, são muitas, variadas e mudam muito de caso a caso”.
Existem vários fatores que influenciam uma tentativa de suicídio: psicológicos, sociais, biológicos, culturais e ambientais. Porém, a OMS afirma que os problemas mentais (depressão e uso desproporcional do álcool, especialmente) são um fator maior de risco na Europa e nos Estados Unidos, Por outro lado, nos países asiáticos o impulso tem “um papel essencial”.
Estatisticamente, as mulheres fazem mais tentativas de suicídio que os homens, na maioria das vezes pelo abuso de remédios.Porém estes são mais efetivos porque usam métodos mais radicais: armas de fogo ou pesticidas.
“Nas zonas remotas, o acesso aos estabelecimentos de saúde é muito mais difícil. Se a tentativa de suicídio é realizada em um apartamento de uma grande cidade desenvolvida, essa pessoa pode ser levada de urgência a um hospital e ser salva”, disse Alexandra.
Na América Latina sempre houve baixos níveis de suicídios. Mesmo assim, Alexandra diz que  há uma tendência de aumento dos índices, “sobretudo entre os jovens”. O país com o menos índice é o Peru, com média de 1,9 por cada 100.000 homens que tiram a própria vida. No outro extremo está o Uruguai, com 26 para cada 100.000 dos homens.
O crescimento desse índice é notado de modo especial na Ásia, “em grandes países como China e Índia, com uma grande população e com imensos problemas ligados ao desenvolvimento e à globalização”, conclui a OMS.
As recomendações atuais da OMS incluem atuações multidisciplinares, como a formação do pessoal de educação e saúde, a restrição do acesso aos métodos (pistolas, pesticidas, remédios), “cuidar” da apresentação pública dos casos (evitar publicá-los na imprensa), entre outros.

Com informações Revista Época


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