quarta-feira, 4 de abril de 2012

INTIMIDADE DO CASAL II

ORIENTAÇÃO PARA UMA VIDA SEXUAL SADIA

I. A ATIVIDADE SEXUAL NA NATUREZA:

Sua finalidade é garantir a manutenção das espécies de seres vivos. É por isso que o impulso sexual é algo tão forte. A energia sexual é seguramente a energia biológica mais poderosa que existe, pois é através dela que nos tornamos parceiros de Deus no processo da Criação. É a única energia natural capaz de gerar Vida (Gn. 1.22,28).

O Sexo na espécie humana e nas demais espécies de seres vivos: a diferença está no fato de que o ser humano é o único animal que usa o sexo não só para procriar, mas como fonte de prazer e expressão de amor. Grifamos a conjunção "e" para realçar o fato de que as duas coisas vêm necessariamente juntas: à luz da Palavra de Deus, o sexo apenas como fonte de prazer torna-se pecaminoso, como veremos no decorrer do estudo.

1.- O plano de Deus para a sexualidade humana: à luz de Gn. 2.24 e Mt. 19.3-11, compreendemos que o plano de Deus é que o ser humano exerça sua sexualidade no plano de companheirismo entre o homem e a mulher numa parceria de vida, e não só de sexo. Uma união tão completa que torna dois indivíduos de sexos opostos partes de uma unidade que, idealmente, deve ser indissolúvel (ver também I Co. 7.4).

A importância que a Bíblia dá à relação sexual fica clara no texto de I Co. 6.16, onde podemos perceber que o vínculo criado por esse relacionamento é intenso, mesmo quando exercido de modo leviano e irresponsável. A intimidade compartilhada gera uma espécie de compromisso implícito, que a qualquer momento pode surgir na forma de cobranças afetivas ou materiais.

2.- Erotismo x pornografia: Há uma diferença básica entre estas duas palavras, embora elas venham sendo usadas hoje em dia praticamente como sinônimos. Erotismo é o conjunto de sensações e impulsos que nos impelem à atividade sexual. Dentro de um relacionamento sexual sadio, os estímulos eróticos, como beijos e carícias, fazem parte do "jogo do amor", e levam a sensações e experiências muito agradáveis. Pornografia, por outro lado, é o mau uso do erotismo, levando a práticas sexuais erradas e pervertidas: o estímulo à prostituição, ao homossexualismo, etc. A confusão de erotismo com pornografia tem levado muitos crentes a deixarem de exercer e aproveitar as práticas eróticas normais, como se o erotismo em si mesmo fosse pecaminoso. Ver I Tm. 4.1-5 e Tt. 1-15. A este respeito, citamos Robinson Cavalcanti em seu livro Libertação e Sexualidade:

"O que pode o ser humano fazer com a sua sexualidade:
Realizá-la:


de forma estável, comprometida e heterossexual (ideal) - o que nem sempre é possível, por fatores interiores ou alheios à vontade (falta de condições, falta de parceiros, etc.);
de forma instável, não comprometida ou mecânica com relacionamentos heterossexuais sucessivos e superficiais;
de forma homossexual, instável ou estável, o que não é recomendável;
de forma isolada pela masturbação.

Reprimi-la: violentando a natureza, o que traz conseqüências negativas;

Sublimá-la: canalizando a libido para atividade alternativas e compensatórias, de forma temporária ou permanente, quando possível.

A culpa é um ponto de encontro entre a Teologia e a Psicologia. A Graça pode ser outro ponto de encontro, que substitui o anterior. A culpa, quanto à sexualidade, tem afetado a saúde mental de milhares de pessoas, inclusive cristãs. De onde, então, pode se originar o sentimento de culpa?

do Espírito Santo, quando nos procura convencer "do pecado, da justiça e do juízo", sintonizado com a Palavra e impelindo à Graça, ao perdão e à restauração;

do maligno, quando, até usando a Palavra, procura manter as pessoas derrotadas, presas, auto-destruídas;

da cultura, das tradições, dos ambientes, que alimentam negativamente o nosso superego.

Devemos, também, procurar distinguir o pecado da mera tentação, pois a tentação é parte do dia-a-dia da humanidade, e o próprio Senhor foi tentado.

A Igreja, como comunidade terapêutica, deve ser ministradora da Graça, visando o perdão e a restauração, visando a construção e a maturidade, visando a santidade e a sanidade, o que implica na aceitação do outro e no exercício do amor. O amor é o maior canal da Graça."

3.- Há erotismo na Bíblia? Leia-se Pv. 5.15-20; Ct. 1.2; 4.10,11; 7.9-12. É fácil perceber, por estas passagens, que o erotismo é parte natural e agradável da vida humana, em nada afastando o Homem do seu Criador.

Podemos notar, por esta primeira parte do estudo, que a sexualidade e o erotismo são bênçãos que Deus nos dá, e não pecados em si mesmos. Como, então, a sexualidade pode se tornar um fator de afastamento de Deus? Passamos então a analisar


INTIMIDADE DO CASAL I

Após o casamento, existe algo na relação a dois que seja pecado como sexo anal, sexo oral, uso de fantasias e outras coisas mais?

ORIENTAÇÃO PARA UMA VIDA SEXUAL SADIA

I. A ATIVIDADE SEXUAL NA NATUREZA:

Sua finalidade é garantir a manutenção das espécies de seres vivos. É por isso que o impulso sexual é algo tão forte. A energia sexual é seguramente a energia biológica mais poderosa que existe, pois é através dela que nos tornamos parceiros de Deus no processo da Criação. É a única energia natural capaz de gerar Vida (Gn. 1.22,28).

O Sexo na espécie humana e nas demais espécies de seres vivos: a diferença está no fato de que o ser humano é o único animal que usa o sexo não só para procriar, mas como fonte de prazer e expressão de amor. Grifamos a conjunção "e" para realçar o fato de que as duas coisas vêm necessariamente juntas: à luz da Palavra de Deus, o sexo apenas como fonte de prazer torna-se pecaminoso, como veremos no decorrer do estudo.

1.- O plano de Deus para a sexualidade humana: à luz de Gn. 2.24 e Mt. 19.3-11, compreendemos que o plano de Deus é que o ser humano exerça sua sexualidade no plano de companheirismo entre o homem e a mulher numa parceria de vida, e não só de sexo. Uma união tão completa que torna dois indivíduos de sexos opostos partes de uma unidade que, idealmente, deve ser indissolúvel (ver também I Co. 7.4).

A importância que a Bíblia dá à relação sexual fica clara no texto de I Co. 6.16, onde podemos perceber que o vínculo criado por esse relacionamento é intenso, mesmo quando exercido de modo leviano e irresponsável. A intimidade compartilhada gera uma espécie de compromisso implícito, que a qualquer momento pode surgir na forma de cobranças afetivas ou materiais.

2.- Erotismo x pornografia: Há uma diferença básica entre estas duas palavras, embora elas venham sendo usadas hoje em dia praticamente como sinônimos. Erotismo é o conjunto de sensações e impulsos que nos impelem à atividade sexual. Dentro de um relacionamento sexual sadio, os estímulos eróticos, como beijos e carícias, fazem parte do "jogo do amor", e levam a sensações e experiências muito agradáveis. Pornografia, por outro lado, é o mau uso do erotismo, levando a práticas sexuais erradas e pervertidas: o estímulo à prostituição, ao homossexualismo, etc. A confusão de erotismo com pornografia tem levado muitos crentes a deixarem de exercer e aproveitar as práticas eróticas normais, como se o erotismo em si mesmo fosse pecaminoso. Ver I Tm. 4.1-5 e Tt. 1-15. A este respeito, citamos Robinson Cavalcanti em seu livro Libertação e Sexualidade:

"O que pode o ser humano fazer com a sua sexualidade:
Realizá-la:


de forma estável, comprometida e heterossexual (ideal) - o que nem sempre é possível, por fatores interiores ou alheios à vontade (falta de condições, falta de parceiros, etc.);
de forma instável, não comprometida ou mecânica com relacionamentos heterossexuais sucessivos e superficiais;
de forma homossexual, instável ou estável, o que não é recomendável;
de forma isolada pela masturbação.

Reprimi-la: violentando a natureza, o que traz conseqüências negativas;

Sublimá-la: canalizando a libido para atividade alternativas e compensatórias, de forma temporária ou permanente, quando possível.

A culpa é um ponto de encontro entre a Teologia e a Psicologia. A Graça pode ser outro ponto de encontro, que substitui o anterior. A culpa, quanto à sexualidade, tem afetado a saúde mental de milhares de pessoas, inclusive cristãs. De onde, então, pode se originar o sentimento de culpa?

do Espírito Santo, quando nos procura convencer "do pecado, da justiça e do juízo", sintonizado com a Palavra e impelindo à Graça, ao perdão e à restauração;

do maligno, quando, até usando a Palavra, procura manter as pessoas derrotadas, presas, auto-destruídas;

da cultura, das tradições, dos ambientes, que alimentam negativamente o nosso superego.

Devemos, também, procurar distinguir o pecado da mera tentação, pois a tentação é parte do dia-a-dia da humanidade, e o próprio Senhor foi tentado.

A Igreja, como comunidade terapêutica, deve ser ministradora da Graça, visando o perdão e a restauração, visando a construção e a maturidade, visando a santidade e a sanidade, o que implica na aceitação do outro e no exercício do amor. O amor é o maior canal da Graça."

3.- Há erotismo na Bíblia? Leia-se Pv. 5.15-20; Ct. 1.2; 4.10,11; 7.9-12. É fácil perceber, por estas passagens, que o erotismo é parte natural e agradável da vida humana, em nada afastando o Homem do seu Criador.

Podemos notar, por esta primeira parte do estudo, que a sexualidade e o erotismo são bênçãos que Deus nos dá, e não pecados em si mesmos. Como, então, a sexualidade pode se tornar um fator de afastamento de Deus? Passamos então a analisar


Casar, Por que?



Alguns anos passados, a revista McCall`s publicou a resposta de algumas crianças a esta pergunta. Eis algumas: Gwen, uma menina de 9 anos: "Quando eu me casar, eu quero alguém que seja alto, bonito e rico, e que odeie espinafre tanto quanto eu". Arnold, de 6 anos: "Eu quero me casar, mas não agora, porque eu ainda não consigo atravessar a rua sem ajuda". Steve, de 10 anos: "Eu quero me casar com alguém bem parecido com a minha mãe, menos, eu espero, que ela não me obrigue a arrumar o meu quarto". Bobby, de 9 anos: "Eu não tenho que me casar com alguém que seja rico, apenas que tenha uma mesada maior que a minha".

Raymond, de 9 anos: "Em primeiro lugar, ela tem que gostar de pizza; depois, ela tem que gostar de torta de ricota; depois, ela tem que gostar de chocolate; e então, o nosso casamento durará para sempre". (Moments Together For Couples, Dennis e Barbara Rainey, 12 de janeiro, Real Books. Trad. J.S.F.)

Por que será que as pessoas se casam? Por medo da solidão? Pra fugirem do domínio dos pais? Para ter filhos? Para ter sexo seguro? Para poderem subir na vida profissional?

Deus nos deu a verdadeira razão em Gênesis 2.18,24: "Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea. (....) Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, e serão uma só carne".

O propósito do casamento não deve ser usufruir da felicidade, mas proporcioná-la ao outro.

William Barclay conta a experiência do "poeta Thomas Carlyle, que amava Jane Welsh Carlyle. Mas Carlyle vivia sempre mal-humorado ("cross-grained") e irritado com ela. Ele nunca tornou a vida feliz para ela. De repente, ela morre. J. A. Froude nos fala dos sentimentos de Carlyle quando isso aconteceu: `Ele estava examinando os papéis, cadernos e diários deixados por ela. Antigas recordações voltaram à sua mente. Em suas longas noites de insônia, reconhecia tarde demais o que sua esposa sentira e sofrera por causa de suas infantis irritações. Suas faltas para com ela tornavam-se agora em julgamento impiedoso. E se ele pouco pensou nessas faltas antes, agora as exagerava para si mesmo, em inútil arrependimento: `Oh!`, clamava muitas vezes, `se eu pudesse vê-la uma vez mais, que fosse apenas por cinco minutos, diria a ela que sempre a amei. Ela jamais o soube, jamais!`. Há um tempo certo para se fazer e para se dizer certas coisas; e quando esse tempo tiver passado, essas coisas não mais poderão ser ditas nem feitas" (BARCLAY, William. The Gospel of John, vol. II, p. 131).

Que Deise e Eliseu pensem no bem-estar um do outro! Que ele viva para fazê-LA feliz! Que ela viva para fazê-LO feliz! A vida é extremamente curta para ser desperdiçada com brigas, com disputas desagradáveis, às vezes completamente desnecessárias. Vivam de tal modo que a passagem do tempo embranqueça os seus cabelos mas não escureça as suas esperanças. Fomentem o sorriso, preservem a gargalhada, cultivem a oração, cantem e louvem a Deus, dando graças por tudo. Até quando? Até que a morte os separe.

Há pouco tempo ouvi, num programa de rádio, um poema inserido num sermão pregado na Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro, pelo Rev. Amantino Adorno Vassão. Gostei muito do poema. Escrevi ao Rev. Amantino, pedindo-lhe cópia do referido poema, que passo a ler para os queridos noivos e para este ilustre auditório. O poema é de A. K. Rowswell e foi traduzido pelo Rev. Amantino, que acrescentou, de lavra sua, a última estrofe:

SE VOCÊ PARTIR PRIMEIRO...

Se você partir primeiro, e eu ficar, percorrendo, solitário(a), a nossa estrada, viverei, amor, no Jardim das Lembranças, a felicidade da nossa jornada. Na primavera, terei as rubras rosas; no quente verão, as brancas margaridas; no outono, ao cair das folhas amarelas, lembrarei a doce união das nossas vidas.

Se você partir primeiro, e eu ficar para a batalha a ser, ainda enfrentada, cada coisa que você, ao passar, tocou será para mim por demais sagrada. Ouvirei sua voz, reverei seu sorriso, na perspectiva amena da lembrança, embora, às cegas, caminhe tateando, amparado na firmeza da esperança.

Se você partir primeiro, e eu ficar para encerrar nossa tarefa comum, nenhuma sombra obscurecerá: A tarefa dos dois será feita por um. Nós gozamos tamanha felicidade e sorvemos nossa taça de alegria! Tal recordação é dádiva de Deus que a morte nunca, jamais, apagaria!

Se você partir primeiro, e eu ficar, há uma só coisa que suplico a você: Logo a seguirei, por divina mercê. Gostarei de ouvir seus mansos, doces passos, para que meu é o mesmo rumo tome, assim, ao final da minha caminhada, você me ouvirá, feliz, chamar seu nome.

Se você partir primeiro, e eu ficar, relembrando nossos momentos de amor, com redobrada fé e mais dedicação, por ambos servirei ao fiel Senhor. Permanecerei na fé que professamos, e quando, enfim, o Pai do céu me chamar, a terra deixarei e partirei cantando a gozar a bênção do celeste lar.


OS DEZ MANDAMENTOS DO PAI CRISTÃO

OS DEZ MANDAMENTOS DO PAI CRISTÃO


"Certa vez eu tive contato com uma mãe acompanhada de seus filhos com a qual comentei ser cristão. Ela prontamente respondeu: todos nós somos!"

É engraçado como hoje, com o "crescimento dos evangélicos", muitos se tornaram "evangélicos". Uns porque os pais o são. Outros porque os parentes o são. E outros ainda porque os amigos o são. Minha pergunta é: Você, é realmente cristão? Aquela mãe poderia ter ouvido: "Cristão é aquele em quem Cristo habita"! A máxima que temos ouvido hoje é de que muitos são "evangélicos". Será? Quem habita em seu coracão?

Não basta acreditar no evangelho é preciso viver o evangelho!

Hoje existe até "evangélico não praticante". É uma vergonha! Que realidade estamos vivendo? A realidade de que esposos estão matando esposas, esposas mandando matar esposos, filhos matando pais e pais matando filhos. O relacionamento familiar está cada vez mais difícil. Conclusão - FALTA DE CRISTO!

O mundo oferece e induz o que há de pior para a família e infelizmente muitos tem aceitado e comprado o que o mundo tem oferecido "tão facilmente". Numa família sem Cristo o relacionamento é insustentável e às vezes insuportável, por isso é preciso reconhecer a necessidade de mudança de valores. Esses valores só podem ser mudados por Jesus Cristo!

Você pode dar a sua parcela. Entregue sua vida para Jesus Cristo! Não para mostrar para alguém sua decisão e ser mais um dizendo que é evangélico, mas para que sua família viva e desfrute o melhor desta terra e quando Cristo voltar você e sua família, estejam preparados para subir com Ele.

Eu gostaria de reproduzir aqui um artigo muito bem elaborado pela equipe pastoral da igreja a qual sou membro, a Igreja do Nazareno Central de Campinas. "Os Dez Mandamentos do Pai Cristão". E nunca se esqueçam que "o que nós passarmos para nossos filhos hoje é o que eles refletirão no futuro". Quer um futuro melhor para seus filhos e para sua família? Tome uma atitude, seja um cristão verdadeiro! Seja um pai cristão!

"Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo. Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vos mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo." (1 Pedro 1:13-16)

I - Guie seus filhos em direção a uma fé viva no Senhor Jesus, consagrando-os, diariamente em oração, e indicando-lhes os amplos horizontes de serviço no Reino dos Céus.

II - Ensine seus filhos a amarem a Palavra de Deus, ajudando-os a entenderem e a viverem a Verdade, em todo o tempo.

III - Faça do seu lar um ambiente de “justiça, paz e alegria no Espírito Santo”, ensinando e promovendo a amizade e hospitalidade.

IV - Estimule seus filhos à integração nas responsabilidades da vida familiar, envolvendo-os nos planos e nos trabalhos do lar.

V - Imprima no coração de seus filhos admiração e respeito pela mãe, levando-os a um vínculo relacional inabalável e intranferível.

VI - Garanta a seus filhos um alicerce emocional sólido por meio do amor incondicional, apreciando as distinções da personalidade de cada um deles.

VII - Procure reconhecer as boas qualidades de seus filhos, alogiando-os em seus êxitos, não apenas, corrigindo-lhes os defeitos.

VIII - Eduque seus filhos em meio as crises, encorajando-os a gerarem grandes oportunidades, a partir de situações adversas delicadas.

IX - Forneça a seus filhos referenciais de comportamento, sendo o principal deles, por meio de exemplos vívidos.

X - Leve seus filhos a uma real apreciação da Igreja, integrando-lhes, e a si mesmo, em suas atividades e compromissos.

Leia 1 Pedro 3:8-12, e que Deus o abençoe em Nome de Jesus!


O que deve um Cristão fazer se for casado com um incrédulo?

Pergunta: "O que deve um Cristão fazer se for casado com um incrédulo?"

Resposta: Ser casado com um incrédulo pode ser um dos desafios mais difíceis na vida de um Cristão. O casamento é um contrato sagrado que une duas pessoas em uma só carne (Mateus 19:5). Pode ser muito difícil que um cristão e seu cônjuge incrédulo vivam em harmonia (2 Coríntios 6:14-15). Se uma pessoa se torna um Cristão depois do casamento, as dificuldades inerentes que surgem por viver sob duas autoridades diferentes se tornam bem aparentes.

Frequentemente Cristãos nessa situação procuram por uma forma de sair do casamento, pois estão convencidos de que essa é a única forma de realmente trazer honra a Deus. A Palavra de Deus, no entanto, diz o contrário. O Apóstolo Paulo disse: “Ande cada um segundo o Senhor lhe tem distribuído, cada um conforme Deus o tem chamado. É assim que ordeno em todas as igrejas” (1 Coríntios 7:17). É muito importante que estejamos contentes em nossa situação e que procuremos por formas de trazer glória a Deus através de nossas circunstâncias e desafios.

A Bíblia se dirige especificamente àqueles que são casados com incrédulos em 1 Coríntios 7:12-14: “Aos mais digo eu, não o Senhor: se algum irmão tem mulher incrédula, e esta consente em morar com ele, não a abandone; e a mulher que tem marido incrédulo, e este consente em viver com ela, não deixe o marido. Porque o marido incrédulo é santificado no convívio da esposa, e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente. Doutra sorte, os vossos filhos seriam impuros; porém, agora, são santos.”

Cristãos casados com incrédulos precisarão orar que o poder do Espírito Santo os capacite a proclamar a Cristo e a viver com a constante lembrança da presença de Deus (1 João 1:7). Eles devem pedir a Deus que Seu poder transformador mude seus corações e produza o fruto do Espírito Santo (Gálatas 5:22-23). Uma esposa Cristã é obrigada a ter um coração submisso, até mesmo para com o seu marido incrédulo (1 Pedro 3:1), e ela vai precisar permanecer perto do Senhor e depender de Sua graça para poder viver de uma forma que agrada a Deus, mesmo em circunstâncias tão difíceis.

Os Cristãos não devem viver vidas solitárias; eles precisam do apoio de outras fontes, tais como de sua igreja e de grupos de estudos bíblicos. Estar casado com um incrédulo não altera a santidade do relacionamento, por isso deve ser a prioridade de todo Cristão orar por seu cônjuge, ser um bom exemplo e permitir que a vida de Cristo brilhe fortemente para o mundo (Filipenses 2:14).


Os ataques do diabo contra o casamento e a resposta de Deus

Por Pr Ismael.
Quando falamos em batalha espiritual, o texto mais usual é o de Efésios, capítulo 6, onde Paulo fala da armadura do cristão para fazer frente ao inimigo que nos rodeia procurando uma “facilidade” para então nos tragar.

Acontece que esse texto, muitas vezes, é extraído do seu contexto, que sãos as relações conjugais, de família, e sociais, conforme se vê no capítulo anterior, Ef 5:21-33 e também Ef.6:1-4. Não que seja errado usar o texto de Efésios 6. 10-20 para outros momentos de reflexão, mas é preciso perceber a grandeza do tema para a família. Ele é uma ferramenta poderosa para a família superar suas crises, especialmente quando assume as armas ali descritas.
É interessante observar que houve um tempo em nosso ministério fazíamos nossas orações de batalha espiritual e aprendemos a nos apropriarmos misticamente das armas que ali em Ef 6:10-20 são descritas, como o capacete da salvação, a couraça da justiça, o escudo da fé, o cinto da verdade, e as sandálias da paz, e a espada do Espírito, e nós fazíamos assim sem discernir totalmente a profundidade daquilo que Paulo estava ensinando. Lembro que nós até encenávamos o vestir do capacete, da couraça, do cinto, das sandálias, e empunhávamos a espada, não que isso fosse um mal em si mesmo, mas que havia verdades maiores que estavam ficando para trás, e das quais falaremos logo adiante.

Paulo trata em sua epístola aos Efésios sobre coisas maravilhosas demais para a família, tendo no capítulo 6.10-20, tratado de batalha espiritual, sendo este tema precedido de seções sobre bênçãos espirituais dos cristãos em Cristo ( Ef 1.3-14) , sobre o fato de terem recebido vida em Cristo ( Ef 2.1-10) ,e agora serem um com Cristo e com os outros cristãos (Ef 2.11-22; 4.1-16), e sobre a vida como filhos da luz, que se desfizeram da velha natureza pecaminosa e se revestem da nova natureza, criados segundo Deus em verdadeira justiça e santidade ( Ef 4.17_5.20).
No pensar de Paulo, é no relacionamento entre as pessoas, seja no trabalho, em casa, entre cristãos e também com os incrédulos, que a batalha espiritual acontece e é preciso aprender a lidar com ela.
Todo cristão, precisa compreender plenamente o que significa:

* ser escolhido em Cristo para ser santo e irrepreensível ( Ef.1.4,11) ,
**ser predestinado a ser adotado como filho em Cristo (Ef1.5_6,11),
***ter a redenção pelo sangue de Cristo e o perdão dos pecados ( Ef 1.7) ,
**** e ter sido selado pelo Espírito Santo como garantia da nossa herança em Cristo ( Ef 1.13_14) .

Os cristãos precisam entender que sua conversão implica afastar-se do pecado, a fim de não fazer mais a vontade de sua natureza pecaminosa, voltar-se para Deus e servi-lo no poder do Espírito Santo ( Ef 2.1-10).

Precisam entender a união com outros cristãos em Cristo ( Ef 2.11-22; 4.1-16) e confrontar o pecado em sua própria vida, considerando a velha natureza pecaminosa morta em Cristo e a si mesmo como quem vive no Senhor ressurreto ( Ef 4,17-5.20).

E a ordem de Paulo para o casal e para a família é que se encham do Espírito ( Ef 5.18), como uma preparação para batalhar espiritualmente, empunhando a espada do Espírito ( Ef.6.17) e orar no Espírito (Ef 6.18), atentando sempre para o fato que não é contra as pessoas que temos que lutar, mas sim contra as forças espirituais da maldade ( Ef 6.12) , deixando claro, a importância dessa batalha para a família de uma forma integrada, ou seja, reconhecendo quem somos, nossa predestinação, a importância dos relacionamentos conjugais e de família, quem são os verdadeiros inimigos, as armas poderosas que temos, o enchimento com o Espírito Santo e aí sim, empunhar a Espada do Espírito e travar as batalhas fortalecido.
E nas questões de família é preciso lembrar que sem o enchimento do Espírito Santo, nossa natureza pecaminosa levará a nos rebelarmos contra os planos de Deus e que o inimigo procurará usar nossos desejos e inclinações pecaminosas para nos fazer desviar da verdade.

Quero, agora, tratar das armas que Paulo está falando em Ef 6:10-20:
1- A verdade: Como todos os cristãos, os cônjuges devem abandonar a mentira, e cada um falar a verdade com seu próximo (Ef 4.25). Devem, contudo, dizer a verdade em amor e crescer em tudo naquele que o cabeça, Cristo ( Ef 4.15). Devem se esforçar para que não saia de suas bocas nada que provoque destruição, mas só o que for bom para a edificação ( Ef.4.29).Minha esposa, quando algo está errado no comportamento de nossos filhos ou mesmo no meu comportamento, ela se determina a não dar armas para que o diabo use contra nós mesmos, como dizer coisas que autorizem o diabo agir contra a família, então, ela se cala e repreende. No momento do nervosismo é a hora que se libera e autoriza a ação dele, o Diabo.
2- A justiça. Aqui fala da retidão de conduta do cristão, tanto diante de Deus como também diante das demais pessoas, conforme o salmo 15: ”SENHOR, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte?Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração.Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo; a cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao SENHOR; aquele que jura com dano seu, e contudo não muda. Aquele que não dá o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente. Quem faz isto nunca será abalado. Quando o casal pratica a justiça dentro de casa, os filhos aprendem, e se comportam como tal. Onde há justiça há paz, do contrário, onde há injustiça, há conflito.
3- A paz: Como cristãos, marido e mulher receberam a paz de Cristo ( Jo 14.27; 16.33) e em tendo a paz devem distribuir dessa paz a todos, servindo como pacificadores e não contendores. ( Mt 5.9; 2Co5.17-18).

4- A salvação: Uma vez que são salvos, marido e mulher, sabedores de seu destino eterno, podem se amar de maneira intensa e abnegada, o marido sendo um líder coerente e amoroso, que não abusa e não violenta, é um protetor; e a mulher confia e se sujeita a ele em respeito e amor, tem o seu coração pacificado.( Ef.5-21-33).
5- A Palavra de Deus. Esta é a lâmpada para os pés do casal, ela não os deixará andar em trevas, será um norte seguro, uma direção, um ideal a ser buscado, devendo ambos permanecer nesta Palavra ( Jo 8.31), e mais, participar ativamente de uma igreja local onde esta Palavra seja pregada ( 2Tm 4.2).
6- A oração. Orar juntos é uma conquista do casal, há resistências, especialmente por parte dos homens, mas não deve ser deixada de lado, não pode deixar de ser buscada, pois ela faz o casal “manter o vínculo da paz” ( Ef 4.3). Eles devem apresentar seus pedidos e súplicas e crer que Deus ouve e atende as orações ( Fp 4.6-7; I Pe 5.7)

E para encerrar, todo cristão deve se lembrar:


“Pois não é contra a carne e o sangue que temos que lutar...”Por isso tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau, e havendo feito tudo, permanecer firmes” ( Ef 6.12-13).


Meu marido não quer sexo

Meu marido não quer transar comigo! -Ela reclama. Aos mais desinformados parece que isso não acontece com os homens, apenas com as mulheres, mas creiam, isso é normal acontecer com os homens também. E abaixo vamos enumerar alguns motivos que podem levar a isso.
Causas possíveis:

1- Ele está tendo um caso com outra mulher.
2-Está se masturbando.
3-Viciou em pornografia. Observar o tempo que passa no computador.
4-Está doente.
5-Está endividado ou com stress muito alto.
6-Está empolgado com um projeto novo.
7-Ele tem preguiça sexual, foi diminuindo a frequência e agora não quer mais.
8-Andropausa ( menopausa masculina). O uso de viagra pode ajudar muito.
9-Falta de iniciativa por parte dela.( ela é apática demais e não estimula o homem)
10-Nível baixo de testosterona ( hormônio sexual masculino- mal que afeta 11% dos homens. Sintomas que indicam que o nível de testosterona está baixo -perda de massa muscular, fadiga, cansaço, disfunção erétil, mau humor- falta de libido.
11-Está fazendo tratamento de hipertensão, ou outros remédios que impeçam a ereção.
12-Está com impotência situacional, ou seja, algum problema emocional o está impedindo de ter ereção.

Fonte :Womans Day

Observação: A esposa deve ser observadora e acompanhar os hábitos dele, e logo saberá que tipo de problema o está afligindo. Na maioria das vezes, há cura ou solução para o problema. O médico deve ser consultado.Deve-se ter o cuidado de não ir logo fazendo acusações sobre masturbação, pornografia, e adultério, pois isso pode não se confirmar e piorar ainda mais a situação.



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