quarta-feira, 4 de abril de 2012

Igreja faz cerimônia de “rebatismo” para fiel que fez cirurgia de mudança de sexo


Autointitulada “luterana sarcástica” e “encrenqueira pós-moderna”, a pastora Nadia Bolz Weber relatou recentemente uma inovação na igreja que lidera, a House for all Sinners and Saints (Casa para todos os pecadores e santos).

Apesar de adotar uma postura teológica luterana, Weber é adepta de uma mentalidade “inclusiva”, ou seja, aceita e incentiva o estilo de vida dos homossexuais. E seu relato é sobre o rebatismo para transgêneros que passaram por cirurgia de mudança de sexo.

De acordo com o portal Patheos uma frequentadora da igreja, Mary Christine Callahan, passou recentemente por uma cirurgia de mudança de sexo e adotou o nome de Asher O’Callaghan. Então a pastora realizou o que chamou de “rebatismo”, ou seja, abençoou-o para que ele possa usar com liberdade seu novo nome, que condiz mais com seu novo corpo.

Diante da congregação a pastora abençoou Asher, que anteriormente era uma mulher, e fez a leitura da carta de Paulo aos Gálatas, capítulo 3, versos 27 e 28: “Porque todos quantos fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo. Não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; não há homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus”.

A cerimônia prosseguiu com uma oração feita pastora. Na oração Weber mencionou situações em que Deus mudou o nome das pessoas na Bíblia, como Abraão, Sara, Jacó, Pedro e Paulo. E explicou que a partir daquele momento, depois de ter “despertado” o homem que habitava em seu corpo, Asher deveria “usar este nome em nome de Cristo. Compartilhá-lo em nome da misericórdia. Oferecê-lo em nome da Justiça”

A pastora não explicou exatamente suas motivações para fazer o “rebatismo”, apenas escreveu que um procedimento parecido já era realizado em uma igreja episcopal anglicana igualmente inclusiva.

Fonte: Gospel+



Quase metade dos dependentes de álcool e outras drogas tem disfunção sexual

Embora a cocaína aumente o desejo, seu uso crônico, assim como o de outras drogas, provoca efeito contrário

Atualizada às 16h

Estudo feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) indica que 47% dos dependentes de álcool e outras drogas apresentam alguma disfunção sexual. O número é bem maior que a prevalência de 18,2% registrada em 2004, no Estudo da Vida Sexual do Brasileiro.

O trabalho é de autoria da psiquiatra Alessandra Diehl, da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad), da Unifesp. Foram avaliadas 215 pessoas em tratamento contra dependência no local. De acordo com a autora da pesquisa, o número é representativo e pode ser confrontado com a população geral.

Entre os principais problemas relatados pelos entrevistados, a ejaculação precoce lidera, afetando 39% deles. Em seguida, aparecem desejo sexual diminuído (19%), dificuldade de ereção (12%), retardo na ejaculação (8%) e dor durante a relação (4%).

A psiquiatra explica que o tabagismo, o alcoolismo e a dependência de drogas como maconha, cocaína e crack, são importantes fatores de risco para o desenvolvimento de disfunções sexuais, principalmente disfunção erétil nos homens. Isso ocorre porque as substâncias promovem alterações na arquitetura vascular, afetando os órgãos.

A psiquiatra esclarece que, embora a cocaína aumente o desejo, seu uso crônico provoca efeito contrário.

Outras drogas de abuso, como o ecstasy, o crystal e o ácido gama-hidroxibutírico (GHB), também conhecido como “Boa Noite Cinderela”, são muito procuradas por melhorar a libido. No entanto, a busca por essas drogas, com o tempo, passa a ser mais para aliviar sintomas de abstinência do que pelo prazer propriamente dito.

Promiscuidade

Um dado que também chamou a atenção dos pesquisadores foi o comportamento sexual de risco entre os entrevistados. Além de 41% deles não usarem preservativos durante a relação sexual e 27% usarem esporadicamente, a média de parcerias sexuais relatada foi de cinco ao ano. Quase duas vezes maior que a média recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de três ao ano, para o comportamento “não promíscuo”. Na população geral brasileira, a média encontrada no EVSB foi de 1,47 parcerias entre as mulheres e, 2,96, entre os homens.

Veja o perfil do comportamento sexual dos dependentes químicos, conforme o estudo

47% relataram alguma dificuldade sexual
5 parcerias sexuais é a média no último ano
3 relações sexuais é a média por semana
87% tiveram atividade sexual nos últimos 12 meses
90% são heterossexuais
36% tiveram experiências homossexuais
15% tiveram experiências homossexuais relacionada à aquisição ou troca por droga
41% não usam preservativos e, 23%, usam esporadicamente
49% avaliam como bom o seu desempenho sexual
31% já tiveram alguma DST (doença sexualmente transmissível)
56% são solteiros
Segundo a pesquisadora, um dos principais motivos da busca por novas ou várias parcerias afetivas e sexuais nesta população tem relação com as características de poliusuários de drogas e/ou de crack, que demonstram extrema impulsividade e pobre avaliação de riscos, com necessidade urgente de satisfação imediata. Ela conta que 68% dos dependentes precisam de intervenção e orientação profissional para diminuir riscos.

Atendimento

Apesar de perceberem que algo não vai bem em sua vida sexual, apenas 12% dos usuários de drogas procuram ajuda médica e outros 12% atribuem o problema ao uso de substâncias psicoativas.

Para a autora da pesquisa, é primordial unir esforços para a intervenção precoce nestes indivíduos a fim de minimizar os danos. Entretanto, de acordo com ela, a grande maioria dos serviços destinados a dependentes químicos não têm, em sua grade de intervenções terapêuticas, a proposta de educação em saúde sexual de forma sistemática.

Há cerca de um ano, a Uniad de São Bernardo do Campo se dedica ao tema. Semanalmente uma psicóloga e uma terapeuta ocupacional discutem, de forma lúdica, educativa e científica, mitos e verdades sobre o uso de preservativos, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, métodos contraceptivos, namoro e casamento.

http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/06/02/quase-metade-dos-dependentes-de-alcool-e-outras-drogas-tem-disfuncao-sexual.jhtm


Não é proibido proibir as drogas, é vital

Dez razões para não se legalizar drogas ilícitas Antes que venham dizer que a tragédia do helicóptero da PM é consequência da proibição às drogas, gostaria de defender o combate ao tráfico de drogas. Com mais inteligência e menos truculência, é claro. A violência urbana se daria com ou sem proibição às drogas e bandidos se armam desde que o mundo é mundo, não apenas porque o consumo de drogas financia seu poderio bélico. Nunca se provou, por exemplo, que o jogo do bicho tenha se associado ao tráfico de drogas, mas a contravenão foi a primeira na história do crime organizado no Rio a constituir um exército particular com homens armados e pela própria polícia. Eis a questão vital que não há política de segurança pública que dê jeito no Rio: a corrupção do aparelho repressivo (polícia e Justiça).

Pela milésima vez vou dizer que não sou favorável à prisão de usuários de drogas leves como a maconha, desde que eles se comprometam perante um sistema de Justiça Terapêutica a se submeter a algum tipo de tratamento psicológico ou médico que verifique se são ou não dependentes químicos e quais os riscos que oferecem à comunidade onde estão inseridos (família, trabalho, escola ou qualquer outro grupo
social). Eu confesso que não importo muito se alguém decide usar drogas. É um problema dele. Só não quero que quem não usa tenha que, de alguma forma, pagar por isso. É um problema nosso. Por isso
apresento aqui minhas

Dez razões para não se legalizar as drogas ilícitas

1- A desculpa mais comum dos defensores da legalização é de que
fracassou a política mundial de combate às drogas. Ora, isso
significaria acreditar que se a polícia não consegue cumprir sua
missão, vamos então descriminalizar o máximo que pudermos para
aliviarmos o sistema policial e penal. O Estado tem que rever suas
estratégias de combate ao crime, inclusive o de tráfico internacional
de drogas. 2 - A tese de que algo proibido atrai mais a atenção do ser humano é
outro engodo. Isso nos levaria ao raciocínio trágico de que todas as
leis devem ser banidas para que as pessoas se comportem melhor,
respeitando umas às outras.

3 - O argumento de que a legalização forçaria o crime organizado a
sair do comércio de drogas é outra falácia. Qualquer um sabe que
existe mercado paralelo para tudo. E, no caso das drogas, os
traficantes não abandonariam o segmento em hipótese alguma. Não apenas
porque muitos deles são usuários e não se inscreveriam em nenhum
programa oficial para adquirir sua cota, como assim também fariam
muitos dependentes que não se sentem seguros em confessar o próprio
vício.

4 - Outra cascata é dizer que a legalização da droga permitiria a
regularização do mercado e um preço muito mais baixo acabaria com a
necessidade de se roubar para conseguir dinheiro para as drogas.
Muitos usuários de drogas praticam crimes não por necessidade, mas
apenas porque se sentem mais estimulados a emoções mais fortes,
sobretudo com o uso de drogas pesadas como a cocaína. Crime também
está associado à rebeldia.

5 - Legalizar as drogas porque estaria aumentando o número de usuários
também não cola. Se realmente está aumentando o número de usuários de
drogas ilícitas - na contramão do combate à cultura do tabaco e do
álcool - o Estado deveria investir tudo na prevenção contra o uso de drogas
lícitas ou ilícitas até porque essa medida resultaria em menos gastos
com o tratamento médico dessas pessoas.

6 - A legalização não ajudaria a disseminar informação real sobre as
drogas, em hipótese alguma. O que permitiria saber dos perigos das
drogas é aumentar os investimentos e esforços em prol de uma cultura
de prevenção, que não acontece nem em países desenvolvidos, que
enfrentam esse problema exclusivamente sob o viés da repressão. Para
cada dólar gasto em prevenção, os Estados Unidos põem três na
repressão.

7 - As políticas de redução de dano (o uso controlado de drogas
injetáveis, por exemplo) são de fato importantes para se salvar vidas,
mas não significam em hipótese alguma que servem para se legalizar as
drogas. São coisas diferentes. Quem já dançou, tem direito a ser inserido nessa política para não morrer e matar outros.

8 - Como defendem alguns, a legalização não restauraria o direito de
se usar drogas responsavelmente porque drogas quase sempre não
combinam com responsabilidade social e nem individual. Como não há
dúvida de que drogas fazem mal à saúde, como alguém que as usa pode
ser considerado responsável consigo mesmo? Há uma contradição nisso.

9 - Se as prisões por uso de droga são claramente discriminatórias do
ponto de vista social (um pobre com um quilo de maconha é preso por
tráfico e um integrante de classe média, com a mesma quantidade, é
preso por uso), o que é preciso é nivelar a punição ao crime ao menos
com um processo judicial, como acontece hoje, e não se liberar todos.

10 - Não existe absolutamente nenhuma evidência que a legalização
esteja resolvendo o problema no mundo. E é óbvio que, para surtir
algum efeito, uma política de legalização tem que ser globalizada. Não
terá êxito algum se for aprovada apenas por um país porque o tráfico
internacional de drogas, assim como outros tipos de crimes, hoje é
totalmente globalizado e conectado.


http://forum.portaldovt.com.br/forum/index.php?showtopic=103740


Psicólogo diz que Pedofilia é Orientação Sexual

Em discurso no plenário, o senador evangélico Magno Malta (PR-ES) condenou as recentes declarações do professor Hubert Van Gijseghem de que a pedofilia é uma orientação sexual.


Segundo o senador, a declaração do psicólogo belga é uma mensagem subliminar e incentiva a pedofilia.

A afirmação do professor foi feita durante debate no parlamento canadense. Van Gijseghem afirmou que os verdadeiros pedófilos têm preferência exclusiva por crianças, o que é a mesma coisa de ter uma orientação sexual, que não pode ser mudada. Apesar disso, afirmou o professor, os pedófilos podem viver uma vida de abstinência. O senador não concorda com as declarações.

- É gente trabalhando ao redor do mundo para formar uma consciência de que é normal e é perfeitamente aceitável a violência sexual contra crianças - protestou o senador.

Plebiscitos

Magno Malta também defendeu a redução da maioridade penal como "parte da engrenagem" para acabar com a violência. O senador afirmou que vai propor a realização de um plebiscito sobre o tema.

Com relação à possibilidade de realização de um plebiscito sobre o desarmamento, o senador disse que a iniciativa "é louvável". Para ele, é preciso sair da hipocrisia e discutir o assunto.

(Informações Senado.gov)


Magno Malta aplaude juiz que proibiu filme de pornografia infantil e pedofilia


"A Serbian Film : Terror sem Limites" programado pelo festival de cinema fantástico do Rio é o longa mais censurado e polêmico da atualidade

Presidente da Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira, senador Magno Malta (PR/ES) manifestou total apoio ao Juizado da 1ª Vara da Infância e da Juventude do Rio de Janeiro que proibiu a exibição no RioFan, festival de cinema fantástico do Rio, que programou o filme que contém incesto, pedofilia, necrofilia, violência a granel - incluindo dois assassinatos em que a arma é um pênis - e, em seu momento mais polêmico e chocante, o estupro de um recém-nascido. “É uma produção estrangeira que violenta o público, escandaliza e faz apologia a pornográfica infantil. Não é arte, trata-se de caso de polícia”, verbalizou indignado Magno Malta.

"A Serbian Film" conta a história de um astro pornô aposentado que, por uma fortuna, aceita fazer um último filme, uma obra pornográfica com pretensões artísticas. Durante as filmagens, ele é drogado e forçado a cometer atrocidades sexuais. É o filme mais censurado dos últimos 16 anos no Reino Unido e foi liberado após 49 cortes. Na Noruega, está vetado; na Espanha, rendeu um processo ao diretor do festival que o exibiu. Também teve problemas com a lei na Alemanha e foi censurado em seu país de origem, a Sérvia.

Por decisão da Caixa Econômica Federal, Serbian Film foi retirado da programação da mostra RIOFAN, em cartaz na CAIXA Cultural RJ e patrocinada por essa Instituição.” Mas o Grupo Estação, em parceria com a distribuidora Petrini Filme insistiu e ameaçou promover uma sessão extraordinária de A Serbian Film no Cine Odeon, no sábado, dia 23 de julho. Mas a justiça não falhou e censurou no memo dia a exibição no Rio de Janeiro. “Uma medida acertada em favor dos bons costumes, da moral e da família brasileira”, elogiou Malta.

Para Magno Malta, que não assistiu o filme mas leu a sinopse, “é um pesadelo de horror, pornô violento e criminoso com requites de crueldade”, definiu Magno Malta. No Twitter, o gaúcho Cássio Elsen, que baixou pela internet, comentou:” foi um show de horror. Pésssimo, repugnante e foge ao bom senso. O diretor deve ter tido uma infãncia atormentada e sofrida para produzir duas horas de maldade e crueldade”, concluiu

Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador


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