quarta-feira, 4 de abril de 2012

Vaticano conclui processos canônicos e expulsa dois monsenhores e padre pedófilos de Alagoas

Os pedófilos condenados pela justiça e expulsos pelo Papa
Os pedófilos condenados pela justiça e expulsos pelo Papa

Os monsenhores Luiz Marques Barbosa, 83, e Raimundo Gomes, 54, e o padre Edilson Duarte, 44, foram denunciados pelo senador Magno Malta (PR/ES) que presidia a CPI da Pedofilia

Segundo as vítimas, ex-coroinhas de Arapiraca, em Alagoas, “o bispo de Penedo, dom Valério Breda, se reuniu com os três na casa de Anderson Farias Silva, 22, uma das vítimas, para comunicar a decisão do Vaticano. "Ele disse apenas que os três não são mais padres", afirma Cícero Flávio Barbosa, 24, outra vítima. Fabiano Ferreira, 22, também foi abusado pelos religiosos durante mais de seis anos.

Os denunciados, até então autoridades respeitadas no município de Arapiraca, foram investigados pela CPI da Pedofilia. Monsenhor Luiz Marques, idoso de 83 anos, foi filmado, em toda virilidade, em cenas de sexo com um jovem coroinha. Para os familiares das vítimas, a expulsão "prova" que as acusações são verdadeiras e que o Senador Magno Malta agiu corretamente dando voz de prisão ao Monsenhor Luiz Marques, que também é tenente -coronel da Polícia Militar e ex-capeão de São Paulo.

Em dezembro, a Justiça condenou Luiz Marques a 21 anos de prisão por exploração sexual de menores, e Raimundo e Edilson, há 16 anos e quatro meses cada um. Os três negam abuso e vão recorrer em liberdade.

As vítimas, Anderson Farias, Cícero Flávio e Fabiano Ferreira, em breve contato telefônico com o senador Magno Malta, emocionados, agradeceram a coragem do parlamentar do Espírito Santo que desbaratou a quadrilha de abusadores, que usava o bom nome da Igreja para explorar e abusar sexualmente de meninos carentes.

Senador Magno Malta, que está em São Paulo, já sabia da condenação judicial, mas foi surpreendido com a informação da expulsão dos ex-padres. “Já apresentei Voto de Aplausos ao Papa Bento XVI que considerou abominável e hediondo o crime da pedofilia, agora, fico mais feliz de saber que o Vaticano não deixou impune a quadrilha que não respeitava a Igreja e cometia crimes que matam a alma das crianças e jovens”, resumiu Malta, que no período eleitoral sofreu dura perserguição da Igreja Católica no Espírito Santo.

Para o senador será motivo de honra e alegria rever os jovens e familiares que tiveram a dignidade de enfrentar a cidade, reduto extremamente católico, para denunciar o mais grave escândalo já ocorrido no seio da Igreja em Alagoas. "Seja quem for, padres, pastores, juizes, médicos, ricos ou pobres, que venham abusar de crianças devem aprodrecer na cadeia", setenciou Malta que defende no Brasil a pena de prisão perpétua para pedófilos.

Quase dois anos após denunciarem o abuso, os três afirmam que largaram os estudos e não conseguem emprego. "Ficamos muito expostos. Todo mundo nos conhece", diz Cícero Flávio Barbosa. "A gente sai na rua e ouve: 'Aquele lá é o coroinha'. Fica difícil estudar e trabalhar assim", afirma Anderson Farias Silva. Fabiano Ferreira, 22, conta que é xingado por quem apóia os religiosos.

Os abusos sexuais contra crianças começavam no seminário. Depois de abusados, os religioso, então já sem alma, viravam abusadores. Foram décadas de práticas imorais na paróquia. “Acabamos com um ciclo. O padre Edilson réu confesso, disse-me no Fórum de Arapiraca que aos 14 anos foi abusado no seminário. Quando ordenado padre, ele então virou um pedófilo, aliciando crianças de 10 anos de idade, como foi denunciado por um pai. É momento de apoiar estas vítimas que regataram a moral da cidade e não merecem nenhum estigma. São heróis, jovens simples, que deram uma lição de ética e coragem. Vou recebê-los em breve, como prova de apoio e farei uma homenagem pública aos três cidadãos”, finalizou Magno Malta.


Maioria dos internautas é contra projeto que criminaliza a homofobia

A maioria dos internautas que votou na enquete da Agência Senado e da Secretaria de Pesquisas e Opinião Pública (Sepop), no mês de novembro, se posicionou contra a aprovação do PLC 122/06, que torna crime a discriminação contra idosos, deficientes e homossexuais. Do total, 51,54% foram contrários à proposta e 48,46% a favor.

A enquete recebeu 465.326 votos, e foi a que mais mobilizou votantes desde que esse tipo de consulta foi criado. Até então, o que mais havia atraído internautas foi o questionamento a respeito do projeto que institui cotas raciais, que recebeu quase 360 mil votos.

A Agência Senado frisa que as enquetes pela internet não utilizam métodos científicos, apenas colocam os temas em debate. Entretanto, o DataSenado fez pesquisa, dessa vez científica, a respeito do tema e nesse caso, 70% dos entrevistados foram favoráveis ao projeto que criminaliza a homofobia . Veja detalhes aqui .

No início do mês, a enquete enfrentou problemas técnicos, saiu do ar por alguns dias e retornou depois, com o aprimoramento do sistema de segurança. Houve a suspeita de burla ao sistema, já que em apenas três dias no ar (de 3 a 6 de dezembro), recebeu mais de 500 mil respostas.

Veja aqui o resultado de consultas anteriores.

Tramitação
Substitutivo ao PLC 122/06 , relatado pela senadora Fátima Cleide (PT-RO), foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e tramita agora na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). O texto prevê a punição com pena de um a três anos de prisão, pela discriminação contra pessoa idosa ou com deficiência e ainda em razão da orientação sexual .

Pelo texto do substitutivo, a lei que define e pune atos de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou origem (Lei 7.716, de 1989), passa a também tratar da discriminação contra pessoa idosa, com deficiência e por orientação sexual, sexo ou identidade de gênero. Em relação ao projeto da Câmara, houve a inclusão dos idosos e das pessoas com deficiência entre os protegidos pela proposta.

O projeto é polêmico e tramita no Senado desde o final de 2006, ano em que foi aprovado na Câmara. Uma dos argumentos levantados por seus opositores é que ele fere o direito à liberdade religiosa e o direito à opinião.

O dispositivo que mais preocupa os parlamentares opositores ao projeto é o que define pena de até três anos de prisão para quem praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceitos semelhantes.

A matéria ainda deve ser analisada, além da CDH, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e pelo Plenário do Senado. Se aprovada por essas duas instâncias, volta à Câmara, pois o texto proveniente daquela Casa foi modificado.

Fonte: Agência Senado


E se o PLC 122 fosse aprovado hoje, como ficaria?

Gostaria de contribuir um pouco mais com o debate sobre o PLC 122/2006, “que pune a discriminação contra homossexuais”, cuja enquete está na página do Senado. Desta vez, minha colaboração é no sentido de permitir a você um julgamento pessoal sobre essa questão.

A gente ouve vozes alarmadas, pedindo que você vá lá e vote “não” e acaba se sentindo manipulado. Então, minha colaboração é a seguinte: veja aqui todo o texto do parecer da senadora Fátima Cleide, na Comissão de Assuntos Sociais (parecer aprovado na Comissão, na forma de um substitutivo).

Para facilitar seu entendimento da matéria, já que o PLC 122 altera uma lei já existente, eu fiz uma consolidação. Ou seja, peguei as alterações propostas e as inseri na lei alterada, de modo a você poder ler o texto final, passado a limpo, como ele ficaria se fosse promulgado hoje. Não é o caso; tem muita água para passar por baixo dessa ponte, ainda. Coloquei as alterações em outra cor para facilitar o entendimento das últimas mudanças.

Se esse assunto lhe interessar, leia o texto e a argumentação da senadora e faça sua própria avaliação. Sem alarde, sem induções pró ou contra (muita gente tem escrito, perguntando se deve responder sim ou não à enquete do Senado; e eu tenho evitado uma resposta desse tipo).

Espero, com isso, ajudar você a adquirir uma consciência crítica e livre sobre um tema tão controvertido e que tem alarmado os cristãos.Fonte: Portal Creio


Ministério Público garante que professor capixaba abusou sexualmente de crianças


Magno Malta recebe inúmeras denúncias de pedofilia em todo o Brasil

Senador Magno Malta (PR/ES) quer rigor nas investigações e já sabe que há provas mais que suficientes para oferecimento de denúncia contra o acusado de pedofilia

A 14ª Promotoria de Justiça Criminal de Vila Velha baseou-se em relatórios de sete profissionais entre psicólogos, assistentes sociais e pedagogos e também em mais de 20 depoimentos para oferecer denúncia e pedir a prisão do professor de educação física, de 27 anos, suspeito de abusar de, pelo menos, 13 crianças com idades de três a cinco anos. O número de vítimas pode ser bem maior.

O Ministério Público concluiu que há provas mais que suficientes para oferecimento de denúncia contra o investigado. O nome dele e da escola onde ocorreram os abusos, de acordo com a promotoria, não podem ser divulgados porque o processo transcorre em sigilo. O pedido de prisão preventiva, sem prazo de carceragem e decretada pela 1ª Vara Criminal de Vila Velha, foi com base na acusação de estupro de vulneráveis – combinados os artigos 217 A, 226 e 71 do Código Penal.

Magno Malta demonstrou indignação com o abuso de um professor do município que tem feito várias campanhas educativas de combate a pedofilia. “Este monstro tem que apodrecer na cadeia”, sentenciou Malta, ex-presidente da CPI da Pedofilia.

Esta semana, o senador recebeu ligação dos jovens coroinhas da cidade Ararapiraca que durante anos foram vítimas de abusos sexuais por parte de religiosos. Após a condenação de três padres, os jovens querem vir até Vitória para demonstrarem gratidão a coragem do senador que deu voz de prisão ao Monsenhor Luiz Marques, home influente na cidade, pedófilo, julgado e condenado.

Quanto às vítimas do professor de Vila Velha, Um dos relatórios, com análises psicológicas dos alunos abusados, remetidos à promotoria, é do Corpo de Psicologia da Vara da Infância e Juventude municipal. Este documento aponta ser impossível a possibilidade de que as crianças tenham sido sugeridas a mentir, em seus relatos aos próprios pais e aos psicólogos.

Fonte: Assessoria de Imprensa



Após CPI da Pedofilia abuso sexual na infância é mais denunciado


Para o senador Magno Malta (PR/ES) o Brasil despertou e aumentou em todas as regiões o número de atendimentos a crianças vítimas de abuso sexual

A conscientização da sociedade e a mudança de comportamento foram os fatos mais relevantes da Comissão Parlamentar que Investigou a Pedofilia no país. Segundo o criador e ex-presidente, senador Magno Malta, "além das prisões e alterações na legislação, o Brasil despertou para uma realidade que vivia escondida nos próprios lares, igrejas, escolas e em todos os segmentos sociais".

“As pessoas estão mais orientadas, procurando ajuda, conversando. Há 10 anos, desconheciam os serviços de auxílio às vítimas de abuso sexual”, informou Magno Malta, autor também de várias cartilhas e campanhas contra a pedofilia. Para ele, parte disso se deve à propagação da informação sobre a importância de denúncias, parte mostra a mudança na postura dos pais. "Eles estão dando mais atenção ao que os filhos dizem hoje. Afinal, nem tudo o que as crianças contam é mentira”, revelou Malta que viajou todo o Brasil investigando diversos casos que terminaram com prisões.

Depois desta rica experiência, Magno Malta recomenda manter um diálogo aberto, aliás, é a chave para proteger os filhos. Explique, por exemplo, sem assustá-las, em uma conversa descontraída, que o corpo é só delas, e não é certo que outras pessoas toquem sem a permissão delas. Na infância, elas ainda não têm maturidade para falar sobre sexo. Então, cabe a você encontrar a melhor forma para abordar, aí na sua casa, um assunto tão delicado. A outra dica é ficar de olho no comportamento da criança e principalmente no uso do computador.

O próprio senador continua recebendo inúmeras denúncias. Mas outras instituições também confirmam este fato. Em 10 anos, triplicou o número de atendimentos a crianças vítimas de abuso sexual em São Paulo, de acordo com o levantamento da Secretaria de Estado da Saúde no hospital estadual Pérola Byington.

No site www.todoscontrapedofilia.com.br muitas vitimas pedem orientação. www.magnomalta.com.br também são dezenas de denúncias diárias que o senador encaminha para os órgãos competentes. “Mudamos a cultura, hoje pais e filhos não ficam mais calado e a impunidade acabou. Pedófilo tem que apodrecer na cadeia”, finalizou Magno Malta, presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Família Brasileira.


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