terça-feira, 3 de abril de 2012

Um suspeito de abusar sexualmente de crianças entre 8 e 14 anos foi preso no município de Simão Dias (SE)

Delegado detalha prisão de suspeito de pedofilia em Simão Dias, SE

A polícia chegou até o homem após uma das vítimas ter sido ferida por ele.
Em conversa com os policiais um menino de 10 anos revelou o abuso.

Denise Gomes e Flávio Antunes Do G1 SE

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Um suspeito de abusar sexualmente de crianças entre 8 e 14 anos foi preso no município de Simão Dias (SE), a 100 km de Aracaju, no início da tarde desta quarta-feira (28). A polícia chegou até o homem de 34 anos, depois que uma de suas vítimas, um menino de 10 anos de idade, foi ferida por ele com um facão.

De acordo com o delegado regional, Eurico Nascimento, a criança estava com o suspeito em uma bicicleta e acabou sendo ferida pela faca na região do abdômen. A vítima foi encaminhada até o hospital da cidade e por causa da desconfiança dos atendentes e assistentes sociais sobre o que de fato havia ocorrido, a polícia foi acionada.

Delegado detalha prisão de suspeito de pedofilia (Foto: Flávio Antunes/G1 SE)Delegado detalha prisão de suspeito de pedofilia
(Foto: Flávio Antunes/G1 SE)

“Havia a suspeita de que ele praticava esses crimes, já que era visto constantemente na cidade em companhia de crianças. No entanto, nós não tínhamos um fato concreto para que pudéssemos prendê-lo. Depois de conversar durante quase duas horas com o garoto ele revelou que havia sido abusado pelo homem e que outras crianças também tinham sido violentadas”, disse.

Ainda segundo o delegado, ao chegarem à casa do suspeito nas proximidades do Centro do município, outros três menores estavam no local. “Ao chegarmos à residência encontramos diversos materiais como filmes pornográficos, cuecas infantis de várias cores e tamanhos, brinquedos e doces, que eram utilizados para atrair as vítimas, fotografias e até um material em áudio gravado pelo suspeito, onde é perceptível um dos abusos cometidos a um grupo de crianças. Além disso, havia outras três crianças”.

Materiais apreendidos na casa do suspetio (Foto: Reprodução/Delegado)Materiais apreendidos na casa do suspetio
(Foto: Reprodução/Delegado)

Em depoimento na delegacia, o homem confessou os crimes que segundo ele, são cometidos há aproximadamente oito anos. “Mesmo assumindo a autoria dos abusos ele se defendeu dizendo que as crianças é que iam até a casa dele e começavam a tirar a roupa e por consequência, acabavam o seduzindo. Ele informou ainda que duas crianças que eram cuidadas por uma tia dele foram suas primeiras vítimas, sendo que hoje já são maiores de idade”, destacou Nascimento.

Segundo a polícia, o homem ameaçava as vítimas de morte, caso elas revelassem aos seus pais e familiares o que acontecia. “Em muitos casos ele oferecia às vítimas R$ 1 em troca de favores sexuais. O suspeito tinha ainda a prática de recolher objetos e até doces que estavam no lixão da cidade, para oferecer às crianças que frequentavam a sua casa”, disse o delegado.



Pasmem!!! 30 Filmes que Incitam a Pedofilia

ATENÇÃO: O texto abaixo é irônico. Eu deveria ter avisado antes, mas qual seria a graça, não é verdade? Parem de me xingar nos comentários. Ou de escrever em caixa alta (acho que prefiro a segunda opção).

Felizmente, há homens de bens no Brasil, como o douto Procurador Fernando Martins, que listou 19 razões para o Ministério da Justiça vetar A Serbian Film – Terror Sem Limites, em todo o país. Ele se une à juíza Katerine Jatahy Kitsos Nygaard, ao advogado Victor Travancas , ao nosso eterno prefeito César Maia e ao digníssimo vereador paulistano Carlos Apolinário na Cruzada para deter o avanço da imoralidade que ameaça a família brasileira.

Não se trata apenas de um filme de terror, não se enganem. A Serbian Film – Terror Sem Limites é mero sintoma de uma sociedade degenerada, em que os valores morais, a religião e os bons costumes são diariamente achacados pelas pragas do homossexualismo, do incesto e da violência gratuita que se escondem por trás da “liberdade de expressão”.

Como cidadão heterossexual responsável, cumpro meu dever cívico e listo outros 30 filmes que incitam a pedofilia, a pederastia e destroem nossas crianças:

1. M, O Vampiro de Dusseldorf, de Fritz Lang.

Eu me recuso a chamar de “clássico” tamanha perversão. Até os criminosos de Dusseldorf sabiam que a personagem de Peter Lorre era pedófila!

2. Lolita, de Stanley Kubrick.

Sue Lyon já era maior de idade, mas no filme tem 16 anos. Kubrick até maneirou, graças à vigilância da Liga Católica, já que no romance sujo de Nabokov ela tinha apenas 14. Pior, Lolita (que se transformou em substantivo!) se envolve com o padrasto, Humbert Humbert, em clara apologia ao incesto.

3. Satyricon, de Federico Fellini.

Exijo que proíbam a devassidão do Império Romano nos cinemas. Clássico da literatura? Pornografia! Das mentes degeneradas de Petrônio e Fellini, temos o escravo Giton, 16 anos, andrógino e homossexual.

4. O Joelho de Claire, de Eric Rohmer.

O joelho obviamente representa o órgão sexual da ninfeta Claire, que o tiozão pervertido deseja. O blablablá interminável de Rohmer está repleto de más intenções.

5. Morte em Veneza, de Luchino Visconti.

Tadzio é o ideal de Beleza que Gustav von Aschenbach persegue inutilmente pelas ruas de Veneza infestadas pela cólera… sei, conta outra. De Thomas Mann e Luchino Visconti, Morte em Veneza é verdadeira aula de pedofilia e de pederastia.

6. Até os Deuses Erram, de Sidney Lumet.

Sean Connery interpreta o sargento Johnson que, durante interrogatório, perde o controle e espanca Baxter, suspeito de molestar sexualmente várias garotas. Até mais grave que a pedofilia (se é possível), está a sugestão de que o comportamento de Johnson não é melhor do que os crimes de Baxter!

7. Verão de 42, de Robert Mulligan.

Filme romântico, música linda… Não! Uma criança se inicia sexualmente com mulher mais velha, que ainda por cima trai o marido que está na guerra. Adúltera! Jennifer O’Neil, mas chame de Maria Madalena ou de rameira de Babilônia!

8. Terra de Ninguém, de Terrence Malick.

Malick se baseia na história real de Charles Starkweather e Carol Fugate que, nos anos 50, cometeram 11 assassinatos – que incluíram as mortes dos pais de Carol. Ela tinha apenas 13 anos. Para ver a influência maléfica do cinema, Charles era fã de James Dean.

9. Saló ou os 120 Dias de Sodoma, de Pier Paolo Pasolini.

Bom, de Pasolini, só fechar os olhos e escolher qualquer um. Gay e comunista, nada decente viria mesmo dele. No seu último filme, ele se junta a ninguém menos que Marquês de Sade. Vários mancebos nus e muita pornografia nessa “crítica” a Mussolini e ao totalitarismo.

10. O Sopro no Coração, de Louis Malle.

Em O Sopro no Coração, há incesto sem culpa e sem traumas, com menino de 15 anos, que fuma charuto e maconha. Onde está o Complexo de Édipo, a salvaguarda da família Ocidental Cristã?

11. Taxi Driver, de Martin Scorsese.

O fardo de interpretar prostituta mirim pesou tanto, que Jodie Foster virou lésbica. Sem mais.

12. Menina Bonita, de Louis Malle.

Foi difícil, mas encontrei uma imagem de Brooke Shields vestida em Menina Bonita. Há de tudo na exaltação à pedofilia que Louis Malle promove, até mesmo nu frontal da atriz, então com 12 anos. Como as autoridades permitiram o lançamento do filme? Em 1978/79, estávamos em plena Revolução Militar, período de ouro da família e da moral no Brasil! (seria a tal “redemocratização”?) A menina vive em um prostíbulo – com a própria mãe! -, onde tem a virgindade leiloada.

13. A Lagoa Azul, de Randal Kleiser.

Com saudades das “inocentes” Sessões da Tarde? Pense outra vez. Brooke Shields (de novo!) desfila seminua, com 15 anos, para alegria dos pedófilos, em A Lagoa Azul.

14. A Fera do Rock, de Jim McBride.

Cinebiografia escandalosa de Jerry Lee Lewis, que se casou com a prime de 13 anos. Rock ‘n roll, música do demônio: já passou da hora de censurá-la.

15. Valmont, de Milos Forman.

Como Milos Forman escala Fairuza Balk, então com 14 anos, para interpretar personagem que no romance no Chardelos de Laclos tem… bom, 14 anos? Valmont a seduz – e ela se casa, grávida, com outro homem!

16. Assassinos por Natureza, de Oliver Stone.

Indiretamente baseado em Charles Starkweather e Carol Fugate. Oliver Stone encena os abusos sexuais como se fossem uma sitcom. O roteiro nasceu da mente doentia de Quentin Tarantino.

17. Beleza Americana, de Sam Mendes.

Os “velhinhos da Academia” não passam de tarados e pervertidos! Premiaram com o Oscar a história nojenta do pai de meia-idade que se apaixona pela amiga ninfeta da filha – a qual, por sua vez, aparece nua, com apenas 15 anos! E Sam Mendes ainda pinta a única personagem heróica da trama – o vizinho – como nazista e homossexual enrustido.

18. De Olhos Bem Fechados, de Stanley Kubrick.

Em meio a drogas, traições, prostitutas e orgias, há a filha de Milich, dono da loja de fantasias, cujos serviços sexuais o pai vende para japoneses. E ela gosta! Mas a vingança do Senhor veio, fulminante, e Kubrick morreu logo assim que terminou de montar tamanha pouca vergonha.

19. Tabu, de Nagisa Oshima.

Oshima já transformou mulheres em galinhas, então não surpreende que, para ele, a nobre instituição dos samurais não passe de antro de pederastia. Desde muito jovens, alunos prestam favores sexuais a seus mestres e parceiros de clã. Chocante distorção histórica.

20. O Homem que Não Estava Lá, de Joel e Ethan Coen.

Scarlett Johansson, com 16 anos, utiliza seus lábios carnudos, suculentos e voluptuosos para realizar sexo oral em Billy Bob Thornton. Como a cena de pedofilia se passa dentro de carro em movimento, os irmãos Coen fazem clara apologia à direção perigosa.

21. A Má Educação, de Pedro Almodóvar.

Não esperaria de um pederasta nada além de calúnias e difamações. É obviamente falsa a “denúncia” de que padres abusam sexualmente de seus alunos em escolas católicas.

22. Na Captura dos Friedmans, de Andrew Jarecki.

O que esperar do esquerdista Andrew Jarecki, irmão de Eugene, que realizou o difamatório Reagan, sobre o grande presidente Republicano? Na Captura dos Friedmans ataca de maneira vil a instituição basilar da família, quando acusa o bondoso e dedicado patriarca de pedofilia e pornografia infantil.

23. O Novo Mundo, de Terrence Malick.

Verdade que Pocahontas inicia o filme selvagem e sem Deus, mas ela tem o quê? 13 anos? E se envolve com dois homens, muito mais velhos. Do segundo, ainda engravida (eles se casam, pelo menos, depois que a índia se converte à verdadeira religião).

24. Dúvida, de John Patrick Shanley.

Outro filme abjeto que questiona a santidade dos padres com acusações caluniosas de pedofilia. Philip Seymour Hoffman, antes, interpretara o homossexual Truman Capote, para piorar ainda mais o quadro.

25. O Leitor, de Stephen Daldry.

A atriz Kate Winslet, sem-vergonha, usa e abusa da nudez para seduzir adolescente que, da mesma forma que as jovens vítimas do Campo de Concentração, lê após o sexo para o deleite da ex-nazista.

26. A Troca, de Clint Eastwood.

Cinema é o lugar da fantasia, dos sonhos e do escapismo. Para quê falar da realidade? Havia necessidade, Sr. Eastwood, de voltar ao caso Wineville Chicken Coop, em que Gordon Stewart Northcott sequestrou, abusou sexualmente e assassinou ao menos quatro garotos na Califórnia, entre eles Walter Collins? E o diretor é reincidente, já que em Sobre Meninos e Lobos também mostrara as consequências psicológicas sobre uma vítima da pedofilia.

27. A Fita Branca, de Michael Haneke.

Já está na hora de censurar festivais de cinema, espaços nocivos que dão guarida a filmes imorais. Cannes premiou A Fita Branca com a Palma de Ouro! Além de incesto, sugere-se que a firme educação moral e religiosa, no início do século XX, originou o nazismo.

28. Um Olhar do Paraíso, de Peter Jackson.

Após blasfemar com magos e elfos, Peter Jackson encena o estupro e assassinato de menina com apenas 14 anos, na verdade apenas mais uma vítima do pedófilo que Stanley Tucci interpreta. Um caso perdido.

29. Watchmen, de Zack Znyder.

“Progressistas” sempre confundem, propositalmente, justiça com sadismo. Que pai de família não faria o mesmo que Rorschach, ao descobrir que um marginal estuprou, estripou e jogou sua filha aos cães? Você, homem de bem, trabalhador, decente, também não o mataria a sangue-frio?

30. Michael, de Markus Schleinzer.

Ninguém chancela mais a pedofilia que o Festival de Cannes. Boicote já! Vamos nos mobilizar para que nossos distribuidores não tragam Michael para o Brasil. Se trouxerem, entremos na justiça contra o filme! Que sigamos o exemplo de A Serbian Film – Terror Sem Limites.

Os textos acima satirizam a visão conservadora, ultra-religiosa, homofóbica e intolerante por trás da censura de A Serbian Film – Terror Sem Limites. O Ministério da Justiça concedeu a classificação indicativa que libera sua exibição em todo o Brasil – menos no Rio de Janeiro, onde continua proibido pela ação judicial do DEM.

Há que se destacar, também, a proibição, no Acre, do curta-metragem Eu Não Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro, que, para as bestas preconceituosas do apocalipse, ofende a moral e os bons costumes da família brasileira por tratar da homossexualidade. Não tão lá no fundo, eles morrem de saudade da Ditadura Militar.






ONU Poderá Reconhecer Direitos Sexuais para Crianças de Dez Anos

Timothy Herrmann
NOVA IORQUE, EUA, 30 de março (C-FAM) A Comissão sobre População e Desenvolvimento está considerando “direitos de saúde sexual e reprodutiva” para crianças até de dez anos.
Até mesmo o secretário-geral Ban Ki-Moon concorda. Numa declaração recentemente dada ele disse: “Os jovens, tanto quanto todas as pessoas, têm o mesmo direito humano à saúde, inclusive saúde sexual e reprodutiva”.
Atualmente, o direito internacional não reconhece um “direito” à saúde sexual e reprodutiva e certamente não reconhece esse direito no caso de menores de idade. Mas no ano passado, Anand Grover, Inspetor Especial da ONU para Saúde, provocou polêmica significativa quando não só afirmou que existe um “direito” de saúde sexual e reprodutiva, mas tentou definir esse direito como incluindo acesso ao aborto, contracepção e educação sexual.
A associação desse direito com jovens, principalmente crianças, feita pelo secretário-geral e pela Comissão sobre População e Desenvolvimento (CPD) é mais polêmica considerando que se pôde definir o direito como incluindo acesso ao aborto e à contracepção.
Organizações como a Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla em inglês IPPF) e IPAS, defensores ferrenhos dos direitos sexuais e reprodutivos de menores de idade internacionalmente e na ONU, já anunciaram relatórios oficiais à secretaria da conferência apoiando a linguagem de direitos que inclui contracepção e aborto. Eles estão também usando a conferência como uma oportunidade para atacar o envolvimento dos pais na saúde sexual de seus filhos.
Para organizações como a IPPF, os pais são os maiores obstáculos para que crianças menores de idade tenham acesso a serviços como aborto e contracepção, e eles esperam garantir a linguagem na conferência que marginalizará o papel dos pais.
Em sua declaração oficial, a IPPF declara: “As leis que restringem o acesso dos jovens aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, inclusive leis de consentimento dos pais ou do marido”, têm de ser removidas ou impedidas de serem aplicadas. A IPAS vai muito mais longe, argumentando que os jovens têm de ser considerados participantes independentes, livres de quaisquer obstáculos que ignorem sua própria “capacidade de fazer decisões informadas”. A principal meta deles nesta conferência será marginalizar o envolvimento dos pais e incentivar países que apoiam sua posição a aumentar a pressão para o tipo de linguagem que o secretário-geral já vem propondo.
Considerando que o documento que será negociado na conferência exorta “os governos… a dar atenção total a atender às necessidades de educação, serviços e saúde reprodutiva dos jovens com total respeito pela privacidade e confidencialidade deles”, parece que os esforços deles podem já estar tendo um grande avanço inicial.
Os membros da Comissão começaram a negociar o documento agora e a sessão final de negociação ocorrerá em abril. É certeza que estará entre as mais polêmicas de anos.
Tradução: Julio Severo


A pedofilia promovida e atestada

Dr. Fábio Blanco
O impensável já começou a acontecer. O próprio tribunal superior do país já está julgando a favor da pedofilia. E isso só acontece porque, em alguns momentos antes, da mesma forma usurpadora, o mesmo tribunal legislou, como também fez o tribunal supremo, e, como suas decisões foram favoráveis ao gosto de esquerdistas, ninguém falou nada.
Em decisão recente, o STJ decidiu que pagar pelos serviços sexuais de uma menina de 12 anos não é crime, pois, segundo os julgadores, houve consentimento dela. No entanto, não é isso que afirma a lei e ela não está sendo respeitada.
O Código Penal, em seu artigo 217-A, é taxativo ao determinar que ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos é crime. Não há, nessa tipificação, nenhuma margem para interpretação relativa. Se é crime presumido, não importam as circunstâncias, e qualquer jurista que atente para a lei, isento de olhos ideológicos, irá concordar com isso.
Quando a lei afirma que fazer sexo com uma criança é estupro presumido, ela está considerando que essa criança não tem a capacidade plena de discernir todo o significado e consequências de uma relação sexual, sendo que aquele que com ela mantém relações deve ser considerado, por isso, um corruptor. Mesmo sendo prostitutas, isso não as torna, segundo a lei, capacitadas. Pelo contrário, é mais lógico considerar isso prova de sua falta de discernimento.
Nenhum juiz, nem mesmo tribunal, poderia ultrapassar o que a legislação determina, pois, independente da antiguidade da lei, se ela não foi modificada, presume-se que é porque a sociedade assim o quis.
Por isso, quando se toma ciência de uma decisão como esta do STJ, é bom se perguntar: será que isso não faz parte de um projeto superior, vindo de instituições internacionais e supra-nacionais, como a ONU e, inclusive, a UNICEF?
Há tempos, por meio do texto A dominação pela educação sexual, denunciei uma cartilha promovida pela UNICEF que, claramente, antecipava a experiência sexual das crianças. Por ela, deveria ser introduzida uma “educação” sexual nas escolas que feria o bom senso. Ficava evidente o intuito sexualizador de crianças, o que é um promovedor óbvio da pedofilia.
Ora, sabendo que, por exemplo, a Rede Globo é uma promovedora da agenda global, que possui estreita ligação com a UNICEF, fica fácil entender muito de sua grade de programações. Ultimamente, o canal tem promovido, de forma nunca antes vista, o que chamam de amor entre gerações.
Há pouco tempo a Rede Globo transmitiu um pequeno seriado chamado Louco por elas, no qual o protagonista Eduardo Moscovis se engraçava com a amiga de sua filha, uma menina que não aparentava ter mais de 16 anos. Na famigerada e corruptora série Malhação, a atriz Leticia Spiller passou um bom tempo tendo um caso com um menino de não mais de 18 anos, sendo ela uma mulher de mais de 40. Agora, o personagem do ator veterano Kadu Moliterno andou tendo uns flertes com uma menina adolescente.
Ora, está ficando claro que há um movimento que começa a inserir no imaginário das pessoas a “naturalidade” da relação sexual entre pessoas de idades diferentes. O que é isso senão o primeiro passo para a aceitação da pedofilia?
O problema é que quando se denuncia esse tipo de coisas, as pessoas, submersas em seus cotidianos alienantes, vêem apenas uma provável paranóia do denunciante. Como não conseguem enxergar além de cinco metros no espaço e dez minutos no tempo, estão impossibilitados de prever qualquer mal nisso tudo.
Assim, uma decisão como essa do STJ assusta, mas não surpreende. Apenas evidencia que não apenas a mídia, mas os próprios governos, e mesmo as instituições públicas não governamentais, estão seguindo um planejamento imposto desde fora, por aqueles que têm o objetivo claro de moldar os povos segundo sua própria imagem e semelhança.
A agenda global começa assim a ser imposta e a sociedade vai mastigando-a, saboreando-a e deglutindo-a gostosamente. Até que o alimento fornecido pelos senhores deste mundo comece a causar a indigestão inesperada.
Divulgação: www.juliosevero.com


Paira sobre os cristãos do Brasil perseguição por causa do homossexualismo

Rev. D. L. Foster

O sistema do mundo está se movendo com rapidez para proteger e santificar com medidas legais a abominação que zomba da natureza de Deus.

Por meio do blog Last Days Watchman, ficamos sabendo que um novo projeto de lei no Brasil poderá punir, com até cinco anos de prisão, pastores que pregarem contra o homossexualismo. Em seu alcance, o projeto é abrangente contra qualquer pessoa que se opuser ao homossexualismo na esfera pública ou privada.

Com o pretexto de acabar com a discriminação, a medida também especifica que se alguém tentar impedir atos de “afeição homossexual” em público, essa pessoa estará sujeita a essa pena.

Em junho o presidente do Brasil convocou uma conferência de homossexuais, com aprovação governamental, e decretou que a oposição aos direitos deles “talvez seja a doença mais perversa impregnada na cabeça do ser humano”. O presidente Lula se comprometeu a livrar o Brasil da “homofobia”.

Por quanto tempo ficaremos sem ver tais medidas ganharem apoio geral nos EUA? Se você é pastor, você se renderá ao que o sistema legal considera certo ou clamará contra a perversão e arriscará ser preso?

Alguns cristãos crêem que quando uma lei é aprovada, temos a obrigação de obedecer, mesmo contra a vontade de Deus e contra a nossa fé santa. Mas é esse o testemunho dos santos diante de nós?

Em Daniel capítulo seis, foi aprovada uma lei semelhante ao projeto de lei no Brasil. Mas preste atenção na reação de Daniel à lei.

E assim os supervisores e os sátrapas, de comum acordo, foram falar com o rei: “Ó rei Dario, vive para sempre! Todos os supervisores reais, os prefeitos, os sátrapas, os conselheiros e os governadores concordaram em que o rei deve emitir um decreto ordenando que todo aquele que orar a qualquer deus ou a qualquer homem nos próximos trinta dias, exceto a ti, ó rei, seja atirado na cova dos leões. Agora, ó rei, emite o decreto e assina-o para que não seja alterado, conforme a lei dos medos e dos persas, que não pode ser revogada”. E o rei Dario assinou o decreto. Quando Daniel soube que o decreto tinha sido publicado, foi para casa, para o seu quarto, no andar de cima, onde as janelas davam para Jerusalém e ali fez o que costumava fazer: três vezes por dia ele se ajoelhava e orava, agradecendo ao seu Deus. Então aqueles homens foram investigar e encontraram Daniel orando, pedindo ajuda a Deus. E foram logo falar com o rei acerca do decreto real: “Tu não publicaste um decreto ordenando que nestes trinta dias todo aquele que fizer algum pedido a qualquer deus ou a qualquer homem, exceto a ti, ó rei, será lançado na cova dos leões?” O rei respondeu: “O decreto está em vigor, conforme a lei dos medos e dos persas, que não pode ser revogada”. Então disseram ao rei: “Daniel, um dos exilados de Judá, não te dá ouvidos, ó rei, nem ao decreto que assinaste. Ele continua orando três vezes por dia”. (Daniel 6:6-14 NVI)

Ele não só se recusou a deixar de fazer o que a lei especificamente proibia sob pena de morte, mas também não alterou de forma alguma o que ele fazia: ele continuou orando e abrindo as janelas da sua moradia. Sim, ele foi julgado, condenado e sentenciado à morte, mas isso tornou possível um dos maiores atos de intervenção divina registrados na Bíblia.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com


Pregador americano é preso na Inglaterra por declarar que a conduta homossexual é pecado

Hilary White
GLASGOW, Inglaterra, 1 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um americano que prega nas ruas foi preso e multado em 1.000 libras em Glasgow por dizer a uma pessoa que estava passando na calçada, em resposta direta a uma pergunta, que a atividade homossexual é pecado. Shawn Holes passou a noite de 18 de março na cadeia, e de manhã confessou culpa diante das acusações de que ele havia feito “comentários homofóbicos… com o agravante de preconceito religioso”.
Holes, de 47 anos, é um fotógrafo de casamentos da cidade de Lake Placid, Nova Iorque, e estava em Glasgow como parte de uma turnê de pregações na Inglaterra com um grupo de colegas ingleses e americanos. Ele disse: “Eu estava conversando de modo geral sobre Cristianismo e pecado”.
“Só falei sobre essas outras questões porque as outras pessoas fizeram perguntas específicas. Havia homossexuais escutando — por volta de seis ou oito — que estavam se beijando e se amassando, e perguntando: ‘O que você pensa disto?’” Um grupo de homossexuais foi até a polícia com uma queixa. Holes mais tarde disse que a situação parecia como uma “armação de ativistas gays”.
“Quando me fizeram perguntas diretas sobre a homossexualidade, eu lhes disse que os homossexuais estavam se arriscando a sofrer a ira de Deus, a menos que aceitassem Jesus”.
A acusação, sob a Lei de Justiça Criminal da Escócia estabelecida em 2003, enfureceu os que defendem a liberdade de expressão na Inglaterra e foi até criticada pelo ativista homossexual Peter Tatchell, que chamou a multa de 1.000 libras “totalmente desproporcional”. Cristãos locais que apóiam o ministério de pregação fizeram uma coleta e pagaram a multa.
Tatchell disse para o jornal Daily Mail: “O preço da liberdade de expressão é que às vezes temos de aguentar opiniões que são desagradáveis e ofensivas. Exatamente como as pessoas têm de ter o direito de criticar a religião, as pessoas religiosas têm de ter o direito de criticar a homossexualidade. Só incitações à violência deveriam ser ilegais”.
Holes relata que na mesma ocasião lhe perguntaram sobre suas opiniões acerca do islamismo e ele disse que cria que há só um Deus cristão verdadeiro e que o Profeta Maomé é um “pecador como o resto de nós”.
Ele disse que dois homens que estavam escutando falaram com agentes policiais, que se aproximaram dele e disseram: “Essas pessoas dizem que você declarou que os homos estão indo para o inferno”.
“Eu disse que nunca diria isso, pois não uso o termo homo. Mas fui preso”.
Peter Kearney, porta-voz da Igreja Católica de Glasgow, disse ao jornal Scotsman. “Demos apoio ao estabelecimento de leis [contra crime de ódio], mas é bem difícil ver como esse homem pode ser acusado por expressar uma convicção religiosa.
“Os fatos desse caso mostram que a declaração dele era patentemente sua convicção religiosa. Sim, ele usou linguagem forte, mas é obviamente uma convicção religiosa e não uma forma de discriminação”.
Gordon Macdonald, da entidade Christian Action Research and Education for Scotland, disse: “Esse é um caso preocupante. Estarei escrevendo ao comandante da polícia Stephen House da polícia de Strathclyde pedindo esclarecimentos acerca da orientação dada aos policiais nessas situações”.
Em notícia relacionada, um juiz regional rejeitou o caso contra outro pregador, Paul Shaw, que foi preso em 19 de fevereiro por causa de comentários que fez sobre a atividade homossexual. Shaw, que não confessou culpa, disse: “Tenho pregado regularmente por três ou quatro anos sem nenhum incidente.
“Em quatro anos, tenho lidado com o assunto da homossexualidade duas vezes. Shaw disse ao juiz que ele era obrigado a agir de acordo com sua consciência e que a homossexualidade é uma questão importante na Inglaterra hoje. O caso foi descartado por falta de evidência e testemunho escrito dos queixantes.
Shaw disse: “Minhas razões foram duplas. Primeira, há uma consequência para o país e para a sociedade se a sociedade não avaliar a diferença entre certo e errado, principalmente óbvia pela homossexualidade.
“Como nação, seremos julgados por Deus num futuro não muito distante e haverá conseqüências terríveis para isso se a homossexualidade não for criminalizada de novo. Segunda, a nível pessoal, como com todos os outros pecados, é necessário se arrepender da homossexualidade a fim de se entrar no Reino de Deus”.
O juiz regional David Cooper disse para Shaw: “Há outros tipos de ‘pecados’. Você acha que conseguiria se concentrar nesses outros um pouco?”
Enquanto isso, um recente estudo conduzido em favor do instituto religioso Theos mostrou que aproximadamente 1/3 dos britânicos pensam que os cristãos estão sendo marginalizados e que a liberdade religiosa está sofrendo restrições. O autor do estudo, o Professor Roger Trigg, escreveu: “Uma sociedade livre jamais deveria entrar no negócio de amordaçar vozes religiosas, sem mencionar no nome da democracia ou fingida neutralidade”.
“Além disso, traímos nossa herança e tornamos nossa posição atual precária se valorizamos a liberdade, mas pensamos que os princípios cristãos que inspiraram o compromisso de muitos aos ideais democráticos são de certo modo dispensáveis”, disse o Professor Trigg.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com


Pastor é detido em São Paulo, após pregar sobre práticas homossexuais

Dr. Zenóbio Fonseca
Foi detido em São Paulo um pastor que pregava sobre práticas homossexuais citando versículos da Bíblia. Ele foi levado para prestar depoimento na delegacia porque um “ouvinte” que passava por ali se sentiu ofendido com as palavras que o pastor dizia e logo chamou a polícia. Assista ao vídeo aqui: http://www.youtube.com/watch?v=-zQ8piq_zX8



A detenção ocorreu em 28 de junho de 2011, por volta das 15h, na Praça da Sé, onde é comum pastores pregarem todos os dias.
Ainda que discordando da forma e do modelo de pregação feita naquele local, o pastor que foi detido estava em seu direito constitucional e liberdade de expressar a sua fé e valores. Mas ele foi impedido de continuar a sua pregação por causa de um ouvinte gay “ofendido”, enquanto a marcha pela maconha, a marcha gay e a marcha das vadias são livres e recebem apoio estatal e liberdade do judiciário, mesmo quando a população fica ofendida.
O PLC 122/06 que criminaliza a homofobia ainda não foi aprovado no Brasil, e os gays “ofendidos” já têm mais direitos do que a população. Se estivesse em vigor, o que os gays “ofendidos” poderiam fazer contra os cristãos?
Divulgação: www.juliosevero.com


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