terça-feira, 3 de abril de 2012

Pastores são algemados e multados depois de pregarem contra o homossexualismo

Agora terão de enfrentar tribunal onde juíza é lésbica

Bob Unruh
Dois veteranos pregadores de rua da cidade de Houston estão enfrentando julgamento em tribunal por divulgarem a mensagem da Bíblia acerca da homossexualidade — e outros pecados — numa de suas esquinas favoritas para pregar em Houston.
Que a mensagem era direta é óbvio, a partir de uma foto da situação que se desenrolou para David Stokes do BulldogMinistries.com e Dave Allen do HornofSamuelBook.com:
Pregadores de rua com shofar e cartaz que levaram às multas
O cartaz deles avisa aqueles que são “Beberrões, homossexuais, aborteiros, adúlteros, mentirosos, fornicadores, ladrões, ateus, bruxos, idolatras” de que “o Inferno os aguarda”.
A audiência judicial deles será no Tribunal Municipal de Houston, que é dirigido por Barbara E. Hartle, que, de acordo com o jornal Dallas Voice, está na lista do Fundo de Vitória Gay e Lésbica como “um de nossos poucos membros que está no judiciário do Texas”.
Ela foi nomeada para essa posição por Annise Parker, a prefeita de Houston identificada pelo jornal Los Angeles Times como “a primeira lésbica a chefiar uma grande cidade dos Estados Unidos”.
Allen disse para WND que não importa o que acontecer, o fato de que os pastores foram algemados e multados, com seus cartazes e shofar confiscados por algum tempo, transmitiu um recado assustador sobre a liberdade de expressão com relação à religião e homossexualidade.
Tecnicamente, eles foram multados por terem cartazes que estavam com uma grossura de 1 cm a mais do permitido (eles dizem que os cartazes estavam na medida certa e que haviam sido aprovados de antemão), e por terem um instrumento de expressão que não era de madeira (o shofar deles é de estilo de chifre de carneiro).
Os policiais apareceram depois que alguém aparentemente se queixou dos mensageiros e sua mensagem, mas um vídeo revela que o primeiro policial na cena lhes disse que eles não estavam fazendo nada de errado.
Contudo, alguns minutos depois policiais abordaram os pregadores e ao tudo que indica agarraram uma câmera de vídeo, forçaram os pastores a se deitar no chão e os algemaram.
Essa violência toda ocorreu muito embora Stokes e Allan há anos preguem nesse mesmo local.
Este é o vídeo, em inglês, do que aconteceu: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=XkDkPwET5dk



A gravação de vídeo mostra que os policiais discutiram a situação uns com os outros, dizendo: “Eles não podem ficar fazendo o que querem por aqui” e “Não há nenhum problema, mas temos de fazer um registro desse cara”.
Há também uma referência a “um jeito de nos livrarmos deles”, que vem junto com uma declaração abafada que parece dizer: “Agarre os cartazes”.
Os pastores relataram numa descrição de vídeo do YouTube que “o policial confessa que tentou arrancar o cartaz a fim de nos fazer sair da esquina”.
Para Allen, isso parece uma violação do direito de livre expressão garantido na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.
“Temos pregado nesta esquina com esses mesmos cartazes há dois anos”, ele diz na introdução do YouTube.
A reportagem de uma estação local de televisão também cobriu a polêmica que está em andamento.
Allen disse para WND que ele toca o shofar e outros pregam para as pessoas que passam por causa do aviso do Antigo Testamento de que aqueles que conhecem a verdade da vontade de Deus e não a transmitem para os outros será responsabilizado pela negligência.
Allen disse para WND que seus ministérios em grande parte tinham um relacionamento razoável com as delegacias de polícia de Houston, mas esse incidente pareceu estar se estendendo para os policiais.
Ele disse que não podia especular acerca do tipo de impacto que a mensagem que seus ministérios pregam sobre condenação bíblica ao homossexualismo poderá ter no resultado de seu caso.
“Tudo o que estávamos fazendo era pregar”, disse ele. “Contra todos os pecados”.


Pastor é perseguido por alertar acerca da agenda homossexual

Julio Severo

RANCHO QUEIMADO, SC, Brasil — Em cidades do interior, poucas são as novidades. O que atrai a atenção são fatos rotineiros como nascimentos, casamentos e mortes. De modo geral, o interior está livre dos grandes problemas das cidades maiores.

Contudo, devido às imposições do programa “Brasil Sem Homofobia”, os tentáculos do governo federal se lançam a todos os cantos do Brasil, dando aos que praticam o homossexualismo ousadia e liberdade de promover a agenda homossexual.

Na localidade de Rancho Queimado, Santa Catarina, um homem conseguiu convencer alguns comerciantes da região a patrocinar seu jornal O Tropeiro. Todos achavam que seria uma publicação normal, para veicular informações do interesse da população.

No entanto, na edição de novembro de 2006, O Tropeiro apresenta o artigo “Diversidade: ser ou não ser? Eis a questão”, onde o autor, com jogo de corpo psico-sociológico, tenta mostrar que o homossexualismo é natural. Como exemplo, ele usa as sociedades pagãs, até mesmo as culturas indígenas, onde não só o homossexualismo religioso era comum, mas também o sacrifício sangrento de crianças, homens e mulheres para as divindades que aprovavam as práticas homossexuais.

O artigo diz: “Para os gregos antigos, antes da cristianização, um homem para ser cidadão tinha de manter relações sexuais com outros homens. Para outras civilizações como algumas tribos ameríndias da América do Norte, um homem manter relações sexuais e viver matrimonialmente com outro não o fazia menor que outros; ao contrário, denotava-lhe uma posição sagrada dentro da tribo”. Essencialmente, o artigo convida os leitores a se questionarem sexualmente e a não aceitarem como normal que um ser um humano seja apenas homem ou mulher.

Na mesma edição, O Tropeiro traz o artigo “Gays abrem o jogo”, que contém muitos “testemunhos” de homossexuais que dizem que suas práticas sexuais são certas. Um deles afirma: “As pessoas que são da igreja querem sempre é curar a gente, como se fosse doença. Eles deviam estar mais preocupados com o que se passa ao redor do que com a vida dos outros”.

Ainda na mesma edição, O Tropeiro entrevista o transexual Luana Cotroffi, que dirige um grupo de militância homossexual que dá atendimento jurídico, psicológico e social às “vítimas” de violência, abuso e discriminação de homofobia. A entrevista explica como o transexual aprendeu a aceitar seu desvio sexual.

Na edição de abril de 2007, na seção de cartas, um leitor declara: “Ser gay é normal. Eu sendo gay sou muito feliz…”

Nessa mesma edição, O Tropeiro utilizou o habitual e enfadonho discurso do preconceito no artigo “As covardes agressões contra homossexuais”, que elogia a aprovação na Câmara dos Deputados do projeto anti-homofobia da petista Iara Bernardi. (Agora esse projeto está para ser votado no Senado, com o título de PLC 122/2006, ameaçando engolfar as igrejas do Brasil em experiências de perseguição.) O texto, que foi escrito pelo militante homossexual Carlos Matias Cardoso, também apela para certas informações e estatísticas sem metodologia clara para provar que homossexuais são sempre vítimas, como se eles jamais cometessem crimes e assassinatos.

O Pr. Ademir Kreutzfeld, que já vinha preocupado com a propaganda homossexual nas escolas públicas, viu que o jornal estava promovendo questões homossexuais perigosas para a mente inocente e imatura de crianças e adolescentes, ou até mesmo de adultos. E ele ficou triste de ver essas questões patrocinadas por alguns estabelecimentos comerciais. Ele pensou: “Será que esses comerciantes estão conscientes do que estão fazendo? Será que eles realmente querem apoiar a agenda homossexual, que visa a homossexualização da sociedade?”

Kreutzfeld tomou a iniciativa de conferir, ligando para os lojistas e perguntando. Eles ficaram surpresos, pois não sabiam que seu patrocínio havia sido ligado não a um veículo de informação para o bem-estar da população, mas a um jornal de propaganda homossexual. E, muito menos, eles não sabiam que o coordenador do jornal era um ativista homossexual. Constrangidos ao verem seus estabelecimentos associados ao homossexualismo, eles foram cobrar explicação.

Ninguém, em seu juízo perfeito, quer se ver ou estar envolvido com um comportamento sexual que sempre foi antinatural. O Pr. Kreutzfeld, como líder evangélico local, prega o amor e respeito ao pecador, porém jamais confundiu esse amor e respeito com tolerância ao pecado. Ele ama os drogados, mas não o vício deles. Ele ama os adúlteros, mas não o vício deles. E ele ama os homossexuais, mas não o vício deles. Logo, a questão é comportamental.

Como líder responsável, ele não força ninguém a deixar de escolher caminhos e comportamentos errados, mas se esforça para animar sua congregação e outras pessoas a escolherem o que é melhor para si e para suas famílias, à luz dos valores morais e bíblicos. Ele encoraja os pais a cuidar da criação espiritual e moral de seus filhos e faz tudo o que pode para que todos evitem o vício das drogas, adultério, homossexualismo, etc.

A atitude dele era alertar os patrocinadores, que perceberam que haviam caído num grave equívoco, e também colaborar para a proteção da saúde moral de sua localidade. Em Rancho Queimado, não há um só estabelecimento comercial que queira se expor numa publicação de tendência homossexual. Eles já sabem que ter o nome de suas lojas associado à prática do homossexualismo — ou outros vícios — tem conseqüências desfavoráveis aos seus negócios.

Naturalmente, numa sociedade democrática, todos os bons cidadãos têm o direito de livre expressão de encorajar outros cidadãos a evitar vícios e condutas moralmente reprováveis. E é inegável que drogas, prostituição e homossexualidade são vícios que nenhum pai e mãe desejam para seus filhos. Todos querem evitar essas condutas, não promovê-las ou elogiá-las.

Alguns pastores estão agindo enquanto é tempo, pois se o Congresso Nacional aprovar leis anti-homofobia, nenhum líder cristão poderá fazer o que o Pr. Kreutzfeld fez. Contudo, estranhamente, mesmo sem nenhuma lei anti-homofobia aprovada no Brasil, o Pr. Kreutzfeld recebeu um email ameaçador do ativista homossexual, dizendo: “Olha Ademir, só tenho a dizer que perdeste todo o respeito que eu acumulava pela tua pessoa, e que de agora em diante entreguei esta questão para a assessoria jurídica de nossa instituição, que orientou-me a registrar um Boletim de Ocorrência na delegacia por questões de segurança, pois homofobia é crime”.

Obviamente, o ativista se revoltou com a perda dos patrocinadores para sua propaganda homossexual. E, consultando sua instituição de militantes homossexuais, ele cumpriu sua palavra de jogar a “lei” sobre o pastor, literalmente uma ameaça contra a liberdade de expressão, de consciência e valores religosos.

Sem demora, o Pr. Kreutzfeld recebeu intimação do delegado para comparecer à delegacia local, em 29 de maio de 2007. Na ocasião, foi determinada nova audiência, agora no Fórum da Comarca de Santo Amaro da Imperatriz, SC, às 16h do dia 5 de junho de 2007”.

“Em Sodoma, aja como os sodomitas”. Não é assim que pensa e age o Pr. Kreutzfeld. E por agir diferente, ele está pagando um alto preço por alertar as pessoas que ele ama e respeita. Como ministro do Evangelho, ele jamais conseguiria se esquivar da responsabilidade de alertar as pessoas de sua localidade acerca de vícios como drogas ou homossexualismo. Mesmo que leis ímpias consagrem esses vícios.

O grande problema é que, mesmo antes da aprovação da lei da criminalização da homofobia, os ativistas homossexuais já se sentem à vontade para, sob alegação de crime de homofobia, perseguir homens e mulheres de bem que se opõem à promoção da agenda homossexual na sociedade.

Kreutzfeld, que é pastor da Paróquia Evangélica de Confissão Luterana em Rancho Queimado, filiada à IECLB, está sentindo na própria pele essa perseguição. Ele comenta: “O que fiz eu? Apenas dei alguns telefonemas para casas comerciais (10 ao total), alertando que elas estavam, sem nada saber, patrocinando um jornal de ideologia homossexual. Como cristão comprometido com o Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, não poderia omitir-me de fazer tal esclarecimento. É natural que não sou ‘homofóbico’. Como cristão amo os pecadores. Também sou um deles. Mas não posso calar diante daquilo que é praticado como pecado”.

Kreutzfeld realmente não pode ficar calado, não só porque a própria Bíblia condena de modo claro e decisivo todas as relações sexuais de homens com homens. Na mesma região onde o ativista conseguiu patrocínio para sua propaganda homossexual, o menino João Rodrigo Coelho, de 13 anos, apareceu morto, com ferimentos no pescoço e lesões no ânus, em 8 de setembro de 2006. (Vitrine Popular, 15/09/2006, pág, 5.) Uma investigação revelou que a vítima, que ao que parece cometeu suicídio, era abusada sexualmente por Néri Brusch, de 38 anos. Contudo, a grande imprensa brasileira, que sempre divulga informações favoráveis aos militantes homossexuais, nada mencionou sobre o menino que sofreu abuso homossexual. A censura politicamente correta está em plena atividade, acobertando tão bem a sujeira e os escândalos homossexuais que mesmo no Google mal se acha o nome do homem que cometia abusos homossexuais contra o garoto João.

Kreutzfeld, consciente de que as práticas homossexuais têm conseqüências, procura não imitar o comportamento omisso e irresponsável da mídia liberal e esquerdista. Para ele, os drogados, as prostitutas e os homossexuais precisam ser ajudados a sair de seu estilo de vida destrutivo. No que depender dele, a promoção de qualquer um desses estilos de vida deve ser impedida, pois toda criança ou adolescente precisa ser protegido da influência nociva de propagandas que aprovam ou encorajam esses vícios.

Entretanto, no que depender dos que promovem essas práticas, cristãos como o Pr. Kreutzfeld devem ser impedidos e criminalizados. É por isso que hoje ele está sendo intimado pela Justiça para apuração de crime. Na mentalidade politicamente correta, homofobia é crime: toda atitude ou opinião contra a promoção do homossexualismo deve ser legalmente ameaçada, intimidada e punida.

Pelas normas do programa “Brasil Sem Homofobia”, é proibida qualquer ameaça, intimidação e castigo legal para quem promove o homossexualismo, mesmo nas escolas. Quem se arrisca a sofrer essas conseqüências agora sãos os pastores e outros cristãos que querem um Brasil Sem Sodomia.

Esse fato real na cidade de Rancho Queimado evidencia a onda de perseguição que ameaça vir sobre o Brasil com a aprovação do PL 122/2006, trazendo conseqüências inimagináveis para aqueles que vivem conforme valores morais, religiosos e bíblicos.

Versão em inglês deste artigo: Brazilian minister persecuted for alerting on the homosexual agenda

Julio Severo é escritor e autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com


Superior Tribunal de Justiça inocenta molestador de meninas: diz que as vítimas estavam “longe de serem inocentes”

2 de abril de 2012 (LifeSiteNews.com) — O Superior Tribunal de Justiça decidiu que um molestador de meninas que cometeu atos sexuais com três meninas de doze anos não é culpado de estupro porque “as vítimas estavam longe de serem inocentes”.
O caso, cujo número exato está sendo ocultado do público, provocou reações indignadas de autoridades de direitos humanos e organizações civis.
De acordo com o Superior Tribunal de Justiça, as três vítimas vinham tendo envolvimento com prostituição por algum tempo, e tinham pois capacidade de dar consentimento para os atos em questão. O veredicto sustentou a decisão de um tribunal de primeira instância que afirmou: “A prova trazida aos autos demonstra, fartamente, que as vítimas, à época dos fatos, lamentavelmente, já estavam longe de serem inocentes, ingênuas, inconscientes e desinformadas a respeito do sexo”.
“Embora imoral e reprovável a conduta praticada pelo réu, não restaram configurados os tipos penais pelos quais foi denunciado”, acrescentou o tribunal.
O Superior Tribunal de Justiça concordou com o raciocínio do tribunal de primeira instância, acrescentando que “não se pode considerar crime fato que não tenha violado, verdadeiramente, o bem jurídico tutelado — a liberdade sexual —, haja vista constar dos autos que as menores já se prostituíam havia algum tempo”.
O tribunal também rejeitou a ideia de que há uma “presunção absoluta” de falta de consentimento por parte das meninas de doze anos.
“Para a Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a presunção de violência no crime de estupro tem caráter relativo e pode ser afastada diante da realidade concreta”, informou o serviço noticioso do tribunal. A decisão se aplica à lei em vigor quando o abuso sexual ocorreu, em 2002.
Maria do Rosário Nunes, a ministra de direitos humanos do Brasil, reagiu com indigação à decisão, comentando que implica que “os direitos humanos de crianças e adolescentes podem ser relativizados”, e pediu que a Procuradoria-Geral da República entre com um recurso para anular a decisão.
“Com essa sentença, um homem foi declarado inocente da acusação de estupro de três menias vulneráveis, que na prática significa impunidade para um dos crimes mais graves cometidos contra a sociedade brasileira, disse ela num comunicado à imprensa.
“Relativizar direitos das crianças e julgá-las de acordo com a origem social, se já estavam nas ruas, julgar uma criança que foi vítima de abuso sexual compreendendo-a como responsável pela violência que ela sofreu é sem dúvida um ato de perversidade que vai contra toda a legislação protetiva de direitos das crianças e dos adolescentes no Brasil”, também declarou ela.
A Associação Nacional dos Procuradores da República denunciou a decisão como uma afronta ao “ao princípio da proteção absoluta de crianças e adolescentes, garantido pela Constituição Federal, e indica uma tolerância dessa prática nefasta, em vez de desestimulá-la”.
“Vamos deflagrar conjuntamente uma campanha envolvendo instituições públicas e organizações sociais para combater a exploração sexual de menores… Essa decisão [do STJ] trafega na contramão da necessidade de proteção da cidadania”, declarou também a ANPR.
A decisão chega num momento em que legisladores federais estão considerando uma reforma do código penal que reduzirá a idade de consentimento sexual na lei existente de 14 a 12 anos de idade. A mesma reforma reduzirá as penas para o infanticídio após o nascimento, e eliminará as penas para o aborto em vários casos.


Cidade proíbe Bíblia durante festival gay

Exila os cristãos a uma “zona livre” longe do festival do orgulho gay

Por uma década, Brian Johnson tem entregado Bíblias pacificamente durante o Festival de Orgulho Gay Twin Cities em Minneapolis, mas se ele tentar de novo esse ano, ele teme que possa ser preso.
Através de hábil disputa legal, os organizadores do Festival Orgulho Twin Cities, evento gay anual celebrando a homossexualidade, convenceram a prefeitura de Minneapolis a permitir que eles exilassem qualquer pessoa que tentasse distribuir Bíblias ou comunicar mensagens não aprovadas no evento, obrigando-a a permanecer na “zona livre”, longe do evento gay.
Agora Johnson está entrando com um processo federal contra a prefeitura, alegando que ela não pode proibir os direitos de liberdade de expressão da Primeira Emenda a um quarteirão de 10’ x 10’ de terra batida, especialmente durante um grande evento público no qual os organizadores tem uma permissão não exclusiva de uso do parque.
“A prefeitura não deveria estar exilando a liberdade de expressão, deveria estar protegendo-a”, disse Nate Kellum, um advogado do Fundo de Aliança de Defesa (ADF), que está auxiliando Johnson. “É ridículo dizer que o único lugar onde uma pessoa pode entregar uma Bíblia é em uma área onde não há ninguém para se entregar uma Bíblia. A Constituição simplesmente não permite que a prefeitura relegue a liberdade de expressão a regiões isoladas onde ninguém pode receber a mensagem. Isso não é liberdade de expressão nenhuma. É pura censura”.
Johnson começou a frequentar o Festival de Orgulho Gay em 1995, oferecendo Bíblias gratuitamente e conversando sobre o amor de Jesus Cristo e a salvação, mas nunca, ele diz, usou uma mensagem de confrontação ou condenação à homossexualidade.
“Durante muitos anos, [eu tenho] me deparado com muitos indivíduos na comunidade GLBT que têm expressado desdém e desconfiança para com a religião instituída”, Johnson afirma nos documentos arquivados na Corte Distrital dos Estados Unidos de Minnesota, “e [eu quero que] esses indivíduos conheçam o verdadeiro Jesus”.
Em 1998, Johnson até começou a alugar um estande todos os anos no Festival de Orgulho Gay, para então ter um lugar central para distribuir Bíblias e sua mensagem da salvação de Deus para todos os pecadores, não importando quais pecados eles tivessem cometido.
O Festival do Orgulho Gay, um evento de dois dias que se reúne no Parque Loring, o maior da cidade, tem sido um acontecimento anual pelos últimos 30 anos e atrai mais de 200.000 pessoas com seus múltiplos palcos de eventos ao vivo e atmosfera de carnaval — um lugar perfeito, Johnson diz, “para alcançar tantas pessoas quanto possível com [a] mensagem das boas novas”.
Mas em 2009, o Orgulho Twin Cities negou a Johnson a solicitação para um estande e posteriormente confrontou-o e a sua família quando eles chegaram ao parque para distribuir Bíblias no meio da multidão. A polícia da cidade apareceu e prendeu Johnson por invasão de propriedade, apesar das acusações terem sido retiradas posteriormente.
O Orgulho Twin Cities então processou a prefeitura, buscando uma liminar e ordem de restrição contra a distribuição de Bíblias de Johnson.
De acordo com o informe da KARE-TV, advogados do Orgulho Twin Cities disseram que se a prefeitura permitisse Johnson no parque durante o festival, iria violar a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que assegura que organizações privadas com uma permissão de uso de via pública para fins de expressão não pode ser forçada pelo governo a incluir um grupo cuja mensagem contradiz a do organizador [do evento].
Eileen Scallen, co-conselheira do Festival de Orgulho argumentou que a recusa da prefeitura parar Johnson seria “semelhante a permitir que a Klu Klux Klan transmitisse suas visões racistas e anti-imigração no Festival Cinco de Maio”.
Mas Johnson alega que a analogia não é verdadeira para seu ministério.
“Johnson não tinha interesse em participar — ou interferir — atividades do Festival de Orgulho”, seu processo alega. “Ele apenas queria expressar sua mensagem através da distribuição de Bíblias, uma mensagem distinta da do próprio festival. Johnson apenas queria entregar Bíblias e falar sobre Jesus”.
Além disso, seu caso declara, “Enquanto envolvido em conversas com indivíduos frequentadores do Festival de Orgulho, Johnson sempre fez um esforço consciente para evitar qualquer discussão sobre a decência ou não da homossexualidade. Ele não vai lá para condenar ninguém. Ele foca na realidade de que todas as pessoas pecam — seja com comportamento homossexual ou não — e portanto todas precisam de Jesus”.
Aparentemente, a Corte Distrital concordou com Johnson, pois recusou a ordem de restrição e decidiu não apenas que a prefeitura não violaria os direitos do festival ao permitir que Johnson distribuísse Bíblias, mas também garantiu que a liminar do Orgulho Twin Cities iria, na verdade, violar os direitos da Primeira Emenda de Johnson.
A Corte Distrital sugeriu em um comentário, porém, que o Orgulho Twin Cities poderia estabelecer “zonas de livre expressão”, uma sugestão que a organização prontamente aceitou.
Em maio de 2011, a prefeitura — sem consultar Johnson — resolveu o caso do Orgulho Twin Cities ao concordar em permitir duas concessões: Primeiro, os organizadores do evento poderiam restringir qualquer distribuição de literatura não autorizada a uma mesa de doação, sem ninguém nela, dentro do festival, e segundo, o Orgulho Twin Cities poderia estabelecer uma “zona de livre expressão” para estandes cuja mensagem foi rejeitada pelos organizadores do evento.
O Orgulho Twin Cities prontamente divulgou a “zona de livre expressão” como uma “zona distante do evento gay” e determinou seu lugar.
Mas de acordo com o caso de Johnson, a zona está “localizada longe de todas as rotas e caminhos de entrada do Parque Loring... Um estande fora do evento do Festival de Orgulho não permitiu que Johnson alcançasse sua audiência almejada (aqueles que frequentam o Festival de Orgulho) com sua mensagem através de Bíblias”.
Além disso, o caso argumenta, “A zona de entrega de materiais era igualmente inadequada, pois Johnson queria entregar as Bíblias ele mesmo, garantindo que os indivíduos interessados iriam receber as Bíblias (ao invés de serem destruídas ou jogadas fora) e que ele ficaria disponível para conversar com qualquer um que estivesse interessado em sua mensagem bíblica".
O resultado final da resolução, o caso de Johnson alega, é não apenas o banimento da distribuição de Bíblias do evento, mas também o exílio de qualquer um que falasse de Jesus.
O advogado ligado da ADF Stan Zahorsky está atuando como advogado local no caso, Johnson versus Prefeitura de Minneapolis, arquivado na Corte Distrital dos Estados Unidos para o Distrito de Minnesota.
O próximo Festival de Orgulho está agendado para 23 e 24 de junho de 2012.
Traduzido por Eliseu P. L. J. do artigo de WND: City banishes Bibles during 'gay' fest


Ex-homossexual: Mudança Radical

Uma Mudança Radical

A história da minha vida é uma mistura de sofrimento e dor, aliada a grades mudanças e alegria intensa. Desde a minha infância até o dia de hoje eu tenho experimentado grandes transformações, as quais me permitem dizer que a vida é maravilhosa e deve ser vivida com prazer e gozo.

Eu experimentei o sofrimento bem cedo na minha vida. Ainda aos 7 ou 8 anos de idade fui introduzido às experiências sexuais com garotos da minha vizinhança. Um desses meninos tinha uns 17 anos e outros dois eram aproximadamente um ano mais velhos que eu.

O rapaz de 17 anos me atraía para os fundos da sua casa e mostrava-me um pênis de borracha. Com o passar do tempo, ele começou a mostrar-me o próprio pênis e pedia que eu o masturbasse. Isso desenvolveu em mim uma forte e irresistível atração pelo mesmo sexo.

Com os dois meninos as “brincadeiras sexuais” eram mais intensas e chegavam a níveis mais práticos. Essa bricnadeiras se estenderam até que eu completasse 10 anos, ocasião em que mudei para um outro bairro e fiquei livre do assédio e abusos daqueles dois garotos.

O novo bairro em que fui morar era povoado por muitos meninos menores de idade que passavam o dia (e parte da noite) na rua, longe dos olhos de seus pais e irmãos mais velhos. Nessa vizinhança, conheci e experimentei níveis de envolvimento sexual ainda mais intensos e freqüentes. Todas as tardes e noites havia “brincadeiras” entre os garotos. A faixa etária da meninada era de 8 a 18 anos.

Até os 16 anos eu sentia muito prazer com as brincadeiras sexuais que fazia com os colegas da minha idade. Tudo parecia tão natural e previsível. Eu não sentia nenhum remorso ou vergonha, afinal, todos os meninos faziam ou já haviam feito o mesmo. Não havia motivo para traumas, complexos e dilemas... só diversão.

Apesar disso, entre os 16 e 19 anos, dei-me conta de que tudo aquilo já estava fazendo parte do meu próprio jeito de ser, sentir, pensar e agir. Comecei a entender que o desejo sexual por garotos estava completamente impregnado em mim e não estava associado apenas a brincadeiras com os outros meninos.

Tudo isso trouxe a mim uma constatação inequívoca: eu era “diferente”!
Até que eu completasse 19 anos eu permancei celibatário, porém, entregue às fantasias homossexuais e à masturbação compulsiva. Ainda aos 19, conheci um rapaz de 25 anos com o qual dormi uma única noite; o que foi suficiente para que a partir disso eu me entregasse completamente ao comportamento homossexual e assumisse o estilo de vida gay.

Seguiram-se anos de casos, encontros e aventuras que acabaram por criar em mim uma forte convicção: eu era gay e devia me acostumar com as idéias e o estilo de vida da comunidade homossexual!

Apesar de tudo isso, aos 22 anos eu questionei o que eu havia vivido desde a infância e comecei a indagar por respostas quanto às origens dos meus sentimentos e desejos. Eu não duvidava da intensidade dos meus desejos e sentia-me confortável com prazer que os atos e afetos homossexuais me proporcionava. A única dúvida que persistia em minha mente estava relacionada ao fato de eu não saber o porquê disso acontecer comigo. Eu não lamentava o fato, mas queria saber a finalidade, o propósito de haver nascido homem, porém com uma mente e um desejo sexual voltados para os outros homens. Na verdade, eu queria mesmo era saber se Deus existia e se realmente estava por trás de tudo isso!

Mesmo tendo aquele tipo de dúvida, eu não buscava por nenhuma resposta em Deus ou na religião. Ao mesmo tempo, eu lia quase tudo que aprecesse em minha frente e estivesse relacionado ao tema da homossexualidade.

Apesar de não estar procurando uma resposta em Deus, na noite do dia 30 de março de 1997, sem que eu estivesse planejando nenhuma mudança em minha vida, acabei por ouvir “por acaso” uma mensagem de um pastor evangélico na qual ele fazia um desafio para que os presentes buscassem conhecer uma tal “vontade de Deus”. Segundo aquele pastor, essa seria a única forma para que um homem soubesse o quanto o seu comportamento agradaria ou desagradaria o Seu Criador.

Achei o argumento do pastor ligeiramente lógico e aceitei o desafio de conhecer aquela tal “vontade de Deus”. Ainda assim, deixei claro ao próprio Deus (caso ele existisse) que eu NÃO acreditava em nada que os crentes diziam e que eu achava a igreja um poço de hipocrisia e enganação. Apesar disso, eu me propus a seguir os ensinos contidos na Bíblia, caso Jesus realmente mudasse minha forma de pensar, andar e falar. Eu tinha uma mente inquieta, a qual estava constantemente fixada em homens e sexo. Meu andar já estava ligeiramente afetado e os que passavam por mim percebiam claramente que eu tinha trejeitos feminios. Minha voz deixava claro o tipo de desejo sexual existente em mim.

Aquela noite de verão foi o início de uma jornada emocionante. Comecei imediatamente a estudar a Bíblia e a procurar conhecer cada vez mais a vontade de Deus expressa nas Escrituras e me apaixonei ao compreender o grande amor que o Criador tem por suas criaturas.

O meu relacioamento com o Deus apresentado pela Bíblia supriu todas as minhas necessidades intelectuais, emocionais e afetivas. Passei a me sentir um homem completo e, conforme eu conhecia mais do amor de Deus por cada um de nós, sentia-me mais forte, confiante e decidido a seguir a Verdade por toda a minha vida.

Já se passaram mais de dez anos e durante todo esse tempo não houve recaídas ou indecisões. Eu compreendi que a atração pelo mesmo sexo decorre de um erro na nossa percepção psico-sexual e que resulta em um comportamento inadequado à nossa estrutura física e emocial. Também entendi que não é possível realizar-se completamente em uma relação com alguém do mesmo sexo.

Há sérias restrições e consequências biológicas, psicológicas e socias inerentes à homossexualidade. Compreendi que é anti-natural e contra-producente entregar-se a uma disposição mental homoerótica e aos relacionamentos homoafetivos.

Casei-me há seis anos e tenho uma esposa maravilhosa, a qual enche a minha vida de significado, alegria e prazer, muito prazer. Sinto-me completamente realizado ao lado da minha companheira que, além de ser maravilhosamente bela, demonstra uma fé inabalável no nosso Deus, o Criador dos Céus e da Terra. A fé que vejo em minha esposa reforça aquela que há em mim mesmo, na qual eu vejo que tudo que Deus faz durará eternamente!

Nosso casamento tem as mesmas dificuldades de todos os casais que se mantém unidos nessa Terra. Temos diferenças e às vezes não as compreendemos. Ainda assim, o amor que há ém nós tem vencido todas as nossas diferenças e nos faz entender que Deus é amor e está ao lado dos que se esforçam para manter os votos nupciais. Nosso lar é cheio de amor e paz e temos a certeza de que não seremos abalados por nada nessa vida, pois estamos alicerçados numa rocha que não se deixa abalar.

O fato de experimentarmos e vencermos as dificuldades em nosso casamento nos dá ainda mais certeza de que o meu passado não desempenha nenhum papel no meu presente, exceto na condição de ferramenta para testemunho e aconselhamento para aqueles que desejam se livrar da homossexualidade.

Há dois anos comecei a pesquisar o que de fato aconteceu em minha mente e que me levou a uma mudança tão radical. Fiz descobertas fantásticas sobre o funcionamento da mente e o comportamento humano. Atualmente, compartilho com outros homens a minha experiência e as pesquisas que realizo sobre esse tema. Compreendi que Deus fez o homem de modo magnífico e deu a cada um de nós uma mente para ser usada adequadamente. Hoje sei que não importa o quanto tenhamos sofrido por desconhecermos o plano de Deus para nossa vida, podemos recomeçar a jornada e estabelecermos uma sólida caminhada rumo a uma vida plena, com prazer e propósitos seguros.

Muitos homens já se beneficiaram do meu testemunho e do aconselhamento que lhes ofereço. Há maridos que estão reestruturando seus casamentos e rapazes que estão vivendo felizes com suas namoradas, livres do tormento que a atração pelo mesmo sexo lhes causava e aptos a sonhar com um matrimônio tradicional, onde homem e mulher se unem para gerar filhos e serem uma família.

Caso você ou alguém que você conhece tenha interesse em saber mais sobre o assunto, basta mandar uma mensagem por e-mail e poderemos conversar melhor sobre todo o processo de mudança que eu tenho experimentado nesses maravilhosos dez anos. Meu e-mail é luzesal@gmail.com

Aceite o desafio e conheça o que pode mudar sua vida radicalmente: a Verdade!
Um cordial abraço.

Fonte: http://palavradaverdade.com/print2.php?codigo=2592


O UNODC no Brasil e no Cone Sul

UNODCDesde 1991, o UNODC atua no Brasil com o objetivo de apoiar o governo brasileiro no cumprimento das obrigações assumidas ao ratificar as Convenções da ONU sobre Controle de Drogas e os doze instrumentos multilaterais sobre o terrorismo. O Brasil ratificou a Convenção da ONU contra o Crime Organizado, seus três Protocolos (contra o Tráfico de Seres Humanos, contra o Contrabando de Migrantes e contra o Tráfico de Armas) e a Convenção da ONU sobre Corrupção.

O crescimento das áreas de trabalho do UNODC foi complementado pela expansão na área geográfica de atuação. Isso ocorreu em 2001, quando o Escritório passou a ser regional, cobrindo os países do Cone Sul: Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai. As áreas temáticas para o Cone Sul também estão se ampliando, com projetos em prevenção a drogas, de prevenção a HIV e aids, de reforma prisional e de prevenção à violência de gênero.



Sobre o UNODC

Sede do UNODC em VienaO Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) implementa medidas que refletem as três convenções internacionais de controle de drogas e as convenções contra o crime organizado transnacional e contra a corrupção. O trabalho do UNODC está baseado em três grandes áreas: saúde, justiça e segurança pública. Dessa base tripla, desdobram-se temas como drogas, crime organizado, tráfico de seres humanos, corrupção, lavagem de dinheiro e terrorismo, além de desenvolvimento alternativo e de prevenção ao HIV entre usuários de drogas e pessoas em privação de liberdade.

No campo da saúde, o UNODC trabalha no sentido de garantir o acesso universal aos serviços de saúde como um direito humano fundamental, independentemente da condição social ou da situação jurídica das pessoas. Nesse sentido, o UNODC se esforça para garantir o acesso a tratamento para usuários problemáticos de drogas e para garantir o atendimento integral de saúde também nos ambientes prisionais. Além disso, conduz esforços de prevenção voltados para a população em geral, a fim de conscientizar as pessoas sobre os riscos do uso abusivo de drogas.

Na área de justiça, o UNODC trabalha pela manutenção e pelo desenvolvimento do Estado de Direito, auxiliando os países, por meio da implementação de instrumentos jurídicos internacionais relevantes, a desenvolver sistemas de justiça íntegros e justos, além de sistemas prisionais adequados, sempre a partir da perspectiva do respeito aos direitos humanos.

No campo de segurança pública, o UNODC trabalha para ampliar a capacidade dos países em oferecer uma resposta à criminalidade. Para isso, busca reforçar a ação internacional contra a produção de drogas, o tráfico e a criminalidade associada às drogas, por meio de iniciativas como projetos de desenvolvimento alternativo, monitoramento de cultivos ilícitos e programas contra a corrupção e a lavagem de dinheiro. Promovendo o intercâmbio de boas práticas e soluções, o UNODC busca concertar a ação cojunta dos países no enfrentamento ao crime organizado internacional, buscando reforçar o Estado de Direito e promover a estabilidade dos sistemas de justiça criminal.

O UNODC possui escritórios de campo, nacionais e regionais, que cobrem mais de 150 países. Trabalhando diretamente com governos e organizações não-governamentais, as equipes de campo desenvolvem e implementam programas de controle de drogas e de prevenção à criminalidade, sempre adaptados às necessidades locais dos países atendidos.

Os três pilares do trabalho do UNODC são:

Trabalho normativo, para ajudar os Estados na ratificação e na implementação dos tratados internacionais, e no desenvolvimento de suas legislações nacionais em matérias de drogas, criminalidade e terrorismo, além de oferecer serviços técnicos e operacionais para órgãos de execução e controle estabelecidos pelos tratados internacionais.

Pesquisa e análise, para aumentar o conhecimento e a compreensão dos problemas relacionados às drogas e à criminalidade e para ampliar a definição de políticas e de estratégias com base em critérios baseados em evidências.

Assistência técnica, por meio de cooperação internacional, para aumentar a capacidade dos Estados-membros em oferecer uma resposta às questões relacionadas às drogas ilícitas, ao crime e ao terrorismo.




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