terça-feira, 3 de abril de 2012

Ciume: Como lidar quando o marido trabalha rodeado de mulheres


Você já sentiu ciúmes de algum colega de trabalho do seu companheiro? Saiba que 9 entre 10 pessoas confessam que, em algum momento, já sentiram uma pontinha de ciúme só de pensar que o maridão (ou a esposa) trabalha com aquela bonitona. O ambiente profissional é onde passamos a maior parte do nosso tempo. Exatamente por isso é muito comum que os laços de amizade se estreitem entre colegas de trabalho.

Não é surpresa que por isso aconteça, vez ou outra, de o cônjuge se sentir um pouco enciumado, já que seu companheiro acaba compartilhando de momentos diários com seus colegas, como almoços, visitas a clientes, reuniões até tarde e até happy hour.

A importância de entender que esses momentos são necessários para o convívio profissional de seu companheiro é enorme. Atenção: antes de continuar, preciso explicar que não estou isentando os espertinhos de plantão que aproveitam dessas desculpas para trair seus companheiros. Salvo essas exceções, é cada vez mais comum que alguns profissionais utilizem de momentos sociais para estreitar o relacionamento com seus colegas de trabalho e inclusive com clientes, fornecedores e colegas de profissão. Entender e respeitar esse direito do seu companheiro é o mesmo que ajudá-lo em seu desenvolvimento profissional e preservar o seu próprio relacionamento amoroso.

Se você puder participar de alguns desses momentos, como no caso de happy hour, aproveite para também se aproximar dos colegas do seu companheiro. Será ainda mais fácil entender que a relação entre eles é profissional e nada mais. Por outro lado, faça o mesmo com as suas relações profissionais. Marcar encontros em cafés, bares, ou festinhas de aniversário é extremamente saudável para o fortalecimento da relação entre pessoas que convivem diariamente. Faça isso por você e não implique quando seu companheiro fizer o mesmo.


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* Virgínia Magalhães é jornalista, responsável pelas áreas de marketing, comunicação e assessoria de imprensa da DeBernt Entschev Human Capital. Escreve sobre carreira para o Meia Fina sempre às 4as. feiras.

Fonte: Meia Fina


Proteja seu relacionamento

(Para Casados e Solteiros)


Muitas vezes um casamento vai bem, e acaba abalado por causa de um relacionamento inesperado com uma terceira pessoa. Começa de maneira inocente e agradável, torna-se cada vez mais envolvente. Por fim, traz complicações e desgraças para muita gente.


Não foi um acidente ou "um grande amor que surgiu". Foi um relacionamento do qual o casamento deveria ter sido protegido. Não seja ingênuo pensando que isto só acontece com os outros. Muita gente boa já caiu exatamente por ser ingênua assim. Lembre-se de 1 Coríntios 10.12. Por isso, proteja eu casamento... Eis algumas dicas:


Tenha bom senso com suas companhias

Evite gastar tempo desnecessário com alguém do sexo oposto. Muitos casos surgem por não se agir assim. Um executivo precisa de aulas particulares de inglês e contrata uma jovem professora. Contrate um homem. Não significa que cada contato com alguém do sexo oposto seja porta para o adultério. Significa evitar oportunidades para cair. Companhia contínua cria intimidade. Intimidade com o sexo oposto traz problemas.


Tome cuidado com as confidências

A pessoa mais íntima de alguém deve ser seu cônjuge. Segundo a Bíblia, são “uma só carne”, isto é, uma só pessoa. Se há aspectos de seu relacionamento que você não pode compartilhar com esposo(a) e compartilha com alguém do sexo oposto, a coisa está ruim. As pessoas tendem a se solidarizar com quem sofre e a proximidade emocional se torna perigosa. Um homem que se queixa de sua esposa para outra mulher está traçando um caminho perigoso. Isto vale para quem faz e para quem ouve confidências.


Evite momentos a sós

Decida não ter momentos privados com alguém do sexo oposto. Se um(a) colega de trabalho pedir para ter um almoço com você, convide uma terceira pessoa. Se necessário, não se constranja em compartilhar os limites que você e seu cônjuge concordaram ter no seu casamento. É melhor ser visto como rude que vir a cair em pecado.


Vigie seus pensamentos

Cuidado com o que pensa. Se você só se detém nos defeitos de seu cônjuge, qualquer outro homem ou mulher parecerá melhor. Faça uma lista das coisas que inicialmente lhe atraíram em seu cônjuge. Aumente o positivo e diminua o negativo. Evite filmes, conversas, sites e literatura que apologizam o adultério. Lembre de Colossenses 3.2.


Evite comparações

Um homem trabalha com uma mulher perfumada, maquiada, bem vestida. Em casa encontra a esposa, com criança no colo, cabelo desfeito, banho por tomar. Uma mulher encontra um homem compreensivo com quem pode se abrir, e se sente mais à vontade com ele do que com o esposo. Ignoraram situações e contextos diferentes. Foram iludidos pelo irreal. Lembre-se do pródigo: o mundo lhe era fascinante, mas terminou num chiqueiro. As aparências iludem, porque o mundo em que vivemos em casa é o real. O mundo de relacionamentos fora de casa é sempre artificial.


Evite a síndrome do retorno

É a idéia de que a vida sentimental e sexual caiu na rotina, e agora, a pessoa “renasceu”. Já vi inúmeros casos assim: “Eu renasci”, ou “Eu me senti jovem de novo”. Não banque o adolescente. Você é um adulto com responsabilidades e com uma pessoa com quem partilha a vida. Construa sua vida com seu cônjuge. Se sua vida conjugal se “fossilizou”, há outros caminhos. Revigore-a com seu cônjuge. Há pessoas que sempre se fossilizam e pulam de relacionamento em relacionamento, procurando o que não produzem. Temos o que produzimos.


Ponha seu coração no seu lar

A solidez do casamento vem pelo tempo que os cônjuges gastam juntos. Conversas, risos, passeios, programas comuns. Se você não sai com seu cônjuge, marque datas para os próximos meses. Vocês devem ter um ao outro como o melhor companheiro. Mantenham o clima de namoro: querer estar junto com a pessoa. Orem juntos. Dificilmente duas pessoas que oram juntas brigarão entre si. Sejam parceiros espirituais.


Invista em seu cônjuge

O marido da mulher virtuosa é conhecido quando se levanta em público (Pv 31.23). A idéia é que ele está bem vestido e vê o caráter dela pela roupa dele. Uma boa esposa é um bom tesouro (Pv 18.22). De bom tesouro cuida-se e evita-se perdê-lo. Marido: mulher bem tratada é um grande investimento; o retorno emocional é garantido. Mulher: marido bem tratado é um grande investimento; o retorno emocional é garantido.


Busque ajuda

Havendo problemas, busque ajuda. Primeiro em Deus. Lembre-se de Tiago 1.5. Busque orientação de pessoas mais experientes ou de seu pastor. Evite que o problema se avolume. Evite conselhos de gente que não tem o que dizer. Os amigos de Roboão lhe deram maus conselhos (1Rs 12.6-12). Nesta busca de ajuda, evite por mais lenha na fogueira. Evite também raiz de amargura (Hb 12.15). Busque ajuda e não um juiz a seu favor.


Conclusão

Bons casamentos não acontecem por acaso. São produto de muito trabalho e da graça de Deus. Boa parte do trabalho é investimento emocional no relacionamento conjugal. “Vender a alma” para o cônjuge. Mas investir sem proteger é problemático. É preciso levantar cercas contra os problemas externos, porque os internos são mais vistos e os dois os vivenciam. Não permita brechas. Não dê armas ao inimigo.


Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho (www.isaltino.com.br)

Publicação do Jornal Ágape de Limeira-SP – 2ª quinzena de janeiro/2011


Fonte: Internaltas Cristão


O casal e os problemas com a depressão pós-parto


Por mais que a chegada de uma criança traga felicidade, a vida de qualquer casal sofre uma avalanche de mudanças – em especial aos pais de primeira viagem. O bebê que acaba de chegar requer atenção, energia, afeto e cuidados específicos o tempo todo. Ao fim do dia pai e mãe estão exaustos -e ainda terão uma madrugada de mamadas que os espera. Como nessa fase a ligação entre a mãe e o bebê é mais forte do que nunca, é natural que o homem, em algum momento, sinta-se excluído, mesmo que nem se dê conta disso.

Para alguns, a compreensão do instinto materno e a certeza de que a fase caótica é passageira ajudam a enfrentar essa nova fase: a prole. Outros têm um pouco mais de dificuldade. Até sentem um pouquinho de ciúme do filho e saudade da antiga silhueta da mulher, mas passa logo. Porém, há recém-papais que se irritam o tempo todo –e sentem-se culpados por isso, já que deveriam esbanjar felicidade. Começam a sentir um cansaço extremo e um pessimismo inexplicável, além de desânimo em relação a qualquer atividade do dia a dia. É a (ainda) pouco falada depressão pós-parto masculina dando as caras.

De acordo com a mestre em psicologia Dorit Verea, diretora da Clínica Prisma – Centro de Tratamento Intensivo para Transtornos Emocionais, de São Paulo, a depressão pós-parto sempre foi estudada como um transtorno unicamente feminino, por questões prioritariamente biológicas. “Porém, as influências psicológicas e sociais que acometem as mães também podem acometer o pai. A doença é caracterizada por uma tristeza profunda que pode aparecer nos três primeiros meses pós-parto e é mais comum em pais de primeira viagem”, explica.

Em um momento em que todas as atenções estão voltadas à criança –e à mãe, em segundo lugar– o homem acaba negligenciado, assim como são subestimadas as suas emoções. No entanto, a doença merece atenção, pois, quanto antes for diagnosticada, mais rapidamente será curada (veja os sintomas na tabela abaixo). Em alguns casos, a essa depressão provoca pensamentos mórbidos ou suicidas e até mesmo o abandono do lar, pela dificuldade de lidar com a situação.


Depressão pós-parto atinge um a cada cinco homens

Ainda pouco falada, a depressão pós-parto masculina existe e precisa de acompanhamento

No caso das mães, as razões da depressão pós-parto podem estar associadas à alteração hormonal, condição psíquica materna, gestação múltipla (situação em que há maior exigência do casal), fertilidade assistida, bebês internados em UTI neonatal etc.

Já no caso dos homens, a ansiedade em prover uma boa vida para a criança, o aumento das responsabilidades e o suporte que se deve dar à esposa estão entre as principais causas do problema.

De acordo com a psicóloga do Einstein, (Sociedade Beneficente Israelita BrasileirA)Dra. Ana Merzel Kernkraut, a depressão pós-parto entre os homens é verificada principalmente do final da gestação até o primeiro ano de vida da criança. O estudo inglês aponta também que aproximadamente 21% dos pais podem sofrer com sintomas de depressão até o primeiro aniversário da criança.

"Na maioria dos casos, percebe-se um agravamento da situação entre o terceiro e o sexto mês de vida do bebê, que tem muito a ver com a convivência e com a nova relação familiar que se estabelece, além da rotina de vida do bebê - despertar noturno para cuidar da criança, maior número de tarefas em casa, além do compromisso profissional", afirma.

De acordo com a psicóloga, outra razão para o desencadeamento da doença nos homens é a mudança na qualidade do próprio relacionamento com as esposas. "Até o nascimento do bebê, a relação contava com apenas duas pessoas. Com a chegada de um terceiro, a atenção passa a ser dividida e o fato pode gerar um problema entre o casal", avalia.

"As mulheres, nesse período, geralmente têm a sua atenção principal voltada para o bebê. Para que não haja desconforto, vai depender da maturidade do casal ultrapassar essa fase de acomodação. Para os homens com esposas com depressão pós-parto, a sobrecarga de responsabilidades também pode ser muito difícil e agravar o problema", explica.

De acordo com o estudo, pais jovens são os mais afetados pela chegada do bebê – geralmente na faixa dos 15 aos 24 anos, assim como aqueles com quadros de depressão anteriores e de classes menos favorecidas.

Os principais sintomas de depressão pós-parto nos homens são: irritabilidade, tristeza, falta de vontade de se relacionar com o outro, choro, falta de apetite e dificuldade de relacionamento com os filhos, inclusive com o recém-nascido.

"A doença geralmente é entendida pela sociedade como uma rejeição à criança, mas não devemos generalizar. Muitas vezes é uma dificuldade de relacionamento que se apresenta e não uma rejeição", afirma a psicóloga.


Diferença entre homens e mulheres

A sobrecarga da mulher com a chegada de um bebê é bastante conhecida e a própria depressão pós-parto na mãe já é mais compreendida pela sociedade. No geral, a responsabilidade do pai é menos valorizada e, por isso, o seu sofrimento pode ser até maior.

"Como ainda é um assunto sobre o qual se conhece menos, um desempenho satisfatório do homem continua sendo cobrado no trabalho, em casa, na vida social, mesmo se ele estiver com um quadro depressivo", esclarece a Dra. Ana Merzel Kernkraut.


As razões por trás da depressão pós-parto na mulher

Caso você tenha vivenciado por alguma das situações a seguir estará propensa a ter depressão pós-parto.

• Um casamento difícil
• Depressão não relacionadas com a sua gravidez
• Ter poucos amigos e familiares desabafar
• Crônica síndrome pré-menstrual
• Eventos estressantes da vida em sua gravidez ou após o nascimento

A causa exata da depressão pós-parto em uma mulher ainda não é conhecida. Há uma grande mudança em seus níveis hormonais durante a gravidez e após o parto.

As alterações hormonais podem causar alterações químicas no cérebro que desempenha um grande papel para causar a depressão pós-parto.


Sobre a depressão pós-parto masculina

1) As Causas

A depressão pós-parto masculina pode ser o reflexo de um medo silenciado de não conseguir cuidar da família (principalmente financeiramente); do futuro; da mulher não voltar à forma física ou não lhe dar mais atenção... “Essa fase suscita várias perguntas na cabeça dos homens: será que vou ser um bom pai? Como educar meu filho? Será que ele gostará de mim? Esse tipo de preocupação pode dar um empurrãozinho para o estresse e a ansiedade, somados a inseguranças, medos... Quando tudo isso foge ao controle, a depressão pode entrar em cena”, avisa a psicóloga Dorit Verea.

É importante ressaltar que existem situações que predispõem ao problema. “Nos casais em que a mulher é acometida da depressão pós-parto, seja o estado psicótico seja o estado depressivo, existe maior chance de o homem reagir com o mesmo problema”, afirma o psicólogo e terapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Martins Jr., diretor do Instituto Paulista de Sexualidade (Inpasex), que completa: “Quem já teve fases ou períodos depressivos anteriores, terá mais chances de reagir depressivamente nesta fase.”

2) Peça ajuda

A conversa com amigos e parentes é útil. Por outro lado, cuidado. "Há momentos em que cada um dá um palpite, o que pode piorar a situação. Apenas escute as experiências e converse sobre os seus sentimentos com alguém que vai saber ouvi-lo”, sugere a psicóloga e consultora motivacional Roseana Ribeiro, do Rio de Janeiro.

“Filho é para sempre e a sensação inicial é que nunca mais a preocupação vai lhe deixar em paz. Nada melhor do que o tempo para ajudar a entender que não é bem assim”, pondera. Em suma, dividir os sentimentos é positivo, mas se notar que é necessário mais do que um ombro amigo para conversar, não hesite em procurar ajuda profissional.

"O importante é não permitir que os sintomas persistam. Todo tratamento é mais fácil e rápido no começo”, ressalta Roseana. Uma psicoterapia direcional e de breve período, com duas consultas semanais, é o ideal. O uso de medicação depende das características individuais e psiquiátricas de cada paciente, assim como a duração do tratamento.

3) O papel dela

Em geral, a mulher pode ajudar – e muito – o seu parceiro que não está bem mantendo o alto-astral e mostrando (com exemplos) ao marido que ele requer auxílio especializado. Porém, como os afazeres com o bebê ocupam boa parte de seu tempo, nem sempre a mulher nota o que está acontecendo, por mais sensível que seja.

Amigos e parentes são fundamentais nessa hora, principalmente mantendo as antenas bem ligadas para apatia, desleixo (barba por fazer e roupas sujas, por exemplo) e dificuldade com atividades do cotidiano. Mas dividir o problema com a mulher é bom. Mesmo que ela não tenha notado, não significa que não se importe. Exponha seus sentimentos.

4) Autoconhecimento

Como não é possível, ainda, desprezar a possibilidade de a depressão pós-parto atingir homens com conflitos mal resolvidos relacionados com a companheira e consigo como filho de seu próprio pai, a psicóloga Dorit Verea aconselha aproveitar esse momento complexo para se conhecer melhor.

"Quando estamos numa crise, estamos mais abertos para mudanças. É uma grande oportunidade de resolver conflitos antigos que podem estar atrapalhando a vida da pessoa há anos”, destaca. “Como prevenção, aconselho os candidatos a papai a acompanhar, ao lado da mulher, cada etapa da gravidez. É na rotina de exames, nas conversas com médicos e com outros pais que eles, sem perceber, vão se preparar para o que vem pela frente.”

5) Depoimento de quem viveu

Foi sem avisar que a depressão pós-parto masculina apareceu na casa do empresário carioca Matheus Maggiori, de 31 anos. “Eu queria estar feliz. Na verdade, estava feliz, porque sempre sonhei em ser pai, mas tinha dificuldade em demonstrar, em lidar com as noites mal-dormidas, com o choro do meu filho, com as dores da minha mulher... Só pensava em sumir, em ter de volta a vida de antes”, confessa.

Para o empresário Matheus, foi uma conversa franca com o melhor amigo do trabalho que lhe abriu os olhos. “Ele me disse que eu deveria ir ao médico, pois estava me achando inquieto, nervoso, desatento. Abri o jogo com minha mulher e ela me incentivou a buscar ajuda. Hoje estou curado e curtindo muito as brincadeiras com meu filho de quatro anos”, salienta.


SINAIS DE ALERTA E TRATAMENTO

Procure ajuda médica se mais de três dos sintomas abaixo perdurarem por duas semanas:

• Falta de apetite

• Distúrbios do sono

• Crises de choro

• Falta de atenção

• Lapsos curtos de memória

• Angústia por sentir-se inseguro como pai

• Ansiedade e nervosismo

• Perda da libido

• Luto pela perda da liberdade Falta de interesse (ou prazer) pelas atividades cotidianas

• Pensamentos mórbidos ou suicidas

• Impaciência, irritabilidade e mudanças bruscas de humor

• Dores de cabeça, distúrbios digestivos e dores crônicas

• Aumentar o ritmo de atividades com a finalidade inconsciente de escapar da vida doméstica

"A figura paterna tem um papel muito grande para o filho homem e o estudo mostra também que os bebês do sexo masculino são mais afetados se o pai sofrer com depressão pós-parto".


Psicose pós-parto

Existem também o risco de psicose pós-parto, estimado entre 2 e 4 a cada 1000 partos. Muito mais grave que a depressão, na psicose a perda de contato com a realidade que pode incluir alucinação, delírios, fala desorganizada, humor instável, medo patológico e comportamentos violentos contra si e contra os outros. Pode ser necessario a internação.


Dicas para os pais

Fiquem atentos às alterações de comportamento, como maior irritabilidade, falta de vontade de estar em casa, de auxiliar no cuidado do bebê, entre outras.

Procure um médico para conversar sobre o que está sentindo.

Não menospreze seu sentimento, pois é importante que haja o diagnóstico e tratamento para que você se sinta melhor.


Fontes

• uol - http://estilo.uol.com.br/
• Explicaki - http://www.explicaki.com/
• Albert Einstein (Sociedade Beneficente Israelita BrasileirA) - http://www.einstein.br/
• Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/


As Dez dúvidas mais comuns sobre virgindade

1) O que vem a ser a virgindade?

2) Porque tem crescido o número de adolescentes e jovens que tem tido experiências sexuais tão cedo?

3) Quando a Bíblia fala a respeito da virgindade, ela se dirigi ao homem também?

1) O que vem a ser a virgindade? R: Virgindade ?Estado de pessoa virgem, isto é que nunca praticou um ato sexual, estando puro, intacto, que nunca foi usado;inexplorado. 2) Porque tem crescido o número de adolescentes e jovens que tem tido experiências sexuais tão cedo? R: Conforme pesquisa que realizei durante um ano entrevistando jovens mães (adolescentes e jovens) cheguei a conclusão que existe ainda uma lacuna quando o assunto em pauta é virgindade. Entendo que a família tem a maior porcentagem de responsabilidade em educar e ensinar os filhos, porém a Igreja também tem uma parte na responsabilidade em orientar o jovem, pois a Bíblia Sagrada nos revela claramente a respeito da virgindade, e o porque de ser virgem e o que fazer para guardar-se para o matrimônio. A escola também tem uma boa porcentagem na responsabilidade em passar para o jovem a respeito da virgindade, no entanto vemos não só a escola, mas o Governo e algumas entidades e veículos de comunicação, como as novelas; onde tanto o sexo entre adolescentes como ser mãe independente é normal.

Ao invés de ensinar ao jovem a manter-se virgem até o matrimônio, evitando assim doenças, uma gravidez indesejada ensinando-os a fazer segundo a palavra de Deus, como diz as Escrituras Sagradas; todavia vemos estes ensinando os jovens a como usar o preservativo. Temos consciência que por de trás desta ? preocupação da mídia, existe uma preocupação muito maior em todo este processo de comercialização, que por sinal é bem lucrativo, do que se preocupar como será o futuro destes jovens nos quais entram tão cedo para o mercado do sexo?.

3) Quando a Bíblia fala a respeito da virgindade, ela se dirigi ao homem também?

R: sim. Se analisarmos as Escrituras Sagradas, veremos o apóstolo Paulo dirigindo-se aos homens solteiros, no capítulo 7, respectivamente nos versículos 1e 8 na carta aos Corintios:?...,é bom que o homem não toque em mulher; más por causa da impureza cada um tenha a sua própria esposa; bom seria se os solteiros e viúvos fossem como eu, todavia aos que não conseguem dominar-se, bom é que se casem, pois é melhor casar do que se abrasar?. Entendemos que Paulo exorta o homem solteiro a cuidar das coisas que pertencem ao Santuário de Deus, como também ele mesmo o fez, todavia se for para o homem andar em fornicação, prostituição, antes, seja melhor casar-se e ter uma esposa, pois é melhor casar do que se abrasar.

Tanto na época em que Paulo escreve aos Corintios como nos dias de hoje, muitas pessoas acham que podem andar em adultério, fornicação e continuarem a oferecer sacrifícios agradáveis a Deus, e o Senhor Jesus os receber.Todavia a fornicação, a impureza e o adultério fazem partes das obras da carne, como está registrado na carta aos Gálatas, no capítulo 5: ?Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. A respeito das quais eu (Paulo escreve inspirado pelo Espírito Santo de Deus) vos declaro, como já outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam?.

4) Porque o homem valoriza a virgindade no matrimônio?

R: Segundo pesquisas recentes, é grande a porcentagem de homens que procuram para constituir um lar, mulheres virgens.Muitos homens senten-se inseguros, outros por outro lado teen ?medo? de seu desempenho sexual ser comparado com o de outro, e outros ainda teen medo de após terem relações sexuais com a parceira, não satisfazerem-na a ponto de ela procurar outro que lhe satisfaça.Todavia o homem cristão valoriza a virgindade não por tais motivos fúteis, más por ser conhecedor da palavra de Deus, a qual ensina que a mulher virgem é comparada á noiva de Cristo, na qual é pura, santa e imaculada, de um só esposo.(ll aos Corintios 11; 2).

5) A virgindade está fora de moda?

R: Para responder a esta pergunta, vejamos primeiramente o que significa o termo moda: ?costume ou estilo, em geral efêmero, aceito e imitado por um grupo ou meio social em certa época ou lugar?.

A Bíblia nos diz que devemos ser não imitadores de tais modismos efêmeros, pois com a mesma intensidade que aparecem, com o passar do tempo, desaparecem, dando lugar para novos conceitos.

Todavia a Bíblia nos revela na carta aos Efésios (cap 5; 1) para que sejamos imitadores de Deus, no qual é Santo e imutável. Passam-se séculos, porém sua palavra continua a mesma.

Logo; podemos entender que a virgindade não pode ser comparada com o termo ?moda?.

6) Virgindade tem a ver com a cultura de um povo?

R: podemos dizer que cultura de um povo é a herança social que um indivíduo adquiri do grupo em que vive (costumes, tradições, vestuário, alimentação, e etc).Portanto cada sociedade transmite ás novas gerações o patrimônio cultural que recebeu de seus antepassados; todavia há um processo de mudança social que acaba influenciando as informações que foram recebidas de geração em geração,mesmo porque acontece a miscigenação entre os povos, dando início a uma nova cultura.Entendemos então que os usos e costumes mudam conforme a cultura da época; no entanto a doutrina que a Bíblia Sagrada nos revela é imutável, inabalável, inalienável, chegando inclusive a ser o único Livro conhecido mundialmente; no qual afirma que: ?a mulher se deixe a conhecer somente ao seu marido?, isto é que tenha relações sexuais somente depois de consumado o matrimônio monogâmico.

7) Os casais que se guardaram virgens para o matrimônio se arrependeram após o casamento, por não terem tido outras experiências?

R: Não. Durante um ano entrevistei casais de várias classes sociais que se casaram virgens e 98% de 100 entrevistados, disseram que não se arrependeram, e que não se sentiram em desvantagem em relação aos que haviam tido experiências antes do matrimônio; mesmo porque o casamento significa união, ajuste entre duas partes, onde ambos irão apartir daquele momento iniciar uma nova fase de vida; desfrutando não só dos móveis, da casa, e do enxoval que serão usados pela primeira vez,más também do sexo, e juntos, estarão dividindo suas experiências e anseios, e a cada dia surgindo uma nova descoberta.

8) Existe um ?tabu? quanto a se manter virgem solteira?

R: Existe uma diferença entre liberdade e libertinagem.Somos chamados por Deus para sermos livres, todavia as pessoas que não teen base Bíblica, confundem liberdade de ação com libertinagem.Para alguns grupos que vivem dissolutamente, e são escravos da mídia, concordam quando a mesma dá ênfase para o adultério, homossexualismo, lesbianismo, e sexo entre adolescentes e jovens, exposto nas novelas, em filmes, revistas, e etc, achando que ser virgem é um fato ultrapassado.

No entanto aquele que segue os conselhos que o salmista, inspirado por Deus escreve no Salmo 1:?Bem aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios,nem se detem no caminho dos pecadores, nem assenta na roda dos escarnecedores.Antes tem o seu prazer na lei do Senhor e na sua lei medita de dia e de noite.? A mulher e o homem que não andam segundo o que estes ?tais? grupos com atitudes perniciosas pensam,e sim buscam na palavra de Deus as respostas para os seus problemas, estes serão bem sucedidos,mesmo porque não estão firmados na mídia, que com a mesma intensidade que aparecem, desaparecem, más sim em Cristo, no qual é o mesmo ontem, hoje e eternamente.


9) Porque a Bíblia compara a mulher virgem com a noiva de Cristo?

R: Por que a noiva de Cristo, que é a Igreja, para ser arrebatada com Jesus, tem que estar pura, santa, imaculada e sem mancha, conhecedora de um só esposo, que é Cristo para que não seja contaminada com vãs doutrinas.Da mesma maneira sejam também as mulheres virgens, conhecedoras de um só esposo.Referências: O Evangelho de São Mateus 25; 1 ao 13 , 2º. aos Corintios 11; 2, Levítico 21;14.


10) Perante a Bíblia, como ficam as mulheres que embora não são mais virgens, no entanto tem desejo de casar-se e constituir um lar, e ter uma vida com Cristo?
R: Apartir do momento em que houve arrependimento e confissão, há remissão do pecado.Podemos ler na carta aos Romanos, no capítulo 8, precisamente no versículo 1:?Agora,pois,já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus?.Também na carta aos Corintios capítulo 5 e versículo 17 leremos: ?Aquele que está em Cristo nova criatura é, as coisas velhas já se foram e eis que tudo se faz novo?.

Ao lermos as passagens que retratam a peregrinação de Cristo na terra; veremos com certeza Jesus falando com mulheres adúlteras, ladrões, prostitutas, pessoas enfermas; enfim vemos Jesus perdoando e ?sarando? os corações feridos, dando-lhes oportunidade para iniciar uma nova fase de vida, desta vez em santidade.O caso da mulher pecadora, que se encontra no Evangelho de Lucas, cap.7 e versículos 36 ao 50; nos retrata a história de uma mulher na qual todos a discriminavam por ser ela pecadora, porém esta mulher foi até Cristo,com o coração quebrantado,e Jesus perdoou seus pecados.Vemos casos similares como ?A mulher Samaritana?; ?A mulher adúltera? e outros nos quais vemos Jesus imputando-lhe seus pecados e dando-lhes oportunidade de terem uma nova vida, sem acusações, sem ressentimentos, sem medo do porvir.


Fonte: Sexo Cristão


Revigore sua vida Sexual

Para que os dois estejam preparados para enfrentar as tentações, cada um deve cumprir com seu papel quanto ao ato conjugal, como convém aos filhos de Deus. (I Coríntios 7.2-5).



Busquem a realização mútua, vivam a plenitude dessa bênção sexual.

“Nem sempre o problema está no instrumento. Às vezes, é o músico que não tem habilidade”.
”Por melhor que seja o instrumento, se estiver desafinado, não será possível extrair dele um som agradável. Assim são as mulheres, podem ser bonitas, ter um corpo exuberante e ser inteligentes, porém, se, emocionalmente, estiverem desafinadas, o relacionamento sexual não será com qualidade”.

“Como podemos ter intimidade se não somos íntimos?”

“O ato conjugal entre um casal cristão que se ama é como o encontro das águas de um rio que andou quilômetros para achar o seu mar. A fonte do rio é o amor, e a água do mar, a realização”.

(Marlene Guerrato)

O você que acha de um casal que se relaciona sexualmente uma vez no inverno, outra no verão, outra na primavera e outra no outono?

O casal deve dar o devido valor ao sexo no casamento. Não pode ser mais e nem menos. O sexo não é tudo no casamento, mas tudo pode ser afetado quando não há realização sexual. Uma pergunta muito comum entre os casais: quando é que o sexo acaba no casamento? Essa pergunta merece algumas respostas:

1) Quando os dois não procuram desenvolver a intimidade com base no que cada um tem de melhor para oferecer;

2) Quando a familiaridade que pode gerar o desrespeito leva o casal a viver uma vida de agressões sutis que esmaga a alma, minando assim o desejo para os encontros sexuais. Quem é que se realiza sexualmente no casamento, se a alma está sendo esmagada pelo outro?

3) Quando há falta de criatividade do casal. Isso tem a ver com lugar, posições, forma, ambiente etc. Tudo dentro dos limites do bom senso e das Escrituras Sagradas. A rotina rouba a glória do ato sexual. Tudo o que é feito do mesmo jeito todos os dias perde a graça;

4) Quando não se dá a importância devida à prática do ATO CONJUGAL com qualidade. Com razão, alguém disse: “Depois que um casal aprende a ‘fazer amor’, nunca mais se contenta em apenas fazer sexo”. O grande problema é que muitos estão fazendo apenas “sexo”, e não “amor”. Fazer amor é uma arte que deve ser aprendida e praticada para que os dois, a cada encontro, ganhem mais habilidade e se realizem mutuamente.

5) Quando há um problema de saúde e, por causa do preconceito, medo, machismo ou qualquer outro motivo, o cônjuge não procura ajuda médica, prefere ir empurrando com a “barriga” uma vida conjugal infeliz;

6) Deve o casal algumas vezes sair sozinho para namorar, ter mais privacidade para realizar até uma nova lua-de-mel. Você já ouviu alguém dizer: “Para mim não dá, jamais eu vou deixar os meus filhos com os outros”. Quantos maridos ou esposas estão hoje frustrados(as) sexualmente por esse simples motivo? O casal precisa ter de vez em quando um tempo que seja só para os dois, e mais ninguém. Isso pode fazer toda a diferença no relacionamento.

Finalmente, nunca deixe de incentivar sua relação “afetiva-sexual”. Faça investimentos que resultem no crescimento da qualidade de vida na área sexual. Não se contente em apenas “fazer sexo”. Busque “fazer amor”. Lembre-se que o amor é paciente, benigno, educado, justo, verdadeiro e grato. Fazer amor é deixar que, na hora da intimidade mais profunda entre um homem e sua mulher, vaze, em forma de palavras, gestos, toques, suspiros e gemidos, o gozo que só é possível no encontro dos que se amam. Quem nunca experimentou isso dentro do casamento ainda não sabe o que é “fazer amor”.

Dicas para os dois fazerem amor e não apenas sexo:

Dicas para os maridos

Se você acordou com a alma desejosa por um encontro sexual diferenciado com sua esposa logo mais à noite, dê um “sinal” a ela. Deixe um bilhete romântico, mande um e-mail, passe uma mensagem pelo celular, ligue e deixe um recado na secretária eletrônica. Assim, os dois estarão se preparando para o melhor;

De vez em quando, busque um lugar diferente daquele onde sempre acontece o ato sexual. Seja criativo!

Se a mulher se excita mais com o que ouve, sussurre nos ouvidos da sua amada palavras que externem seu apreço, admiração, afeto, amor, carinho…
Gaste tempo com toques, afagos, abraços e beijos antes do coito. Prolongue o tempo de excitação;

Valorize os perfumes, os cremes, o banho, o fazer a barba…
Não se concentre apenas nos órgãos genitais da esposa. Descentralize o sexo. Há uma viagem a ser feita por caminhos que levam até onde você quer chegar, porém, quanto mais demorado for, melhor para ela. Lembre-se: tudo na vida deve ser feito com criatividade! Leia o livro Cantares, de Salomão.

Fique atento a tudo aquilo que possa desconcentrar a esposa. Verifique se a porta e a janela estão bem fechadas, se não há possibilidade de as crianças ou uma visita que esteja em casa estar ouvindo os sons espontâneos do encontro e outros cuidados. As mulheres se preocupam com essas coisas muito mais do que os homens, por isso, quando o homem não atenta a esses detalhes, a mulher não fica à vontade para “fazer amor”.

Dicas para as mulheres

· Ao perceber a intenção do marido, procure corresponder, a menos que você tenha uma razão que justifique adiar o encontro sexual;

· Se o homem se excita mais pelo que vê, procure vestir-se de forma sedutora ao seu amado;
· Se o seu marido não é do tipo afetuoso, ele pode aprender com você. Não apenas lhe dê carinho,
toques e afagos, mas também verbalize sobre a sua necessidade de ser tocada carinhosamente;

· Seja ousada no “fazer amor”, dê liberdade à sua imaginação, sem ferir o cônjuge e transgredir princípios;

· Valorize o perfume, o bom hálito, os cremes, a música romântica, as roupas adequadas para o momento, as frutas…

· Procure evitar pequenas manias. Não sucumba à “lei do capricho”, isso pode quebrar o clima romântico;

· De vez em quando, surpreenda seu amado, esperando-o de uma forma que ele seja estimulado sexualmente. Prepare a casa, o jantar, a sobremesa. Coloque uma música romântica, vista-se de forma sedutora, se penteie, calce uma sandália, passe o perfume que ele gosta e leve as crianças para ficar com alguém de sua confiança. Monte o cenário para uma noite inesquecível com o seu marido. Qual é o homem que não se rende diante de uma esposa assim?

Quando os instrumentos estão afinados e os músicos tocam bem, o relacionamento a cada dia vai se tornando mais doce, agradável e prazeroso. Repito, não basta fazer sexo, é bem melhor fazer amor.

A diferença entre “fazer sexo” e “fazer amor” está no que significa uma e outra coisa. Fazer amor é se entregar, é desnudar a alma, descobrir-se para o cônjuge, se deixar conhecer e conhecer o outro. A sexóloga Maria Helena Matarazzo diz que quando as pessoas se unem fisicamente sem revelar sua personalidade e sua individualidade, acordam depois do ato e se percebem dois estranhos. Segundo ela, isso acontece porque o amor não é apenas a revelação da nossa parte exterior, mas sim, mais que tudo, é a revelação do nosso mundo interior. “Se não fosse assim, qualquer relacionamento, mesmo o extra ou pré-conjugal, daria certo”, finaliza a sexóloga.

O apóstolo Paulo, instruindo os casais da igreja que estava na cidade de Corinto, escreveu sobre o porque marido e mulher devem buscar sempre um ajustamento nessa área:

“… mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido.

O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido.

A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher.

Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes a oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência”. (1 Co 7.2-5)

Só os casais que fazem amor sabem que a recompensa é encontrar, no prazer, o prazer que se proporciona ao cônjuge. Isso porque o laço que os une é o prazer.

A arte do diálogo sexual

Um olhar, um toque e um beijo
Faz brotar o doce desejo.

Bem antes, bem longe, foi ontem
Deitaram-se, aconchegaram-se, mas não fizeram…
Cansados, exaustos, deitados, adiaram…

Raiou o sol, a noite se foi
Amando, aquecidos, bem dormidos…
Ele quer, ela deseja, os dois decidem
É hoje…

Tudo depende de como foi ontem
Deram-se respeito, aconchego, perdão
Gentileza, carinho e atenção? Sim…
Podem ir, pois, assim construíram
A tenda e o leito do amor, sem peso e sem dor.

Que clima! Tem festa, tem fogo, não tem pressa
Quando se faz amor, se esquece de medir o tempo…

O banho, o cheiro, os dois por inteiro
Vestem-se, cobrem-se, descobrem-se
Não importa onde
Em casa, na sala, no quarto ou no banheiro
Tudo está cercado, protegido e fechado
Só os dois, amando, se entregando por inteiro.

Almas nutridas
Tentadas, não cedem, porque
Sabem viver, beber e absorver
A essência do amor…
Amor que alimenta,
Amor que sustenta.

Sexo no casamento
Só faz sentido
Quando movido
Pelo amor…

Extraído do livro: “23 Atitudes Para Revolucinar o Casamento”.
Autor: Josué Gonçalves


Fonte: www.padom.com


Sexo no Casamento

tabus, preconceito e santidade

O que fazer, então, quando se descobre que o marido ou a esposa é uma bênção na Igreja, mas na cama não atinge aos anseios sexuais?
No estudo "UNIDOS EM UMA SÓ CARNE", mostramos a razão pela qual o sexo só deve ser praticado depois do casamento, segundo a Bíblia Sagrada. Hoje quero abordar um assunto muito delicado para a vida de muitos casais: a prática sexual no casamento. Infelizmente essa tem sido a causa de muito descontentamento e fracasso entre maridos e esposas, seja por diferenças de concepções e até mesmo por preconceitos ou medo por não se está agradando a DEUS. O que fazer, então, quando se descobre que o marido ou a esposa é uma bênção na Igreja, mas na cama não atinge aos anseios sexuais? Deve-se continuar o casamento pela vida inteira pelo simples fato da satisfação social? São perguntas que pretendemos responder ao longo do nosso estudo.

“Vos revistais do novo homem que, segundo Deus, é criado na verdadeira justiça e santidade”. (Efésios 4:24)

Antes, gostaria de trazer à luz um dado curioso: de muitos atendimentos que fiz nessa área, os grandes queixumes partiram das mulheres (acredito que 90%), que se diziam total ou parcialmente insatisfeitas com seus maridos. O mais desolador é saber que muitas dessas ou já haviam buscado satisfação sexual com outro homem ou pensavam em fazer. Esse dado é preocupante e curioso por dois aspectos: primeiro porque ao longo da história, da tradição e visão machistas, sabe-se que o homem sempre foi conhecido por seu grande apetite sexual; e segundo, que as mulheres como as mais fiéis. Parece-nos, pela estatística acima, que a situação mudou. A análise até que faz um certo sentido quando o ser humano é visto individualmente, nutrido de objetivos egoístas, instintivo, animal. E isto gera um grande problema se trouxermos a visão egoísta do prazer sexual para dentro do casamento. De uma forma geral, o homem, por sua natureza, é um ser extremamente insaciável. Ou seja, ele sempre está querendo mais e mais, e nunca está satisfeito com o que tem. Em alguns aspectos de vida, isso é muito bom, mas para o sexo no casamento é uma catástrofe iminente.

Quando se casam duas pessoas passam a relativar muitas coisas: deixam de comprar determinadas roupas de grife, não freqüentam mais todos os lugares, existe hora para chegar em casa, enfim, há a notória necessidade de conciliar gostos e prazeres diferentes, ainda que se tenha que abrir mão de muita coisa, por amor ao outro. E com o sexo não pode ser diferente. O sexo é produto do amor entre duas pessoas e, também, precisa ser moldado em algumas diferenças que porventura venham a surgir.

Quero começar o estudo chamando a atenção dos meus queridos leitores para duas palavras centrais presentes em nosso versículo de abertura: justiça e santidade. Ser justo, dentre as diversas atribuições do casal, é também agradar sexualmente o outro; ter domínio absoluto do corpo do cônjugue em santificação e honra. O que isso significa na prática? Significa proporcionar prazer e alegria ao companheiro ou à esposa, sem agressão moral e sem desrespeitar os princípios cristãos. O caráter de quem pratica o ato sexual em santificação jamais é instintivo ou autocontemplativo, egocêntrico. O sexo cristão é muito mais para o benefício do outro do que para o nosso benefício. Daí a razão pela qual o apóstolo Paulo escreveu: “O marido pague à mulher o que lhe é devido, e da mesma sorte a mulher ao marido” (1 Cor. 7:3). Sendo assim, não é apenas um dever de quem está casado, mas também um dos elementos da Justiça de DEUS. Quem não dar honras sexuais (não por obrigação, mas por amor), peca tanto por não atender a essa Justiça com plenitude, como por não cumprir uma responsabilidade matrimonial feita diante de DEUS. Já vimos em outro estudo que a vida sexual de uma pessoa reflete o estado espiritual da mesma.

E o que tem acontecido com boa parte dos casais casados? Um ou outro tem trazido para o leito de prazer comportamento e princípio sexuais completamente mundanos, de quem ainda não recebeu o Espírito de DEUS, tais como agressão moral e física consentida, certas práticas animalescas (assistir filmes pornográficos) etc. Em outro extremo, homens ou mulheres cristãos, que pensam ter se transfigurado em anjo, também deixam de viver a plenitude sexual no casamento por pensarem infringir as leis divinas de santidade. Por exemplo: conheci um caso em que o marido não permitia que a esposa nem olhasse para ele no momento do ato sexual e nem tocasse em seu corpo. Outro caso: quando a esposa sugeriu uma nova posição, o marido a taxou de “suja” e “cheia do espírito de Jezabel”. Tal postura é reflexo do modelo de igreja ortodoxa e ultrapassada, que influenciou o pensamento de muitos, e na qual o tema sexo era completamente ignorado. Um caso como esse só pode ser concebido pela ótica da ignorância e do preconceito com a companheira, onde a mesma é tratada como um mero objeto de reprodução e de satisfação de um apenas, e também se confunde submissão com escravidão. Uma pessoa que se casa com a idéia retrógrada do ato sexual tem muita dificuldade de deixar que o cônjugue participe desse espaço de comunhão. Por isso, o debate salutar da sexualidade, baseado na Santa Palavra de DEUS, entre jovens, homens, mulheres, casados e solteiros é tão importante e deve permear as prioridades essenciais das igrejas cristãs contemporâneas.

Uma grande falha na vida sexual dos casados é criar uma enorme expectativa de que o outro tem por obrigação de nos satisfazer plenamente. Esse é o sonho guardado durante o período do namoro e do noivado. O envolvimento íntimo jamais pode ser unilateral e se desenvolver repleto de certas cobranças indevidas. As descobertas dos caminhos que levam ao prazer; o aumento do desejo em estar e proporcionar alegria são fatores que vão amadurecendo e crescendo ao longo do tempo. Se o ato sexual deixar de ser encarado dentro de uma concepção egoísta, a relação se tornará muito mais saudável e o prazer próximo. O que não deve, repito, é uma das partes ser tratada com desleixo, desrespeito ou preconceito. Nos casos onde não há uma boa harmonia no ato sexual, sugiro ao casal buscar, o mais rápido possível, ajuda profissional e pastoral, além de participar de encontros de casais na igreja. Sexo é uma questão puramente pessoal, educacional, cultural e espiritual (para os cristãos), que não pode ser imposta como regra geral, mas que deve ser compartilhada com o companheiro. O que deve haver, são regras de conduta (moral), cada qual respeitando os anseios que ambos desejam atingir no ato sexual.

Por fim, é preciso saber que no casamento o sexo não pode ser partilhado apenas como “descarga das tensões” do dia-a-dia, mas como um exercício de amor e de prazer pelo próximo; e quando usado egoisticamente destrói o afeto e quebra o compromisso conjugal diante de DEUS. Que o Nosso PAI nos abençoe!!

Por: Fernando César Timóteo Alves
Ministério Interdenominacional Recuperando Famílias para Cristo - Brasília/DF

http://www.fernandocesar.com/

Fonte: Sexo Cristão




Sexo: a primeira vez

Erra quem pensa que os jovens não têm problemas. E o maior deles, com certeza, está na área da sexualidade, mais especificamente, na área da virgindade. É um dilema que não escolhe classe social, raça, cor e nem religião.

Fato 1- Deu na revista Capricho em outubro/2002: as pressões da "turma" estão levando muitos adolescentes a iniciarem sua vida sexual com garotas de programa, prostitutas. A reportagem inclui relatos de quem transou pela primeira vez num bordel ou em "festinhas" particulares. E de quem foi levado a fazer isso pelo próprio pai, ou até pela mãe.

Fato 2- Há alguns dias, a revista Veja publicou uma matéria sobre a novela Laços de Família e usou como base dois "exemplos" de mães representados na trama: a Helena, que ficou grávida para tentar salvar a filha, e a Capitu, que se prostitui para ganhar dinheiro e garantir uma vida de mordomias e bem estar ao filho.

Fato 3- Uma outra reportagem, desta vez, na televisão, mostra que alguns pais do século XXI já admitem que os filhos durmam com suas namoradas, ou vice-versa, dentro de casa.

Fato 4- Uma propaganda do governo de prevenção à AIDS mostra um filho entregando uma camisinha ao pai, caso ele mantenha uma relação extra-conjugal.

Cada um desses é um caso isolado, mas revelam a mesma coisa: a sexualidade deixou de ser tabu e é tratada com muita naturalidade. A prostituição está ganhando ares de necessidade ou simples opção de vida. Assim como o homossexualismo, as relações extra conjugais, a vida sexual ativa de casais de namorados, a pornografia. Avanço? O fato de se falar de sexo sim, mas não a maneira como ele é encarado.


Mundo de lá X Mundo de cá

Erra quem pensa que os jovens não têm problemas. E o maior deles, com certeza, está na área da sexualidade, mais especificamente, na área da virgindade. É um dilema que não escolhe classe social, raça, cor e nem religião. Basta dar uma olhada aqui mesmo, no eucreio, nas perguntas enviadas ao Brother. Diariamente chegam dezenas delas. São adolescentes e jovens lutando contra seus desejos sexuais fora de hora. Namorados que trabalham ativamente na igreja e vivem em pecado. Gente que ora, jejua, lê a Bíblia e mesmo assim não consegue deixar de lado os relacionamentos ilícitos. Meninos que sofrem por ser o único virgem da turma. Garotas iludidas já aos 14, 15 anos de idade.

Na mídia secular, ocorre o mesmo. Diversos canais com perguntas sobre sexo mostram os turbilhões de conflitos que a sexualidade vem causando na adolescência. "Será que já estou preparada?", "Estou arrependido", "Não gostei da experiência" são alguns encaminhamentos constantes aos psicólogos e sexólogos.

A maneira como a sexualidade vem sendo difundida em nossos dias é um dos vilões dessa história. A libido sempre existiu, desde a criação do mundo, quando Adão olhou para Eva e a contemplou. Mas agora, a história é outra. Os apelos sexuais são mais fortes, as pressões também. Mesmo assim, nada justifica o erro.

Quem crê em Deus, precisa aprender a entender e viver Seus princípios, deixados na Bíblia, sua única regra de fé e prática. Em nenhum livro das escrituras fala-se sobre "a primeira vez", ou o "namoro cristão". Mas há fundamentos para uma vida santa, um comportamento que agrade a Deus. Começando pelo casamento, onde a relação sexual é um "privilégio", um presente aos casados. "Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros." (Hebreus 13:4).


Com a relação à santidade, são muitos exemplos

"Pois esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da prostituição, que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo, em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus, e que, esta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão, porque o Senhor, contra todas estas cousas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e, sim, em santificação." (Tessalonicenses 4:3-7).

"Porém o corpo não é para impureza, mas para o Senhor, e o Senhor para o corpo... Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo? E eu, porventura tomaria os membros de Cristo e os faria membros de meretriz?" I Coríntios 6:13

Porque tudo isso? Não porque Deus é carrasco, mas porque já sabia o que era melhor para seus filhos. E por mais que a modernidade tente dizer o contrário, uma relação sexual deixa marcas profundas ("e tornam-se os dois uma só carne..."). Se for na hora errada, com a pessoa errada, da maneira errada, vai deixar de ser um presente e virar um peso, um problema.

Há algum tempo, num programa de televisão para a juventude, o pastor Estevan Hernandes, da igreja Renascer em Cristo, foi confrontado sobre a virgindade. E veio o famoso questionamento: "As experiências pré-matrimonais não são boas para se aprender a lidar com sexualidade?" A resposta dele? A melhor possível. "Jogue um cachorro que nunca viu água num rio e veja se ele não sai nadando. Com a vida sexual é assim. Deus já preparou tudo", disse frente às câmeras.


"Falar é fácil, mas na prática..."

"Sou fraco, cai". "Deus mesmo deu o desejo, não pude resistir à Sua criação". São inúmeras as justificativas para o pecado. Mas Paulo foi enfático quando falou sobre o "resistir" às tentações. "Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar." (I Coríntios 10:13) Na prática, é preciso fugir daquilo que nos faz pecar. E isso pode ser feito, garante quem já passou pela experiência, de uma maneira agradável.

Uma delas, é sonhar. Sonhar muito com as maravilhas de um casamento perfeito, mesmo que a sociedade diga que ele não existe. Pense alto, voe como uma águia e acredite que para você, Deus tem o melhor. E tem mesmo. Tem para todos, mas alguns o desprezaram. Sonhe com uma lua-de-mel, sem achar que isso está fora de moda. Sonhe em descobrir junto ao seu parceiro as maravilhas e os prazeres da relação sexual, sem medo, sem culpa, sem pressa e com a benção de Deus.

Outra forma é, literalmente, deixar aquilo que te faz pecar. Fuja daquilo que produz pensamentos ruins em sua mente. Os pensamentos são incontroláveis, quando você menos espera, eles vêm, mas as influências externas têm muito poder sobre eles. Se o ambiente onde vive for de santidade, você não terá tempo e nem espaço em sua mente para aquilo que não vem de Deus. Fuja também de situações que o levem a destruir o sonho da "primeira vez". Se não dá para beijar sua namorada sem controlar os impulsos, beije menos, e nunca em lugares propícios à uma relação sexual. E tenha sempre em mente: cada carícia leva à mais intimidade, nunca a menos. Depois que se atinge um limite, é difícil voltar atrás, a tendência é ir sempre em frente.

Ame, desde já, mesmo sem conhecer, seu marido ou esposa. Ame tanto que queira dar o melhor a ele ou ela, não o resto. Queira dar-lhe as primícias, a única coisa que há em você e que uma vez tirada, jamais voltará: sua virgindade. Permita-lhe esse privilégio.

Faça a si mesmo um desafio. Um desafio de não ser levado pelas pressões, mas pelo Espírito Santo de Deus. Peça para que Ele te conduza, e deixe-se conduzir.

Queira ser diferente. E tenha certeza: Deus está do seu lado! Torcendo pela sua "primeira vez"...

Fonte: Sexo Cristão - Jesus Site


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